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quinta-feira, 30 de abril de 2009
Beyoncé envia sósia a museu de Viena para poder fazer compras
Imprensa austríaca informou que ninguém percebeu o truque.
Falsa cantora foi recebida com todas as honras por diretor do museu.
Além de uma poderosa voz e de um corpo espetacular, a cantora americana Beyoncé desenvolveu o dom da ubiquidade e conseguiu estar em dois lugares ao mesmo tempo: em um museu de Viena e fazendo compras nas ruas da mesma cidade.
O segredo da estrela foi usar uma sósia para visitar o famoso museu Albertina enquanto ela fazia outras coisas.
A imprensa austríaca informou nesta quarta (29) que o truque foi tão perfeito que ninguém no museu percebeu.
A "cantora" foi recebida com todas as honras e conduzida a uma visita guiada através da pinacoteca pelo próprio diretor da instituição.
'Descaramento'
"Achamos que é um descaramento", afirmou à agência "APA" a porta-voz do museu, Verena Dahlitz.
"Ontem (terça-feira) tivemos uma leve dúvida, mas não tínhamos certeza", explicou a porta-voz sobre a aparição da sósia. "Pelo rosto, poderia ter sido ela".
Mas o museu não foi a única vítima do estratagema. Após a visita ao Albertina, a sósia passou por galerias comerciais, aonde fãs correram para pedir autógrafos, após a confundirem com Beyoncé.
Enquanto a falsa Beyoncé olhava quadros, a verdadeira fazia compras e inclusive tirou fotos e deu autógrafos a fãs.
O museu ainda não se pronunciou sobre a manobra da cantora, que na terça fez um show em Viena.
( fonte de informação: www.g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Falsa cantora foi recebida com todas as honras por diretor do museu.
Além de uma poderosa voz e de um corpo espetacular, a cantora americana Beyoncé desenvolveu o dom da ubiquidade e conseguiu estar em dois lugares ao mesmo tempo: em um museu de Viena e fazendo compras nas ruas da mesma cidade.
O segredo da estrela foi usar uma sósia para visitar o famoso museu Albertina enquanto ela fazia outras coisas.
A imprensa austríaca informou nesta quarta (29) que o truque foi tão perfeito que ninguém no museu percebeu.
A "cantora" foi recebida com todas as honras e conduzida a uma visita guiada através da pinacoteca pelo próprio diretor da instituição.
'Descaramento'
"Achamos que é um descaramento", afirmou à agência "APA" a porta-voz do museu, Verena Dahlitz.
"Ontem (terça-feira) tivemos uma leve dúvida, mas não tínhamos certeza", explicou a porta-voz sobre a aparição da sósia. "Pelo rosto, poderia ter sido ela".
Mas o museu não foi a única vítima do estratagema. Após a visita ao Albertina, a sósia passou por galerias comerciais, aonde fãs correram para pedir autógrafos, após a confundirem com Beyoncé.
Enquanto a falsa Beyoncé olhava quadros, a verdadeira fazia compras e inclusive tirou fotos e deu autógrafos a fãs.
O museu ainda não se pronunciou sobre a manobra da cantora, que na terça fez um show em Viena.
( fonte de informação: www.g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Gripe suína vira música feita em computador
Blogueiro associou sequência genética a notas musicais.
Trabalho levou cerca de seis horas para ser finalizado.
Se a gripe suína vem causando medo no mundo todo, parece que para o norte-americano Stephan Zielinski, de São Francisco, ela serviu de inspiração: ele usou a sequência genética do vírus para criar uma música. A informação foi divulgada na quarta-feira (29), pela CNN.
Zielinski, de 41 anos, não é bioquímico nem músico. É escritor, fotógrafo, programador de computador e blogueiro, e trabalhou na canção em seu tempo vago. Mas se disse fascinado pelo vírus e pela incapacidade do corpo humano em percebê-lo como prejudicial.
“Embora o mapa genético dele esteja aí e possamos até fazer uma música com ele, não podemos explicá-lo para as pequenas células de nosso corpo”, afirmou.
Usando um programa de computador, o blogueiro associou instrumentos e notas musicais às propriedades das proteínas do vírus. Cada um dos aminoácidos (“tijolos” que formam essas proteínas) foi associado a um instrumentos musical, como piano, órgão e percussão.
O trabalho todo levou cerca de seis horas para ser realizado. O resultado é curiosamente melódico
( fonte de informação site oficial da GLOBO: www.g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Trabalho levou cerca de seis horas para ser finalizado.
Se a gripe suína vem causando medo no mundo todo, parece que para o norte-americano Stephan Zielinski, de São Francisco, ela serviu de inspiração: ele usou a sequência genética do vírus para criar uma música. A informação foi divulgada na quarta-feira (29), pela CNN.
Zielinski, de 41 anos, não é bioquímico nem músico. É escritor, fotógrafo, programador de computador e blogueiro, e trabalhou na canção em seu tempo vago. Mas se disse fascinado pelo vírus e pela incapacidade do corpo humano em percebê-lo como prejudicial.
“Embora o mapa genético dele esteja aí e possamos até fazer uma música com ele, não podemos explicá-lo para as pequenas células de nosso corpo”, afirmou.
Usando um programa de computador, o blogueiro associou instrumentos e notas musicais às propriedades das proteínas do vírus. Cada um dos aminoácidos (“tijolos” que formam essas proteínas) foi associado a um instrumentos musical, como piano, órgão e percussão.
O trabalho todo levou cerca de seis horas para ser realizado. O resultado é curiosamente melódico
( fonte de informação site oficial da GLOBO: www.g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Sonic Youth ensina como envelhecer com classe - veja outros lançamentos
Leonard Cohen emociona em disco ao vivo gravado em Londres.
Romulo Fróes lança clássico instantâneo da música brasileira.
"The eternal", novo disco do Sonic Youth, sai oficialmente só em junho, mas já vazou na internet e chega para ensinar aos mais jovens como envelhecer com classe. Aos 28 anos de carreira, Kim Gordon, Thurston Moore, Lee Ranaldo e Steve Shelley ganham a companhia do baixista Mark Ibold em mais um trabalho cheio de personalidade. Se o grupo já vinha se aprofundando nas melodias em "Rather ripped" (2006), agora, em sua 16ª obra inédita, elas dividem espaço com os experimentalismos característicos da trupe. Mas não espere inovações. Estão aqui todos os elementos que colocaram o SY entre os melhores do rock alternativo, com suas guitarras pungentes e os vocais deliciosos de Kim Gordon. (LÍGIA NOGUEIRA)
Já rotulado de “sambista indie”, o sempre melancólico Romulo Fróes se aproxima de ser a versão do século XXI de compositores “malditos” da MPB como Jards Macalé e Walter Franco com seu terceiro álbum. O duplo “No chão sem o chão” registra dois momentos – o primeiro disco, mais “roqueiro”, foi gravado em poucas tomadas, quase ao vivo, enquanto o segundo é mais diverso e plural. Com destreza, equilibra estilos, experimentos, melodias e um tanto de colaborações: dos parceiros Clima e Nuno Ramos à Velha Guarda da Nenê de Vila Matilde e o guitarrista Lanny Gordin. O álbum é praticamente irrepreensível ao longo de suas 32 músicas, e canções como “A anti-musa” e “Para fazer sucesso” estão desde já gravadas no cânone da música brasileira. (AMAURI STAMBORSKI JR.)
O ex-vocalista da banda de reggae Cidade Negra se aventura pela black music em seu primeiro disco solo, “Todo meu canto”. Apesar do flerte com o ritmo jamaicano em “Todos os amigos perto de mim”, o foco está na música negra norte americana, com funks (“Inocente ou culpado”) e R&Bs como “Fim de semana good time” – com direito a vocal alterado pelo programa Autotune à la Kanye West e rap do MC Sapão. Apesar dos esforços, a produção polida e o excesso de “retrô bacana” atrapalha a audição do disco – ainda mais com faixas como a “esperta” pró-maconha “Perfume da nega” e a insossa versão de “Tudo que você podia ser”, de Lô Borges, que soa como um remix de eletrônica “cool” feito há quinze anos. (ASJ)
O cantor, compositor e poeta canadense Leonard Cohen lançou seu último disco de inéditas, "Dear Heather", em 2004. Prestes a completar 75 anos de idade, o homem que influenciou Bono e Nick Cave retorna à cena com o álbum duplo "Live in London", lançado no final de março no exterior e recém chegado às lojas brasileiras. Neste novo trabalho, ele revisita sua obra - de "Dance me to the end of love" a "Hallelujah" - com todo o refinamento que ela merece. E, de quebra, ainda oferece ao ouvinte algumas pérolas dirigidas à plateia com seu típico vozeirão durante a gravação do show na O2 Arena, na capital inglesa. (LN)
( fonte de informação: www.g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Romulo Fróes lança clássico instantâneo da música brasileira.
"The eternal", novo disco do Sonic Youth, sai oficialmente só em junho, mas já vazou na internet e chega para ensinar aos mais jovens como envelhecer com classe. Aos 28 anos de carreira, Kim Gordon, Thurston Moore, Lee Ranaldo e Steve Shelley ganham a companhia do baixista Mark Ibold em mais um trabalho cheio de personalidade. Se o grupo já vinha se aprofundando nas melodias em "Rather ripped" (2006), agora, em sua 16ª obra inédita, elas dividem espaço com os experimentalismos característicos da trupe. Mas não espere inovações. Estão aqui todos os elementos que colocaram o SY entre os melhores do rock alternativo, com suas guitarras pungentes e os vocais deliciosos de Kim Gordon. (LÍGIA NOGUEIRA)
Já rotulado de “sambista indie”, o sempre melancólico Romulo Fróes se aproxima de ser a versão do século XXI de compositores “malditos” da MPB como Jards Macalé e Walter Franco com seu terceiro álbum. O duplo “No chão sem o chão” registra dois momentos – o primeiro disco, mais “roqueiro”, foi gravado em poucas tomadas, quase ao vivo, enquanto o segundo é mais diverso e plural. Com destreza, equilibra estilos, experimentos, melodias e um tanto de colaborações: dos parceiros Clima e Nuno Ramos à Velha Guarda da Nenê de Vila Matilde e o guitarrista Lanny Gordin. O álbum é praticamente irrepreensível ao longo de suas 32 músicas, e canções como “A anti-musa” e “Para fazer sucesso” estão desde já gravadas no cânone da música brasileira. (AMAURI STAMBORSKI JR.)
O ex-vocalista da banda de reggae Cidade Negra se aventura pela black music em seu primeiro disco solo, “Todo meu canto”. Apesar do flerte com o ritmo jamaicano em “Todos os amigos perto de mim”, o foco está na música negra norte americana, com funks (“Inocente ou culpado”) e R&Bs como “Fim de semana good time” – com direito a vocal alterado pelo programa Autotune à la Kanye West e rap do MC Sapão. Apesar dos esforços, a produção polida e o excesso de “retrô bacana” atrapalha a audição do disco – ainda mais com faixas como a “esperta” pró-maconha “Perfume da nega” e a insossa versão de “Tudo que você podia ser”, de Lô Borges, que soa como um remix de eletrônica “cool” feito há quinze anos. (ASJ)
O cantor, compositor e poeta canadense Leonard Cohen lançou seu último disco de inéditas, "Dear Heather", em 2004. Prestes a completar 75 anos de idade, o homem que influenciou Bono e Nick Cave retorna à cena com o álbum duplo "Live in London", lançado no final de março no exterior e recém chegado às lojas brasileiras. Neste novo trabalho, ele revisita sua obra - de "Dance me to the end of love" a "Hallelujah" - com todo o refinamento que ela merece. E, de quebra, ainda oferece ao ouvinte algumas pérolas dirigidas à plateia com seu típico vozeirão durante a gravação do show na O2 Arena, na capital inglesa. (LN)
( fonte de informação: www.g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Depeche Mode anuncia shows no Brasil em site oficial
Banda se apresenta no dia 22 de outubro no Rio e 24 em SP.
Shows fazem parte da turnê 'Tour of the Universe 2009'.
O trio inglês Depeche Mode anunciou em seu site oficial as datas de dois shows no Brasil em outubro: dia 22 no Rio de Janeiro e dia 24 em São Paulo.
Segundo o site, os ingressos para ambas as apresentações começarão a ser vendidos on-line a partir do dia 25 de julho. Os locais dos shows e preços dos ingressos ainda não foram divlgados.
As apresentações no Brasil fazem parte da seção latino-americana da turnê “Tour of the Universe 2009”, que tem um show prévio no dia 6 de maio em Luxemburgo e começa oficialmente com uma apresentação em Tel Aviv, em Israel, no dia 10 do mesmo mês.
O grupo acabou de lançar o disco “Sounds of the Universe”, primeiro álbum de inéditas desde 2005.
( fonte de informação: www.g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Shows fazem parte da turnê 'Tour of the Universe 2009'.
O trio inglês Depeche Mode anunciou em seu site oficial as datas de dois shows no Brasil em outubro: dia 22 no Rio de Janeiro e dia 24 em São Paulo.
Segundo o site, os ingressos para ambas as apresentações começarão a ser vendidos on-line a partir do dia 25 de julho. Os locais dos shows e preços dos ingressos ainda não foram divlgados.
As apresentações no Brasil fazem parte da seção latino-americana da turnê “Tour of the Universe 2009”, que tem um show prévio no dia 6 de maio em Luxemburgo e começa oficialmente com uma apresentação em Tel Aviv, em Israel, no dia 10 do mesmo mês.
O grupo acabou de lançar o disco “Sounds of the Universe”, primeiro álbum de inéditas desde 2005.
( fonte de informação: www.g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
domingo, 26 de abril de 2009
Filme com Beyoncé lidera bilheterias do fim de semana nos EUA
Cantora protagoniza 'Obsessed' ao lado do ator Idris Elba.
Longa arrecadou US$ 28,5 milhões em sua estreia.
O filme "Obsessed", com a cantora Beyoncé e o ator Idris Elba no elenco, liderou a bilheteria do fim de semana nos Estados Unidos, arrecadando US$ 28,5 milhões em sua estreia.
Beyoncé e Elba formam um casal cujo relacionamento perfeito é colocado em risco depois que uma mulher, interpretada por Ali Larter, começa a perseguir o personagem interpretado por Elba.
Disputa
O filme "17 Again", estrelado por Zac Efron, e "Fighting", com Channing Tatum, disputaram de forma acirrada o segundo lugar no ranking das maiores bilheterias.
Com a arrecadação estimada em US$ 11,7 milhões, "17 Again" desbancou "Fighting", que estreou com US$ 11,4 milhões.
"O solista", estrelado por Robert Downey Jr. e Jamie Foxx, ficou em quarto lugar, com US$ 9,7 milhões, seguido pelo documentário "Terra", com US$ 8,6 milhões.
A animação "Monster vs. aliens" ficou em sexto, com US$ 8,5 milhões de arrecadação. "State of play" arrecadou US$ 6,9 milhões, enquanto "Hannah Montana, o filme" ficou em oitavo com US$ 6,4 milhões.
"Velozes e furiosos 4" ficou em nono lugar, com US$ 6,1 milhões; já "Crank: High voltage" ficou em décimo, com US$ 2,4 milhões.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Longa arrecadou US$ 28,5 milhões em sua estreia.
O filme "Obsessed", com a cantora Beyoncé e o ator Idris Elba no elenco, liderou a bilheteria do fim de semana nos Estados Unidos, arrecadando US$ 28,5 milhões em sua estreia.
Beyoncé e Elba formam um casal cujo relacionamento perfeito é colocado em risco depois que uma mulher, interpretada por Ali Larter, começa a perseguir o personagem interpretado por Elba.
Disputa
O filme "17 Again", estrelado por Zac Efron, e "Fighting", com Channing Tatum, disputaram de forma acirrada o segundo lugar no ranking das maiores bilheterias.
Com a arrecadação estimada em US$ 11,7 milhões, "17 Again" desbancou "Fighting", que estreou com US$ 11,4 milhões.
"O solista", estrelado por Robert Downey Jr. e Jamie Foxx, ficou em quarto lugar, com US$ 9,7 milhões, seguido pelo documentário "Terra", com US$ 8,6 milhões.
A animação "Monster vs. aliens" ficou em sexto, com US$ 8,5 milhões de arrecadação. "State of play" arrecadou US$ 6,9 milhões, enquanto "Hannah Montana, o filme" ficou em oitavo com US$ 6,4 milhões.
"Velozes e furiosos 4" ficou em nono lugar, com US$ 6,1 milhões; já "Crank: High voltage" ficou em décimo, com US$ 2,4 milhões.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Jennifer Hudson faz primeiro show em sua cidade desde mortes na família
Mãe, irmão e sobrinho da cantora foram assassinados em outubro.
Ela dedicou canção a parentes em apresentação sábado (25) em Chicago.
A ganhadora do Oscar e do Grammy Jennifer Hudson fez o primeiro show em sua cidade natal desde que sua mãe, seu irmão e seu sobrinho de sete anos foram assassinados em Chicago no ano passado.
A cantora se apresentou sábado (25) no Arie Crown Theatre e dedicou a música “You pulled me through” a parentes que estavam na plateia. Quatro primos da artista subiram ao palco para cantar com ela.
Os corpos da mãe e do irmão de Jennifer foram econtrados no dia 24 de outubro na casa da família no sul de Chicago.
O corpo do sobrinho Julian King foi achado dias mais tarde em outra região da cidade.
O marido da irmã da cantora, William Balfour, foi acusado formalmente de assassinato pelas autoridades.
Jennifer Hudson está atualmente em turnê com o cantor Robin Thicke.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Ela dedicou canção a parentes em apresentação sábado (25) em Chicago.
A ganhadora do Oscar e do Grammy Jennifer Hudson fez o primeiro show em sua cidade natal desde que sua mãe, seu irmão e seu sobrinho de sete anos foram assassinados em Chicago no ano passado.
A cantora se apresentou sábado (25) no Arie Crown Theatre e dedicou a música “You pulled me through” a parentes que estavam na plateia. Quatro primos da artista subiram ao palco para cantar com ela.
Os corpos da mãe e do irmão de Jennifer foram econtrados no dia 24 de outubro na casa da família no sul de Chicago.
O corpo do sobrinho Julian King foi achado dias mais tarde em outra região da cidade.
O marido da irmã da cantora, William Balfour, foi acusado formalmente de assassinato pelas autoridades.
Jennifer Hudson está atualmente em turnê com o cantor Robin Thicke.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Atriz de ‘Gossip girl’ vai lançar disco
Leighton Meester, que interpreta Blair, já está em estúdio.
Trabalho de estreia da artista de 23 anos sai ainda em 2009.
A atriz Leighton Meester, que interpreta a personagem Blair no seriado norte-americano "Gossip girl", assinou contrato com a gravadora Universal para lançar seu primeiro disco ainda este ano.
A artista de 23 anos está em estúdio com os produtores Polow Da Don, Harvey Mason Jr. e Spencer Nezey. O trabalho tem sido descito como “electro-pop”.
Leighton, que fez parte do elenco do filme “Drive thru”, cantou ao lado de Tony Bennett durante a temporada de 2008 da série "Entourage".
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Trabalho de estreia da artista de 23 anos sai ainda em 2009.
A atriz Leighton Meester, que interpreta a personagem Blair no seriado norte-americano "Gossip girl", assinou contrato com a gravadora Universal para lançar seu primeiro disco ainda este ano.
A artista de 23 anos está em estúdio com os produtores Polow Da Don, Harvey Mason Jr. e Spencer Nezey. O trabalho tem sido descito como “electro-pop”.
Leighton, que fez parte do elenco do filme “Drive thru”, cantou ao lado de Tony Bennett durante a temporada de 2008 da série "Entourage".
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Com quase 30 anos de carreira, Depeche Mode se mantém influente
Grupo de música eletrônica lança novo álbum, ‘Sounds of the future’.
Banda procura mostrar o humor negro em suas músicas sombrias.
Sob a aura sombria e sinistra, os membros do Depeche Mode insistem que são felizes e despreocupados. “Eu nunca entendi direito essa descrição”, disse o frontman Dave Gahan em uma entrevista recente. “Entendo que nós temos uma imagem obscura, mas também sempre houve humor. É um sarcasmo cínico a respeito de si mesmo”.
Gahan e seus companheiros – o guitarrista Martin Gore e o tecladista Andy Fletcher – passaram quase 30 anos buscando um sutil humor negro em suas canções que casam submissão e dominação, amor e ódio, esperança e arrependimento.
E eles sabem como se divertir às próprias custas: é só dar uma olhada no videoclipe de 1997 para o hit “It’s no good”, que mostra o grupo como uma banda de baile.
“Eu acho que as pessoas às vezes não enxergam alguns aspectos de humor na nossa música”, disse Gore. “Elas passam tempo demais pensando em o que exatamente estamos tentando fazer e qual é o sentido exato de cada coisa”.
Sombrio
Mas ninguém pode negar que o Depeche Mode (“moda rápida”, em uma tradução livre do francês) conseguiu criar uma carreira aparentemente interminável ao remexer nas águas mais escuras da emoção humana, que conseguiu atrair legiões de fãs vestidos de preto em todo o mundo.
“A superfície do Depeche Mode é muito sombria e sinistra, mas às vezes isso parece ser tão forçado que chega muito perto de se transformar em uma piada interna”, disse o jornalista musical Alan Light. “Mesmo assim, para alguns de seus fãs, é precisamente esse aspecto sombrio que os atrai para a banda”.
Gahan, Gore e Fletcher continuam com forte influência sobre esses fãs. Nesta semana eles lançaram nos EUA seu 12º álbum de estúdio, “Sounds of the Universe”, seu trabalho mais eletrônico em 20 anos, que deve sair em breve no Brasil.
Utilizando baterias eletrônicas e teclados analógicos vintage, o trio inglês recria o seu som da década de 1980 – evocando ainda uma atmosfera futurista e espacial – enquanto as letras ainda dão voz às suas obsessões de longa data: os elementos sadomasoquistas dos relacionamentos e da fé.
“Diferente de muitos grupos de electro, que foram inovadores no uso da tecnologia mais incapazes de traduzir isso em canções consistentes – o Depeche Mode soa como um grupo de escritores que por acaso usavam esse som como sua tela”, diz Light.
Na lenta “In chains”, Gahan suspira por uma mulher que ele sabe que não é boa para ele, mas a quem ele não consegue resistir: “Eu sei que você sabia no dia em que você nasceu/ Eu sei que de alguma maneira eu deveria ter sido avisado/ Eu sei que eu caminho toda noite até o amanhecer acorrentado”.
Outros destaques incluem “Fragile tension” e “Corrupt”, além de “Hole to feed” e “Come back”, escritas por Gahan. Mas a verdadeira gema é o primeiro single “Wrong”, com um refrão explícito que faz da faixa a música mais revolucionária do Mode desde “Personal Jesus”.
“(‘Wrong’) não era a escolha mais óbvia. Não acho que a escolhemos (pare ser o single) porque sentimos que seria a melhor música. Escolhemos ela porque pensamos que é a coisa mais inovadora que já escrevemos, desafiando as convenções sobre o som do Depeche Mode”, diz Gahan.
Longevidade
Com os membros se aproximando da casa dos 50 anos, o foco deles permanece no novo material. “Nós desistiríamos se soubéssemos que as pessoas só viriam ver nossos shows para ouvir músicas que gravamos há 20 anos”, explica Gore.
Atingir novos fãs e manter um som atual é um desafio para qualquer artista – especialmente para aqueles que lidam com o flutuante gênero que é a música eletrônica. “Eu acho que uma das coisas que mantém a gente fazendo música é tentar escrever aquela canção perfeita e não sentir que se conseguiu”, imagina Gahan. “É um longo caminho. Quer dizer, nós sobrevivemos por quase três décadas, é bem assustador”.
Longevidade certamente não é um conceito com o qual eles se preocupavam no começo dos anos 80. “É fantástico que nós sejamos tão relevantes, nos apresentemos para grandes multidões e que haja tanto interesse em nossos novos discos”, diz Fletcher. “É algo que com certeza nós não esperávamos quando começamos. Só imaginávamos que a banda duraria alguns anos”.
Considerando um começo de carreira que pode ser chamado de tumultuado – os críticos da época destruiram impiedosamente seu hit de 1981, “Just can’t get enough” – e os tropeços, incluindo a batalha pública de Gahan contra as drogas (ele está sóbrio há anos) e as mudanças na formação da banda ao longo dos anos, o status icônico que eles adquiriram em todo o mundo é impressionante.
“Quando você faz música por algumas décadas, começa a perceber que tem que criar seu próprio caminho”, explica Gahan. “Você faz o que gosta. E às vezes – isso já aconteceu com a gente – você volta à moda”, ri.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Banda procura mostrar o humor negro em suas músicas sombrias.
Sob a aura sombria e sinistra, os membros do Depeche Mode insistem que são felizes e despreocupados. “Eu nunca entendi direito essa descrição”, disse o frontman Dave Gahan em uma entrevista recente. “Entendo que nós temos uma imagem obscura, mas também sempre houve humor. É um sarcasmo cínico a respeito de si mesmo”.
Gahan e seus companheiros – o guitarrista Martin Gore e o tecladista Andy Fletcher – passaram quase 30 anos buscando um sutil humor negro em suas canções que casam submissão e dominação, amor e ódio, esperança e arrependimento.
E eles sabem como se divertir às próprias custas: é só dar uma olhada no videoclipe de 1997 para o hit “It’s no good”, que mostra o grupo como uma banda de baile.
“Eu acho que as pessoas às vezes não enxergam alguns aspectos de humor na nossa música”, disse Gore. “Elas passam tempo demais pensando em o que exatamente estamos tentando fazer e qual é o sentido exato de cada coisa”.
Sombrio
Mas ninguém pode negar que o Depeche Mode (“moda rápida”, em uma tradução livre do francês) conseguiu criar uma carreira aparentemente interminável ao remexer nas águas mais escuras da emoção humana, que conseguiu atrair legiões de fãs vestidos de preto em todo o mundo.
“A superfície do Depeche Mode é muito sombria e sinistra, mas às vezes isso parece ser tão forçado que chega muito perto de se transformar em uma piada interna”, disse o jornalista musical Alan Light. “Mesmo assim, para alguns de seus fãs, é precisamente esse aspecto sombrio que os atrai para a banda”.
Gahan, Gore e Fletcher continuam com forte influência sobre esses fãs. Nesta semana eles lançaram nos EUA seu 12º álbum de estúdio, “Sounds of the Universe”, seu trabalho mais eletrônico em 20 anos, que deve sair em breve no Brasil.
Utilizando baterias eletrônicas e teclados analógicos vintage, o trio inglês recria o seu som da década de 1980 – evocando ainda uma atmosfera futurista e espacial – enquanto as letras ainda dão voz às suas obsessões de longa data: os elementos sadomasoquistas dos relacionamentos e da fé.
“Diferente de muitos grupos de electro, que foram inovadores no uso da tecnologia mais incapazes de traduzir isso em canções consistentes – o Depeche Mode soa como um grupo de escritores que por acaso usavam esse som como sua tela”, diz Light.
Na lenta “In chains”, Gahan suspira por uma mulher que ele sabe que não é boa para ele, mas a quem ele não consegue resistir: “Eu sei que você sabia no dia em que você nasceu/ Eu sei que de alguma maneira eu deveria ter sido avisado/ Eu sei que eu caminho toda noite até o amanhecer acorrentado”.
Outros destaques incluem “Fragile tension” e “Corrupt”, além de “Hole to feed” e “Come back”, escritas por Gahan. Mas a verdadeira gema é o primeiro single “Wrong”, com um refrão explícito que faz da faixa a música mais revolucionária do Mode desde “Personal Jesus”.
“(‘Wrong’) não era a escolha mais óbvia. Não acho que a escolhemos (pare ser o single) porque sentimos que seria a melhor música. Escolhemos ela porque pensamos que é a coisa mais inovadora que já escrevemos, desafiando as convenções sobre o som do Depeche Mode”, diz Gahan.
Longevidade
Com os membros se aproximando da casa dos 50 anos, o foco deles permanece no novo material. “Nós desistiríamos se soubéssemos que as pessoas só viriam ver nossos shows para ouvir músicas que gravamos há 20 anos”, explica Gore.
Atingir novos fãs e manter um som atual é um desafio para qualquer artista – especialmente para aqueles que lidam com o flutuante gênero que é a música eletrônica. “Eu acho que uma das coisas que mantém a gente fazendo música é tentar escrever aquela canção perfeita e não sentir que se conseguiu”, imagina Gahan. “É um longo caminho. Quer dizer, nós sobrevivemos por quase três décadas, é bem assustador”.
Longevidade certamente não é um conceito com o qual eles se preocupavam no começo dos anos 80. “É fantástico que nós sejamos tão relevantes, nos apresentemos para grandes multidões e que haja tanto interesse em nossos novos discos”, diz Fletcher. “É algo que com certeza nós não esperávamos quando começamos. Só imaginávamos que a banda duraria alguns anos”.
Considerando um começo de carreira que pode ser chamado de tumultuado – os críticos da época destruiram impiedosamente seu hit de 1981, “Just can’t get enough” – e os tropeços, incluindo a batalha pública de Gahan contra as drogas (ele está sóbrio há anos) e as mudanças na formação da banda ao longo dos anos, o status icônico que eles adquiriram em todo o mundo é impressionante.
“Quando você faz música por algumas décadas, começa a perceber que tem que criar seu próprio caminho”, explica Gahan. “Você faz o que gosta. E às vezes – isso já aconteceu com a gente – você volta à moda”, ri.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Jon Spencer faz apresentação incendiária à frente do Heavy Trash
Banda mostrou sua mistura de rockabilly, punk e blues nesta quarta (22).
Público lotou o clube Studio SP, na capital paulista, para ver o quinteto.
Se o cantor e guitarrista Jon Spencer já havia deixado saudades quando esteve no Brasil com seu Blues Explosion em 2001, desta vez não foi diferente. O norte-americano que influenciou de White Stripes a The Black Keys com seu rock cru fez na noite de quarta-feira (22), em São Paulo, o que se pode chamar de apresentação incendiária com a banda Heavy Trash.
Veja fotos do show em SP
Formado pelo guitarrista e backing vocal Matt Verta-Ray mais dois integrantes do grupo dinamarquês Powersolo que se dividiam entre contrabaixo e bateria, além de um músico de apoio que tocou guitarra e cantou na mesa de som, atrás da plateia do apertado clube Studio SP, o grupo proporcionou momentos como há muito não se ouvia ao mostrar a mistura explosiva de rockabilly, punk e blues presente em seus dois discos, “Heavy Trash” (2005) e “Going way out with Heavy Trash” (2007).
Spencer exibiu a mesma boa forma e o carisma mostrados na ocasião em que se apresentou no festival Abril Pro Rock, há oito anos. Prova disso era o próprio público que, mesmo sem tanta intimidade com o repertório, aderiu completamente à performance barulhenta, com peso na medida certa e suingue suficiente para fazer os corpos chacoalharem.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Público lotou o clube Studio SP, na capital paulista, para ver o quinteto.
Se o cantor e guitarrista Jon Spencer já havia deixado saudades quando esteve no Brasil com seu Blues Explosion em 2001, desta vez não foi diferente. O norte-americano que influenciou de White Stripes a The Black Keys com seu rock cru fez na noite de quarta-feira (22), em São Paulo, o que se pode chamar de apresentação incendiária com a banda Heavy Trash.
Veja fotos do show em SP
Formado pelo guitarrista e backing vocal Matt Verta-Ray mais dois integrantes do grupo dinamarquês Powersolo que se dividiam entre contrabaixo e bateria, além de um músico de apoio que tocou guitarra e cantou na mesa de som, atrás da plateia do apertado clube Studio SP, o grupo proporcionou momentos como há muito não se ouvia ao mostrar a mistura explosiva de rockabilly, punk e blues presente em seus dois discos, “Heavy Trash” (2005) e “Going way out with Heavy Trash” (2007).
Spencer exibiu a mesma boa forma e o carisma mostrados na ocasião em que se apresentou no festival Abril Pro Rock, há oito anos. Prova disso era o próprio público que, mesmo sem tanta intimidade com o repertório, aderiu completamente à performance barulhenta, com peso na medida certa e suingue suficiente para fazer os corpos chacoalharem.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Show histórico do Nirvana no Reading Festival será lançado em DVD
Banda fez apresentação memorável no evento inglês em 1992.
Lançamento pela gravadora Universal está previsto para novembro.
O lendário show do Nirvana no Reading Festival de 1992 será lançado em DVD. A gravadora Universal planeja colocá-lo nas lojas em novembro. O projeto, segundo o semanário musical “NME”, foi “oficialmente aprovado” pelos músicos remanescentes.
A performance da banda no evento inglês em 30 de agosto daquele ano é considerada histórica. No início de 1992, os integrantes do Nirvana viviam a glória pós-lançamento do álbum “Nevermind”: eram aclamados pela crítica e respeitados pela indústria.
Só que a pressão deixou o trio próximo do esgotamento. A banda decidiu então não fazer outra turnê pelos Estados Unidos para divulgar o álbum, e sim apenas algumas apresentações esporádicas. Dias após o nascimento de Frances Bean, filha do vocalista com Courtney Love, o Nirvana fez um dos melhores shows de sua carreira.
Em meio a rumores de que estaria doente e de que os músicos estavam prestes a se separar, Kurt Cobain (morto em abril de 1994) entrou no palco em uma cadeira de rodas, vestindo peruca e roupas de paciente de hospital. A brincadeira deu lugar a uma apresentação memorável, com direito a canções novas e antigas, que entrou para a antologia do rock.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
Lançamento pela gravadora Universal está previsto para novembro.
O lendário show do Nirvana no Reading Festival de 1992 será lançado em DVD. A gravadora Universal planeja colocá-lo nas lojas em novembro. O projeto, segundo o semanário musical “NME”, foi “oficialmente aprovado” pelos músicos remanescentes.
A performance da banda no evento inglês em 30 de agosto daquele ano é considerada histórica. No início de 1992, os integrantes do Nirvana viviam a glória pós-lançamento do álbum “Nevermind”: eram aclamados pela crítica e respeitados pela indústria.
Só que a pressão deixou o trio próximo do esgotamento. A banda decidiu então não fazer outra turnê pelos Estados Unidos para divulgar o álbum, e sim apenas algumas apresentações esporádicas. Dias após o nascimento de Frances Bean, filha do vocalista com Courtney Love, o Nirvana fez um dos melhores shows de sua carreira.
Em meio a rumores de que estaria doente e de que os músicos estavam prestes a se separar, Kurt Cobain (morto em abril de 1994) entrou no palco em uma cadeira de rodas, vestindo peruca e roupas de paciente de hospital. A brincadeira deu lugar a uma apresentação memorável, com direito a canções novas e antigas, que entrou para a antologia do rock.
( fonte de informação: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/ )
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Virada Cultural em São Paulo terá mais de 800 atrações durante feriado prolongado
Evento terá pré-estreia com apresentação de grupo francês.
Central de Emergência e mais banheiros complementam infraestrutura.
A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (15) a programação completa da Virada Cultural evento anual que acontece entre os dias 2 e 3 de maio em 2009, das 18h do sábado às 18h do domingo. Segundo dados oficiais, serão mais de 800 atrações em palcos distribuídos por todo o centro da cidade, alem de dezenas de CEUs, unidades do SESC e outros espaços culturais.
Como declarou o diretor do evento, José Mauro Gnaspini, “a principal atração da Virada é a música, é ela que traz as pessoas para a rua, onde elas também terão acesso a outras formas de arte” – e música não falta na Virada. No palco principal, na Avenida São João, a abertura acontece com o “Concerto para grupo e orquestra” de Jon Lord (tecladista da banda inglesa de hard rock Deep Purple), e segue com Marcelo Camelo, Cordel do Fogo Encantado, a reunião dos Novos Baianos e fecha com um show de Maria Rita.
Consagrados
Alguns dos espaços consagrados se mantêm, como é o caso do Teatro Municipal, que traz músicos fazendo sessões únicas de um álbum marcante de suas carreiras, tocados na ordem certa, do começo ao fim. Em 2009, entre os destaques estão Arrigo Barnabé com “Clara Crocodilo”, Beto Guedes com “Alma de borracha”, Tom Zé com “Grande liquidação” e Francis Hime, ao lado da Orquestra Experimental de Repertório (regida por Jamil Maluf) tocando “Francis Hime”, de 1973.
A Praça da República continua também com o palco dedicado ao rock, com aprsentações de joelho de Porco, Tutti-frutti tocando o álbum “Fruto proibido”, MQN e com a banda cover de Frank Zappa Centra Scrutinizer Band se apresentando jutamente com Ike Willis, um dos principais frontman dos projetos do músico de vanguarda norte-americano. O rock ganha reforço com um palco na Estação da Luz, dedicados a homenagear Raul Seixas, que completa 20 anos de morte em 2009. Diferentes bandas vão tocar toda a discografia do roqueiro, em ordem cronológica – com participação dos Panteras, primeira banda de Raul, e Marcelo nova, último parceiro musical do baiano.
Um dos objetivos da Virada é a “ocupação do espaço simbólico que é o centro”, na opinião de Carlos Augusto Calil, Secretário Municipal de Cultura. A participação de artistas franceses deve ajudar a atingir esta meta, graças a uma parceria com o governo francês em virtude do Ano da França no Brasil. Na Catedral da Sé, o grupo Les Souffleurs Commandos Poétiques sopra poesia nos ouvidos dos passantes, e no Anangabaú (que mantém o Palco de Dança) o grupo Tango Sumo apresento o espetáculo “expédition paddock”, que se passa sobre camas.
Enquanto outras atrações francesas se espalham intinerantes pelas ruas da cidade, no Jardim da Luz ocorre mais uma novidade da Virada em 2009 – o evento terá uma pré-estreia no dia 1º, às 22h, com o grupo francês Carabosse fazendo a sua “Instalação de fogo” – que se repete no mesmo horário no dia seguinte.
A infra-estrutura do evento também será reforçada, diz o presidente da SP Turismo. A Virada vai contar com o dobro de banheiros químicos, organizados em bolsões, além de uma Central de Emergência, que vai reunir bombeiros, médicos, polícia e outros serviços públicos, facilitando o acesso do público. As linhas de ônibus e o metrô funcionará durante 24 horas, e a CET deve desviar o trânsito do centro, deixando o local livre para os pedestres.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Central de Emergência e mais banheiros complementam infraestrutura.
A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (15) a programação completa da Virada Cultural evento anual que acontece entre os dias 2 e 3 de maio em 2009, das 18h do sábado às 18h do domingo. Segundo dados oficiais, serão mais de 800 atrações em palcos distribuídos por todo o centro da cidade, alem de dezenas de CEUs, unidades do SESC e outros espaços culturais.
Como declarou o diretor do evento, José Mauro Gnaspini, “a principal atração da Virada é a música, é ela que traz as pessoas para a rua, onde elas também terão acesso a outras formas de arte” – e música não falta na Virada. No palco principal, na Avenida São João, a abertura acontece com o “Concerto para grupo e orquestra” de Jon Lord (tecladista da banda inglesa de hard rock Deep Purple), e segue com Marcelo Camelo, Cordel do Fogo Encantado, a reunião dos Novos Baianos e fecha com um show de Maria Rita.
Consagrados
Alguns dos espaços consagrados se mantêm, como é o caso do Teatro Municipal, que traz músicos fazendo sessões únicas de um álbum marcante de suas carreiras, tocados na ordem certa, do começo ao fim. Em 2009, entre os destaques estão Arrigo Barnabé com “Clara Crocodilo”, Beto Guedes com “Alma de borracha”, Tom Zé com “Grande liquidação” e Francis Hime, ao lado da Orquestra Experimental de Repertório (regida por Jamil Maluf) tocando “Francis Hime”, de 1973.
A Praça da República continua também com o palco dedicado ao rock, com aprsentações de joelho de Porco, Tutti-frutti tocando o álbum “Fruto proibido”, MQN e com a banda cover de Frank Zappa Centra Scrutinizer Band se apresentando jutamente com Ike Willis, um dos principais frontman dos projetos do músico de vanguarda norte-americano. O rock ganha reforço com um palco na Estação da Luz, dedicados a homenagear Raul Seixas, que completa 20 anos de morte em 2009. Diferentes bandas vão tocar toda a discografia do roqueiro, em ordem cronológica – com participação dos Panteras, primeira banda de Raul, e Marcelo nova, último parceiro musical do baiano.
Um dos objetivos da Virada é a “ocupação do espaço simbólico que é o centro”, na opinião de Carlos Augusto Calil, Secretário Municipal de Cultura. A participação de artistas franceses deve ajudar a atingir esta meta, graças a uma parceria com o governo francês em virtude do Ano da França no Brasil. Na Catedral da Sé, o grupo Les Souffleurs Commandos Poétiques sopra poesia nos ouvidos dos passantes, e no Anangabaú (que mantém o Palco de Dança) o grupo Tango Sumo apresento o espetáculo “expédition paddock”, que se passa sobre camas.
Enquanto outras atrações francesas se espalham intinerantes pelas ruas da cidade, no Jardim da Luz ocorre mais uma novidade da Virada em 2009 – o evento terá uma pré-estreia no dia 1º, às 22h, com o grupo francês Carabosse fazendo a sua “Instalação de fogo” – que se repete no mesmo horário no dia seguinte.
A infra-estrutura do evento também será reforçada, diz o presidente da SP Turismo. A Virada vai contar com o dobro de banheiros químicos, organizados em bolsões, além de uma Central de Emergência, que vai reunir bombeiros, médicos, polícia e outros serviços públicos, facilitando o acesso do público. As linhas de ônibus e o metrô funcionará durante 24 horas, e a CET deve desviar o trânsito do centro, deixando o local livre para os pedestres.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Caetano lança novo disco e fala sobre a velhice
Em entrevista, cantor comenta 'Zii e zie', gravado com banda jovem.
'É uma constatação, sou velho', diz músico de 66 anos.
Três anos depois do disco "Cê", que marcou seu reencontro com o rock, Caetano Veloso volta a lançar um disco à frente de uma banda jovem, em que o membro mais velho tem metade de sua idade. "É uma constatação, sou velho", disse o cantor e compositor de 66 anos ao apresentar "Zii e Zie", em entrevista na noite de terça-feira (14). "Todo mundo sabe que meu cabelo está quase todo branco", brincou.
Mas Caetano afirma que a diferença de idade entre ele e o resto da banda - composta por Pedro Sá, Ricardo Dias Gomes e Marcelo Callado - foi um elemento positivo na produção do novo álbum. "As idades são diferentes, mas os interesses são os mesmos. No estúdio, a gente não teve momentos de incompreensão, foi uma situação límpida de comunicação", conta.
O resultado é "Zii e zie", composto de 13 faixas que têm como principal inspiração a paisagem chuvosa do Rio de Janeiro que marcou grande parte de 2008, quando as canções foram criadas. "Estava chovendo muito e achei aquilo muito bonito", disse o músico, que, porém, confessa estar "morrendo de saudades" de São Paulo. "Hoje eu faria qualquer coisa para passar um mês inteiro lá", afirmou.
Tios e tias
Quanto ao título do novo disco, Caetano disse que queria fazer referência ao cotidiano das cidades brasileiras, já que "Zii e zie" significa tios e tias em italiano. "É o que todos nós somos quando paramos no sinal de trânsito, tios e tias, é como os meninos nos chamam", disse o cantor. "Na verdade, eu queria que o título fosse meio absurdo, meio ininteligível à primeira vista", completou.
Com o lançamento do álbum, Caetano colocou fim ao seu blog, Obra em progresso, onde mostrou em primeira mão as novas canções e trocou informações com fãs durante os últimos meses. "Agora o blog acabou, ele já cumpriu sua função, terminou virando um botequim virtual", disse o cantor, que afirma ter se adaptado muito bem a essa nova tecnologia, mas ainda não se rendeu aos telefones celulares. "Talvez eu ceda, talvez", disse rindo.
Caetano Veloso também apontou como fonte de inspiração de "Zii e zie" a realidade política brasileira, principalmente os governos Lula e Fernando Henrique Cardoso, os quais o cantor descreveu como "paraíso" e "sonho que parecia irrealizável". Mas Caetano também citou a "tristeza mitigada" de enfrentar os problemas sociais do país. "A gente sabe que tem uma vida triste. Ainda estamos com esse mapa sinistro, em que o sistema latifundiário se manteve e a distribuição de renda é obscena", disse. "Mas o Brasil está andando, o Obama até disse que o Lula é bonito", brincou.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
'É uma constatação, sou velho', diz músico de 66 anos.
Três anos depois do disco "Cê", que marcou seu reencontro com o rock, Caetano Veloso volta a lançar um disco à frente de uma banda jovem, em que o membro mais velho tem metade de sua idade. "É uma constatação, sou velho", disse o cantor e compositor de 66 anos ao apresentar "Zii e Zie", em entrevista na noite de terça-feira (14). "Todo mundo sabe que meu cabelo está quase todo branco", brincou.
Mas Caetano afirma que a diferença de idade entre ele e o resto da banda - composta por Pedro Sá, Ricardo Dias Gomes e Marcelo Callado - foi um elemento positivo na produção do novo álbum. "As idades são diferentes, mas os interesses são os mesmos. No estúdio, a gente não teve momentos de incompreensão, foi uma situação límpida de comunicação", conta.
O resultado é "Zii e zie", composto de 13 faixas que têm como principal inspiração a paisagem chuvosa do Rio de Janeiro que marcou grande parte de 2008, quando as canções foram criadas. "Estava chovendo muito e achei aquilo muito bonito", disse o músico, que, porém, confessa estar "morrendo de saudades" de São Paulo. "Hoje eu faria qualquer coisa para passar um mês inteiro lá", afirmou.
Tios e tias
Quanto ao título do novo disco, Caetano disse que queria fazer referência ao cotidiano das cidades brasileiras, já que "Zii e zie" significa tios e tias em italiano. "É o que todos nós somos quando paramos no sinal de trânsito, tios e tias, é como os meninos nos chamam", disse o cantor. "Na verdade, eu queria que o título fosse meio absurdo, meio ininteligível à primeira vista", completou.
Com o lançamento do álbum, Caetano colocou fim ao seu blog, Obra em progresso, onde mostrou em primeira mão as novas canções e trocou informações com fãs durante os últimos meses. "Agora o blog acabou, ele já cumpriu sua função, terminou virando um botequim virtual", disse o cantor, que afirma ter se adaptado muito bem a essa nova tecnologia, mas ainda não se rendeu aos telefones celulares. "Talvez eu ceda, talvez", disse rindo.
Caetano Veloso também apontou como fonte de inspiração de "Zii e zie" a realidade política brasileira, principalmente os governos Lula e Fernando Henrique Cardoso, os quais o cantor descreveu como "paraíso" e "sonho que parecia irrealizável". Mas Caetano também citou a "tristeza mitigada" de enfrentar os problemas sociais do país. "A gente sabe que tem uma vida triste. Ainda estamos com esse mapa sinistro, em que o sistema latifundiário se manteve e a distribuição de renda é obscena", disse. "Mas o Brasil está andando, o Obama até disse que o Lula é bonito", brincou.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
domingo, 12 de abril de 2009
Veteranos do hardcore melódico, No Use For A Name toca em festival em SP
Xlive Music Festival acontece neste domingo (12).
Além dos norte-americanos, evento tem mais 11 bandas nacionais.
De boné virado para trás, bermuda indo até a canela e um pé no skate, o hardcore melódico passou a segunda metade da década de 90 arregimentando adolescentes com seus refrões grudentos e volume e distorção no talo. O novo século veria a supremacia do “emo” sobre o estilo anterior, mas ainda existe uma cena dedicada à melodia punk.
Um desses exemplos de discípulos desse gênero tipicamente californiano é o No Use For A Name, instituição do hardcore melódico formado em 1987, que se apresenta em São Paulo neste domingo (12) de Páscoa, dentro do festival Xlive Music, que acontece no Hangar 110.
“No fundo é mais como um estilo de vida para nós”, diz o vocalista Tony Sly em entrevista ao G1, explicando como manter uma banda por mais de 20 anos na estrada contando com os altos e baixos de uma cena que pode ser instável. “Algumas bandas tratam tudo como um emprego – nós não conseguiríamos viver assim”.
Sly não se preocupa com as “inovações” do hardcore: “Prefiro escrever sobre o que me dá vontade do que ficar preocupado com o estilo que está na moda – é o único jeito de compor música para mim”.
Longevidade
O No Use For A Name se mantém na mesma gravadora, a independente Fat Wreck Chords (fundada por Fat Mike, vocalista do NOFX) desde 1993. “Trabalhar dessa forma foi o que nos deu longevidade, que é o que sempre quisemos. Não gostaria de ficar famoso de um dia para o outro e sumir do mapa na semana seguinte”.
A relação com o selo é boa – a banda inaugurou a série de discos ao vivo da gravadora “Live in a dive” em 2001, e em 2008 foi a vez de lançar a coletânea “All the best songs”, com 24 faixas remasterizadas e duas inéditas, além de um libreto de 24 páginas. “Acho que foi uma boa oportunidade para olhar para trás e reouvir o nosso material”, recorda Sly.
Enquanto trabalha no próximo álbum (o último disco de inéditas do grupo é de 2005), Sly tem se voltado ao passado: “Russ Rankin, do Only Crime, encheu o iPod dele de discos de hardcore e punk dos anos 80 e 90 – eu aproveitei para copiar as músicas dele par a o meu mp3 player, e é isso que eu tenho ouvido ultimamente”.
O Xlive conta também com um bom número de bandas brasileiras. A escalação completa inclui Sugar Kane, Cueio Limão, 35mls, Fistt, Fictícios, Triz, Galo Darve, Ponto Zero, Mr. Clown, Feijão com Arroz e Joystick. Os ingressos custam R$ 60 (com direito à meia-entrada) e o evento começa às 11h30 da manhã.
Serviço
Xlive Music Festival – São Paulo
Com No Use For A Name, Sugar Kane, Cueio Limão e outros
Quando: domingo (12), às 11h30
Onde:Hangar 110 - Rua Rodolfo Miranda, 110 - Bom Retiro – Tel. 3229-7442
Quanto: R$ 60
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Além dos norte-americanos, evento tem mais 11 bandas nacionais.
De boné virado para trás, bermuda indo até a canela e um pé no skate, o hardcore melódico passou a segunda metade da década de 90 arregimentando adolescentes com seus refrões grudentos e volume e distorção no talo. O novo século veria a supremacia do “emo” sobre o estilo anterior, mas ainda existe uma cena dedicada à melodia punk.
Um desses exemplos de discípulos desse gênero tipicamente californiano é o No Use For A Name, instituição do hardcore melódico formado em 1987, que se apresenta em São Paulo neste domingo (12) de Páscoa, dentro do festival Xlive Music, que acontece no Hangar 110.
“No fundo é mais como um estilo de vida para nós”, diz o vocalista Tony Sly em entrevista ao G1, explicando como manter uma banda por mais de 20 anos na estrada contando com os altos e baixos de uma cena que pode ser instável. “Algumas bandas tratam tudo como um emprego – nós não conseguiríamos viver assim”.
Sly não se preocupa com as “inovações” do hardcore: “Prefiro escrever sobre o que me dá vontade do que ficar preocupado com o estilo que está na moda – é o único jeito de compor música para mim”.
Longevidade
O No Use For A Name se mantém na mesma gravadora, a independente Fat Wreck Chords (fundada por Fat Mike, vocalista do NOFX) desde 1993. “Trabalhar dessa forma foi o que nos deu longevidade, que é o que sempre quisemos. Não gostaria de ficar famoso de um dia para o outro e sumir do mapa na semana seguinte”.
A relação com o selo é boa – a banda inaugurou a série de discos ao vivo da gravadora “Live in a dive” em 2001, e em 2008 foi a vez de lançar a coletânea “All the best songs”, com 24 faixas remasterizadas e duas inéditas, além de um libreto de 24 páginas. “Acho que foi uma boa oportunidade para olhar para trás e reouvir o nosso material”, recorda Sly.
Enquanto trabalha no próximo álbum (o último disco de inéditas do grupo é de 2005), Sly tem se voltado ao passado: “Russ Rankin, do Only Crime, encheu o iPod dele de discos de hardcore e punk dos anos 80 e 90 – eu aproveitei para copiar as músicas dele par a o meu mp3 player, e é isso que eu tenho ouvido ultimamente”.
O Xlive conta também com um bom número de bandas brasileiras. A escalação completa inclui Sugar Kane, Cueio Limão, 35mls, Fistt, Fictícios, Triz, Galo Darve, Ponto Zero, Mr. Clown, Feijão com Arroz e Joystick. Os ingressos custam R$ 60 (com direito à meia-entrada) e o evento começa às 11h30 da manhã.
Serviço
Xlive Music Festival – São Paulo
Com No Use For A Name, Sugar Kane, Cueio Limão e outros
Quando: domingo (12), às 11h30
Onde:Hangar 110 - Rua Rodolfo Miranda, 110 - Bom Retiro – Tel. 3229-7442
Quanto: R$ 60
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Eminem vai ser juiz em concurso de rap
Candidatos devem criar faixa usando a base de ‘Stan’, música do rapper.
Concurso é parceria de Eminem com a revista Vibe.
Depois de introduzir o Run-DMC ao Rock and Roll All of Fame e tentar tirar sarro de metade do pop atual com o videoclipe de “We made you” (faixa do álbum “Relapse”, que deve ser lançado nos próximos meses), o rapper Eminem lança um concurso de hip hop em parceria com a revista “Vibe”.
Os leitores poderão postar no site da revista, até o dia 21 de abril, vídeos onde apareçam declamando o que quiserem sobre a base da música “Stan”, um dos maiores hits de Eminem. Uma comissão da revista escolhe dez finalistas, que receberão uma outra faixa instrumental para fazer um novo rap. Entre os finalistas, o rapper vai escolher os dois que disputarão os votos do público.
“Eu entrei na cena através das batalhas de MCs, e vai ser bom ver isso acontecer na internet”, disse Eminem. O vencedor deve ganhar um microfone com uma inscrição dizendo que ele é o “Stan Nº 1” de Eminem, além de aparecer na revista e no site da “Vibe”.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Concurso é parceria de Eminem com a revista Vibe.
Depois de introduzir o Run-DMC ao Rock and Roll All of Fame e tentar tirar sarro de metade do pop atual com o videoclipe de “We made you” (faixa do álbum “Relapse”, que deve ser lançado nos próximos meses), o rapper Eminem lança um concurso de hip hop em parceria com a revista “Vibe”.
Os leitores poderão postar no site da revista, até o dia 21 de abril, vídeos onde apareçam declamando o que quiserem sobre a base da música “Stan”, um dos maiores hits de Eminem. Uma comissão da revista escolhe dez finalistas, que receberão uma outra faixa instrumental para fazer um novo rap. Entre os finalistas, o rapper vai escolher os dois que disputarão os votos do público.
“Eu entrei na cena através das batalhas de MCs, e vai ser bom ver isso acontecer na internet”, disse Eminem. O vencedor deve ganhar um microfone com uma inscrição dizendo que ele é o “Stan Nº 1” de Eminem, além de aparecer na revista e no site da “Vibe”.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
sábado, 11 de abril de 2009
Guns N’ Roses lança ‘Chinese democracy’ para o game ‘Rock band’
Disco estará disponível para consoles Playstation 3, Xbox 360 e Wii.
Jogadores poderão baixar o álbum a partir de terça-feira (14).
Já que os Guns N’ Roses não entram em turnê para promover o disco “Chinese democracy” , os fãs acabom por se contentar em encontrar a banda dentro da própria casa – ou, pelo menos, no videogame. O grupo liderado por Axl Rose anunciou nesta sexta-feira (10) que o seu novo álbum, lançado no final de 2008, deve ser disponibilizado para download para a plataforma de videogame “Rock band” na próxima terça-feira (14).
Os usuários de Xbox 360 e Playstation 3 vão poder baixas faixa a faixa do disco ou optar pelo download completo do álbum – já os donos do console Wii terão que se contentar com as músicas disponiblizadas uma a uma.
Esse é o maior esforço por parte do Guns N’ Roses até o momento para promover seu primeiro álbum em mais de 15 anos. O vídeo gravado para a música “Better” ainda em 2008 não foi lançado, e Rose tem dado pouquíssimas entrevistas. “Chinese democracy” foi lançado com um contrato de exclusividade de vendas para a rede de varejo Best Buy nos EUA, mas teve vendas abaixo do esperado.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Jogadores poderão baixar o álbum a partir de terça-feira (14).
Já que os Guns N’ Roses não entram em turnê para promover o disco “Chinese democracy” , os fãs acabom por se contentar em encontrar a banda dentro da própria casa – ou, pelo menos, no videogame. O grupo liderado por Axl Rose anunciou nesta sexta-feira (10) que o seu novo álbum, lançado no final de 2008, deve ser disponibilizado para download para a plataforma de videogame “Rock band” na próxima terça-feira (14).
Os usuários de Xbox 360 e Playstation 3 vão poder baixas faixa a faixa do disco ou optar pelo download completo do álbum – já os donos do console Wii terão que se contentar com as músicas disponiblizadas uma a uma.
Esse é o maior esforço por parte do Guns N’ Roses até o momento para promover seu primeiro álbum em mais de 15 anos. O vídeo gravado para a música “Better” ainda em 2008 não foi lançado, e Rose tem dado pouquíssimas entrevistas. “Chinese democracy” foi lançado com um contrato de exclusividade de vendas para a rede de varejo Best Buy nos EUA, mas teve vendas abaixo do esperado.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Billy Bob Thornton é vaiado durante show no Canadá
Ator se apresentava com sua banda The Boxmasters.
Thornton foi rude durante entrevista em rádio nesta semana.
Segundo o jornal canadense “Toronto Star”, o ator Billy Bob Thornton (“A última ceia”) foi vaiado durante sua apresentação ao lado da banda The Boxmasters na abertura do show do cantor country Willie Nelson, na casa de shows Massey Hall, em Toronto, Canadá.
Thornton foi vaiado quando tentou dar o seu lado da história a respeito de uma entrevista que deu ao radialista local Jian Ghomeshi na quarta-feira (8). “Vaiem o quanto quiserem, mas eu tenho que explicar isso”, disse. “eu não gosto de sensacionalismo. Se você olhar para alguém nos olhos e prometer alguma coisa, e não cumprir, você não vai ter sua entrevista. É assim que acontece”, completou.
Thornton estava se referindo ao fato de ter ficado bravo com o entrevistador por ter se referido a Billy como ator (e não como músico, como Thorton diz ter sido combinado). Ele se mostrou difícil, silenciando em muitas perguntas e dizendo que não conhecia Willie Nelson.
Ainda disse na entrevista que o público canadense era muito reservado e que pareciam “batatas amassadas sem tempero” – alguns membros da platéia ainda comentaram: “Vem aqui pegar seu tempero”.
Ganhador do Oscar de Melhor roteiro adaptado por “Na corda bamba”, que também dirigiu, Thornton começou a se aventurar na música com o disco solo “Private radio”, de 2001. Se álbum mais recente é o disco de estréia auto-intitulado do The Boxmasters, de 2008, onde o ator também toca bateria.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Thornton foi rude durante entrevista em rádio nesta semana.
Segundo o jornal canadense “Toronto Star”, o ator Billy Bob Thornton (“A última ceia”) foi vaiado durante sua apresentação ao lado da banda The Boxmasters na abertura do show do cantor country Willie Nelson, na casa de shows Massey Hall, em Toronto, Canadá.
Thornton foi vaiado quando tentou dar o seu lado da história a respeito de uma entrevista que deu ao radialista local Jian Ghomeshi na quarta-feira (8). “Vaiem o quanto quiserem, mas eu tenho que explicar isso”, disse. “eu não gosto de sensacionalismo. Se você olhar para alguém nos olhos e prometer alguma coisa, e não cumprir, você não vai ter sua entrevista. É assim que acontece”, completou.
Thornton estava se referindo ao fato de ter ficado bravo com o entrevistador por ter se referido a Billy como ator (e não como músico, como Thorton diz ter sido combinado). Ele se mostrou difícil, silenciando em muitas perguntas e dizendo que não conhecia Willie Nelson.
Ainda disse na entrevista que o público canadense era muito reservado e que pareciam “batatas amassadas sem tempero” – alguns membros da platéia ainda comentaram: “Vem aqui pegar seu tempero”.
Ganhador do Oscar de Melhor roteiro adaptado por “Na corda bamba”, que também dirigiu, Thornton começou a se aventurar na música com o disco solo “Private radio”, de 2001. Se álbum mais recente é o disco de estréia auto-intitulado do The Boxmasters, de 2008, onde o ator também toca bateria.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Fãs do Kiss imitam ídolos na hora de pintar o rosto
Apresentação em São Paulo teve inúmeros fãs devidamente maquiados.
Alguns aproveitaram a espera para se pintar logo antes do show.
Eu queria montar um cover do Kiss com os amigos, mas não era para eu fazer o papel de Gene Simmons. Só que na hora em que eu colquei a língua para fora, virei o baixista”. Devidamente maquiado e fantasiado, César Crepaldi, de Presidente Prudente (SP) explica sua principal característica em comum com o membro do Kiss: ambos compartilham de uma língua de tamanho descomunal.
Fogos, fumaça e sangue falso marcam show do Kiss em São Paulo
Veja trecho exclusivo de entrevista com o Kiss
Ouça especial GloboRadio com músicas do Kiss
Crepaldi é fã da banda desde a década de 70, e acompanhou todos os shows do grupo no Brasil, começando com a turnê de 1983. Encarnando Simmons desde a época, diz que mudou seu estilo com o tempo, incluindo seu traje: “No começo eu usava uma armadura de lata mesmo, cortava as bacias da minha mãe”.
Ele não é o único fã devidamente maquiado na apresentação do quarteto norte-americano nesta terça-feira (7) no show da banda na Arena Anhembi, em São Paulo. Enquanto se circulava pelo local, era muito comum esbarrar em alguém com a cara pintada.
Teve gente que aproveitou o tempo que tinha antes do começo da apresentação para dar um tapa no visual. É o caso de Rafael Souzeguin, que via a banda pela primeira vez: “Eu tinha o ingresso do show de 1999, mas não pude ir”, lembra, enquanto era pintado por Kethlen Rose.
Alguns estilos eram mais presentes que outros – o “Starchild” de Paul Stanley, mais fácil de executar, era quase onipresente, ao lado do também popular “Devil”, represenando Gene Simmons.
Com a maquiagem parecida com a de um gato, o “Catman” de Eric Singer era mais raro, mas o menos cotado era mesmo o “Spaceman” de Tommy Thayer, por um motivo específico: exigia a adição de uma terceira cor (cinza ou prateado, no caso) sobre o tradicional preto e branco. Mas mesmo essa combinação era possível de ser encontrada, como no caso do fã Thiago Nieto: “Deu trabalho, mas vale a pena”.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Alguns aproveitaram a espera para se pintar logo antes do show.
Eu queria montar um cover do Kiss com os amigos, mas não era para eu fazer o papel de Gene Simmons. Só que na hora em que eu colquei a língua para fora, virei o baixista”. Devidamente maquiado e fantasiado, César Crepaldi, de Presidente Prudente (SP) explica sua principal característica em comum com o membro do Kiss: ambos compartilham de uma língua de tamanho descomunal.
Fogos, fumaça e sangue falso marcam show do Kiss em São Paulo
Veja trecho exclusivo de entrevista com o Kiss
Ouça especial GloboRadio com músicas do Kiss
Crepaldi é fã da banda desde a década de 70, e acompanhou todos os shows do grupo no Brasil, começando com a turnê de 1983. Encarnando Simmons desde a época, diz que mudou seu estilo com o tempo, incluindo seu traje: “No começo eu usava uma armadura de lata mesmo, cortava as bacias da minha mãe”.
Ele não é o único fã devidamente maquiado na apresentação do quarteto norte-americano nesta terça-feira (7) no show da banda na Arena Anhembi, em São Paulo. Enquanto se circulava pelo local, era muito comum esbarrar em alguém com a cara pintada.
Teve gente que aproveitou o tempo que tinha antes do começo da apresentação para dar um tapa no visual. É o caso de Rafael Souzeguin, que via a banda pela primeira vez: “Eu tinha o ingresso do show de 1999, mas não pude ir”, lembra, enquanto era pintado por Kethlen Rose.
Alguns estilos eram mais presentes que outros – o “Starchild” de Paul Stanley, mais fácil de executar, era quase onipresente, ao lado do também popular “Devil”, represenando Gene Simmons.
Com a maquiagem parecida com a de um gato, o “Catman” de Eric Singer era mais raro, mas o menos cotado era mesmo o “Spaceman” de Tommy Thayer, por um motivo específico: exigia a adição de uma terceira cor (cinza ou prateado, no caso) sobre o tradicional preto e branco. Mas mesmo essa combinação era possível de ser encontrada, como no caso do fã Thiago Nieto: “Deu trabalho, mas vale a pena”.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Viúva perde US$ 360 milhões deixados de herança por Kurt Cobain
Advogada diz que Courtney Love percebeu o desfalque recentemente.
Autor do roubo pode ter tido acesso a documentos da família.
A roqueira Courtney Love descobriu recentemente que a herança deixada por Kurt Cobain após a morte do líder do Nirvana, em abril de 1994, está desaparecida. De acordo com a advogada da cantora, Rhonda J Holmes, pelo menos US$ 360 milhões destinados à viúva e à filha do casal, Frances Bean, foram roubados.
A autoria do roubo pode ter sido de pessoas que tiveram acesso a números de documentos de Cobain, Love e Bean.
A advogada da artista sugeriu que alguém pode ter se aproveitado de Courtney Love na época em que ela enfrentou problemas com drogas e não estava apta a cuidar das próprias finanças. Por isso, ela demorou a perceber o desfalque.
“Nós só conseguimos rastrear US$ 30 milhões até agora”, disse a advogada. “No último ano, Courtney começou a levar mais a sério a necessidade de se manter sóbria e só então começou a perceber que alguma coisa estava errada.”
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Autor do roubo pode ter tido acesso a documentos da família.
A roqueira Courtney Love descobriu recentemente que a herança deixada por Kurt Cobain após a morte do líder do Nirvana, em abril de 1994, está desaparecida. De acordo com a advogada da cantora, Rhonda J Holmes, pelo menos US$ 360 milhões destinados à viúva e à filha do casal, Frances Bean, foram roubados.
A autoria do roubo pode ter sido de pessoas que tiveram acesso a números de documentos de Cobain, Love e Bean.
A advogada da artista sugeriu que alguém pode ter se aproveitado de Courtney Love na época em que ela enfrentou problemas com drogas e não estava apta a cuidar das próprias finanças. Por isso, ela demorou a perceber o desfalque.
“Nós só conseguimos rastrear US$ 30 milhões até agora”, disse a advogada. “No último ano, Courtney começou a levar mais a sério a necessidade de se manter sóbria e só então começou a perceber que alguma coisa estava errada.”
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
terça-feira, 7 de abril de 2009
Novo clipe de Eminem tira sarro de Amy Winehouse e 'Jornada nas estrelas'
'We made you' é primeiro single do novo álbum do rapper.
O disco 'Relapse' deve ser lançado nos EUA em maio.
“Transformers”, Jessica Simpson, o vocalista do Poison, Sarah Palin, “Guitar hero”, Britney Spears, “Jornada nas estrelas”, Elvis Presley, Amy Winehouse – a verve de Enimen em seus vídeos continua em alta, a contar pela quantidade de referências devidamente satirizadas em “We made you”, primeiro videoclipe de seu disco inédito “Relapse” (previsto para maio).
Produzida por Dr. Dre, a faixa tem um refrão pop, influenciado pelo R&B. Já o vídeo, como em outros momentos da carreira de Eminem, é pura sátira. Em um momento, ele é o Dr. Spock de “Jornada nas estrelas”, com o amigo Dre no papel de Capitão Kirk. Em outro, ao lado de um esquimó e um urso polar, encontra a ex-candidata a vice-presidente dos EUA Sarah Palin. Eminem também aparece cantando com um fundo imitando o “Rock band”.
O último álbum de Eminem, "Curtain Call: The Hits," de 2005, vendeu 2,9 milhões de cópias nos EUA, segundo a Nielsen SoundScan. Seu último disco gravado em estúdio foi "Encore," de 2004, que vendeu 5,1 milhões de cópias.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
O disco 'Relapse' deve ser lançado nos EUA em maio.
“Transformers”, Jessica Simpson, o vocalista do Poison, Sarah Palin, “Guitar hero”, Britney Spears, “Jornada nas estrelas”, Elvis Presley, Amy Winehouse – a verve de Enimen em seus vídeos continua em alta, a contar pela quantidade de referências devidamente satirizadas em “We made you”, primeiro videoclipe de seu disco inédito “Relapse” (previsto para maio).
Produzida por Dr. Dre, a faixa tem um refrão pop, influenciado pelo R&B. Já o vídeo, como em outros momentos da carreira de Eminem, é pura sátira. Em um momento, ele é o Dr. Spock de “Jornada nas estrelas”, com o amigo Dre no papel de Capitão Kirk. Em outro, ao lado de um esquimó e um urso polar, encontra a ex-candidata a vice-presidente dos EUA Sarah Palin. Eminem também aparece cantando com um fundo imitando o “Rock band”.
O último álbum de Eminem, "Curtain Call: The Hits," de 2005, vendeu 2,9 milhões de cópias nos EUA, segundo a Nielsen SoundScan. Seu último disco gravado em estúdio foi "Encore," de 2004, que vendeu 5,1 milhões de cópias.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Kiss se apresenta em São Paulo nesta terça-feira
Banda norte-americana também toca no Rio nesta quarta (8).
Quarteto esteve no Brasil pela última vez em 1998.
A autoproclamada “banda mais quente do mundo” quer transformar a capital paulistana em “São Paulo rock city”. Nesta terça-feira (7), o Kiss se apresenta na Arena Anhembi, na zona norte da cidade. O quarteto norte-americano toca também no Rio de Janeiro na quarta (8), na Praça da Apoteose.
Quiz G1: Teste seus conhecimentos sobre o Kiss
O Kiss se apresentou no Brasil pela última vez em 1998, durante a turnê do álbum “Psycho circus” (último disco de inéditas da banda). Em 2008, o grupo – que atualmente conta apenas com o baixista Gene Simmons e o guitarrista Paul Stanley da formação original – lançou o ao vivo “Kiss alive 35”.
Ouça um especial GloboRadio com músicas do Kiss
Formado em 1973, o Kiss já lançou dezoito álbuns de estúdio e oito ao vivo, além de inúmeras compilações, vendendo mais de 15 milhões de discos em todo o mundo. A abertura da apresentação em São Paulo fica a cargo do grupo de hard rock brasileiro Dr. Sin.
Kiss em São Paulo
Quando: terça-feira (7), às 21h30 (abertura dos portões às 18h)
Onde: Arena Anhembi - Pista VIP - Portão 25 - Av. Olavo Fontoura/ Pista Normal - Portão 30 - R. Prof. Milton Rodrigues – Tel: 2846-6166
Quanto: R$ 170 a R$ 350 / www.ticketmaster.com.br
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Quarteto esteve no Brasil pela última vez em 1998.
A autoproclamada “banda mais quente do mundo” quer transformar a capital paulistana em “São Paulo rock city”. Nesta terça-feira (7), o Kiss se apresenta na Arena Anhembi, na zona norte da cidade. O quarteto norte-americano toca também no Rio de Janeiro na quarta (8), na Praça da Apoteose.
Quiz G1: Teste seus conhecimentos sobre o Kiss
O Kiss se apresentou no Brasil pela última vez em 1998, durante a turnê do álbum “Psycho circus” (último disco de inéditas da banda). Em 2008, o grupo – que atualmente conta apenas com o baixista Gene Simmons e o guitarrista Paul Stanley da formação original – lançou o ao vivo “Kiss alive 35”.
Ouça um especial GloboRadio com músicas do Kiss
Formado em 1973, o Kiss já lançou dezoito álbuns de estúdio e oito ao vivo, além de inúmeras compilações, vendendo mais de 15 milhões de discos em todo o mundo. A abertura da apresentação em São Paulo fica a cargo do grupo de hard rock brasileiro Dr. Sin.
Kiss em São Paulo
Quando: terça-feira (7), às 21h30 (abertura dos portões às 18h)
Onde: Arena Anhembi - Pista VIP - Portão 25 - Av. Olavo Fontoura/ Pista Normal - Portão 30 - R. Prof. Milton Rodrigues – Tel: 2846-6166
Quanto: R$ 170 a R$ 350 / www.ticketmaster.com.br
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Madonna deixa Malauí após ter pedido de adoção rejeitado
Segundo autoridades, cantora deixou país africano em jato particular.
Advogados vão recorrer para tentar adotar criança órfã.
A cantora Madonna deixou Malauí neste domingo em seu jato particular após ver rejeitado o pedido de adoção de uma segunda criança do país africano.
Segundo policiais próximos do aeroporto, Madonna entrou na aeronave carregando David, seu filho adotado também no país em 2006.
Os advogados da estrela disseram que vão recorrer da sentença que negou o pedido de adoção de uma criança órfã de 3 anos. Segundo eles, a negativa aconteceu porque ela não mora em Malauí.
No ultimo dia 3, a assessoria do departamento de Justiça do país africano disse que “a decisão foi tomada pelo fato de Madonna não viver no país e porque o juiz acredita que a criança está sendo bem tratada em um orfanato".
Segundo a agência de notícias Reuters, grupos de direitos humanos haviam acusado as autoridades malauianas de dar à cantora tratamento especial para adoção.
O governo recebeu críticas após Madonna ter adotado o menino malauiano de 13 meses de idade, David Banda, em 2006, e foi acusado de driblar as leis, concedendo tratamento diferencial à cantora.
A diva pop, que se divorciou no ano passado do diretor de cinema britânico Guy Ritchie, é uma das cantoras mais bem-sucedidas de todos os tempos, com vendas de discos superando os US$ 200 milhões.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Advogados vão recorrer para tentar adotar criança órfã.
A cantora Madonna deixou Malauí neste domingo em seu jato particular após ver rejeitado o pedido de adoção de uma segunda criança do país africano.
Segundo policiais próximos do aeroporto, Madonna entrou na aeronave carregando David, seu filho adotado também no país em 2006.
Os advogados da estrela disseram que vão recorrer da sentença que negou o pedido de adoção de uma criança órfã de 3 anos. Segundo eles, a negativa aconteceu porque ela não mora em Malauí.
No ultimo dia 3, a assessoria do departamento de Justiça do país africano disse que “a decisão foi tomada pelo fato de Madonna não viver no país e porque o juiz acredita que a criança está sendo bem tratada em um orfanato".
Segundo a agência de notícias Reuters, grupos de direitos humanos haviam acusado as autoridades malauianas de dar à cantora tratamento especial para adoção.
O governo recebeu críticas após Madonna ter adotado o menino malauiano de 13 meses de idade, David Banda, em 2006, e foi acusado de driblar as leis, concedendo tratamento diferencial à cantora.
A diva pop, que se divorciou no ano passado do diretor de cinema britânico Guy Ritchie, é uma das cantoras mais bem-sucedidas de todos os tempos, com vendas de discos superando os US$ 200 milhões.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Geração 'Kiss kids' é impedida de ir aos shows da banda no Brasil
Fãs com menos de 10 anos lamentam não ter idade para ver os ídolos.
Influenciados por pais e Guitar Hero, crianças têm brinquedos do grupo.
Eles têm menos de 10 anos - exatamente o tempo que o Kiss não lança um ábum de inéditas. Mas isso não impediu que a banda americana, com shows marcados no Brasil esta semana, roubasse no coração da criançada o lugar que teoricamente deveria ser ocupado pela bochechuda Hannah Montana ou pelos comportadinhos Jonas Brothers.
A maquiagem exagerada e o gesto malcriado de mostrar a língua, aliado a influência dos pais e a trilha do game musical Guitar Hero são os fatores responsáveis pela formação da geração "Kiss kids". O termo, aliás, serve para identificar a seção dedicada aos pequenos fãs no site oficial do grupo.
"O show do Kiss parece uma festa! Como se fosse um circo com palhaços, fogos de artifício, malabaristas...", compara o carioca Victor Rocha Carvalho, de 10 anos. O garoto se tornou um "Kiss kid" por influência do pai, que lhe mostrou vários DVDs com performances da banda.
Victor cita entre as músicas favoritas "Rock and roll all nite" e "Room service" - ambas do disco "Dressed to kill", lançado em 1975. "Coleciono camisetas, bandanas, munhequeiras, bonequinhos... Até botas do Kiss eu tenho!", diz o garoto. "Meus amigos gostam de fantasia de super-herói. Eu prefiro me fantasiar de Gene Simmons".
O amor por "super-Gene & cia" já foi transferido para o caçula da família, Matheus, de 8. "Estou com o coração partido de não poder levá-los ao show", lamenta a mãe dos meninos, a universitária Denise Correa Rocha. "Acho um absurdo destruir o sonho de uma criança desse jeito".
A organização dos shows - que acontecem na terça (7), na Arena Anhembi, em São Paulo, e na quarta (8), na Apoteose, no Rio - permite apenas a entrada de crianças com 12 e 13 anos acompanhadas pelos pais ou responsáveis, e maiores de 14 anos, desacompanhados.
"Por que um menino de 12 anos pode entrar com os pais e um de 10 não pode?", questiona o pai de Victor e Matheus, o professor Luciano Carvalho. "Escrevi uma carta no site oficial do Kiss relantando esse absurdo".
Inglês e guitarra
O mesmo tipo de reclamação faz a advogada carioca Patrícia Nascif Elhader, mãe de Victoria, de 10. "O Kiss é uma ótima influência na vida da minha filha. Ela aprendeu inglês traduzindo as músicas e se interessou em fazer aulas de guitarra só por causa da banda", diz. "Tenho autorização do Juizado de Menores, vou levá-la sim ao show. E na área VIP!", promete a mãezona.
"Faço aniversário este mês. Não tem presente que eu mais quero do que ir ao show", revela Victória. "Sou fã do Kiss por causa do meu pai e fanática por causa do Guitar Hero. Em 'Rock and roll all nite' sou fera, venço todo mundo!", brinca, espirituosa.
Outro pai de "Kiss kid", é o paulista Marcelo Antonio Peixoto. Coordenador de almoxarifado, ele já teve uma banda cover que fazia pequenas apresentações com playback dos hits do Kiss. O suficiente para conquistar o coração da filha, Vitória, de 7.
"Ela gosta de Hannah Montana, High School Musical e todas essas coisas que a criançada curte", diz Marcelo. "Mas desconfio que é só para não ficar de fora com o papo da turminha. Os olhos dela brilham mesmo é pelo Kiss", suspeita o pai-fã.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Influenciados por pais e Guitar Hero, crianças têm brinquedos do grupo.
Eles têm menos de 10 anos - exatamente o tempo que o Kiss não lança um ábum de inéditas. Mas isso não impediu que a banda americana, com shows marcados no Brasil esta semana, roubasse no coração da criançada o lugar que teoricamente deveria ser ocupado pela bochechuda Hannah Montana ou pelos comportadinhos Jonas Brothers.
A maquiagem exagerada e o gesto malcriado de mostrar a língua, aliado a influência dos pais e a trilha do game musical Guitar Hero são os fatores responsáveis pela formação da geração "Kiss kids". O termo, aliás, serve para identificar a seção dedicada aos pequenos fãs no site oficial do grupo.
"O show do Kiss parece uma festa! Como se fosse um circo com palhaços, fogos de artifício, malabaristas...", compara o carioca Victor Rocha Carvalho, de 10 anos. O garoto se tornou um "Kiss kid" por influência do pai, que lhe mostrou vários DVDs com performances da banda.
Victor cita entre as músicas favoritas "Rock and roll all nite" e "Room service" - ambas do disco "Dressed to kill", lançado em 1975. "Coleciono camisetas, bandanas, munhequeiras, bonequinhos... Até botas do Kiss eu tenho!", diz o garoto. "Meus amigos gostam de fantasia de super-herói. Eu prefiro me fantasiar de Gene Simmons".
O amor por "super-Gene & cia" já foi transferido para o caçula da família, Matheus, de 8. "Estou com o coração partido de não poder levá-los ao show", lamenta a mãe dos meninos, a universitária Denise Correa Rocha. "Acho um absurdo destruir o sonho de uma criança desse jeito".
A organização dos shows - que acontecem na terça (7), na Arena Anhembi, em São Paulo, e na quarta (8), na Apoteose, no Rio - permite apenas a entrada de crianças com 12 e 13 anos acompanhadas pelos pais ou responsáveis, e maiores de 14 anos, desacompanhados.
"Por que um menino de 12 anos pode entrar com os pais e um de 10 não pode?", questiona o pai de Victor e Matheus, o professor Luciano Carvalho. "Escrevi uma carta no site oficial do Kiss relantando esse absurdo".
Inglês e guitarra
O mesmo tipo de reclamação faz a advogada carioca Patrícia Nascif Elhader, mãe de Victoria, de 10. "O Kiss é uma ótima influência na vida da minha filha. Ela aprendeu inglês traduzindo as músicas e se interessou em fazer aulas de guitarra só por causa da banda", diz. "Tenho autorização do Juizado de Menores, vou levá-la sim ao show. E na área VIP!", promete a mãezona.
"Faço aniversário este mês. Não tem presente que eu mais quero do que ir ao show", revela Victória. "Sou fã do Kiss por causa do meu pai e fanática por causa do Guitar Hero. Em 'Rock and roll all nite' sou fera, venço todo mundo!", brinca, espirituosa.
Outro pai de "Kiss kid", é o paulista Marcelo Antonio Peixoto. Coordenador de almoxarifado, ele já teve uma banda cover que fazia pequenas apresentações com playback dos hits do Kiss. O suficiente para conquistar o coração da filha, Vitória, de 7.
"Ela gosta de Hannah Montana, High School Musical e todas essas coisas que a criançada curte", diz Marcelo. "Mas desconfio que é só para não ficar de fora com o papo da turminha. Os olhos dela brilham mesmo é pelo Kiss", suspeita o pai-fã.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Snoop Dogg vai produzir disco de remixes de Johnny Cash
Rapper é produtor executivo ao lado do filho do cantor de country
Dogg também canta em remix de 'I walk the line'.
O rapper Snoop Dogg vai produzir um álbum com remixes para músicas do cantor country Johnny Cash. Dogg assina a produção executiva de “Johnny Cash remixed”, que, além da participação do rapper em uma versão de “I walk the line”, conta com remixes assinados por artistas como Midnight Juggernatus, Apparat e Alabama 3.
Segundo o site do semanário inglês “”NME”, os outros produtores executivos do álbum são Mathew Knowles (pai da cantora Beyoncé) e John Carter Cash, filho de Johnny Cash e administrador do espólio do pai.
“Meu pai fez sua carreira desafiando a maneira que as pessoas esperavam e aceitavam as coisas”, explicou Carter Cash. “Ele teria amado este disco de remixes. Enquanto se mantém fiel às gravações originais, o CD se aproxima de terrenos não descobertos. Meu pai sempre foi fiel à tradição enquanto criava um novo tipo de música”. O álbum deve ser lançado em junho, e terá a seguinte tracklist:
“Get rhythm” (Philip Steir Remix)
“Big river” (Count de Money Remix)
“Country boy” (Sonny J Remix)
“I walk the line” (QDT Music Remix featuring Snopp Dogg)
“Doin' my time” (The Heavy Remix)
“Leave that junk alone” (Alabama 3 Remix)
“Port of lonely hearts” (Midnight Juggernauts Remix)
“Folsom prison blues” (Pete Rock Remix)
“Straight A's in love” (Troublemaker Remix)
“Sugartime” (Kennedy Remix)
“Rock island line” (Wolf Remix)
“Belshazzar” (Machine Drum Remix)
“I heard that lonesome whistle blow” (Apparat Remix)
Bônus:
“Wide open road” (Count de Money Remix)
“Trail to Mexico” (Mexican Institute Of Sound Remix)
“Hey Porter” (Mocean Worker Remix)
“Katy too” (DJ Enjay Remix)
“My treasure” (J G Scott Remix)
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Dogg também canta em remix de 'I walk the line'.
O rapper Snoop Dogg vai produzir um álbum com remixes para músicas do cantor country Johnny Cash. Dogg assina a produção executiva de “Johnny Cash remixed”, que, além da participação do rapper em uma versão de “I walk the line”, conta com remixes assinados por artistas como Midnight Juggernatus, Apparat e Alabama 3.
Segundo o site do semanário inglês “”NME”, os outros produtores executivos do álbum são Mathew Knowles (pai da cantora Beyoncé) e John Carter Cash, filho de Johnny Cash e administrador do espólio do pai.
“Meu pai fez sua carreira desafiando a maneira que as pessoas esperavam e aceitavam as coisas”, explicou Carter Cash. “Ele teria amado este disco de remixes. Enquanto se mantém fiel às gravações originais, o CD se aproxima de terrenos não descobertos. Meu pai sempre foi fiel à tradição enquanto criava um novo tipo de música”. O álbum deve ser lançado em junho, e terá a seguinte tracklist:
“Get rhythm” (Philip Steir Remix)
“Big river” (Count de Money Remix)
“Country boy” (Sonny J Remix)
“I walk the line” (QDT Music Remix featuring Snopp Dogg)
“Doin' my time” (The Heavy Remix)
“Leave that junk alone” (Alabama 3 Remix)
“Port of lonely hearts” (Midnight Juggernauts Remix)
“Folsom prison blues” (Pete Rock Remix)
“Straight A's in love” (Troublemaker Remix)
“Sugartime” (Kennedy Remix)
“Rock island line” (Wolf Remix)
“Belshazzar” (Machine Drum Remix)
“I heard that lonesome whistle blow” (Apparat Remix)
Bônus:
“Wide open road” (Count de Money Remix)
“Trail to Mexico” (Mexican Institute Of Sound Remix)
“Hey Porter” (Mocean Worker Remix)
“Katy too” (DJ Enjay Remix)
“My treasure” (J G Scott Remix)
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Soldados dos EUA usam música como inspiração e tática de guerra no Iraque
Pesquisa mostra a relação dos soldados com a música durante confronto.
Metal é o estilo predominante entre os militares americanos.
A Guerra do Iraque transformou em realidade uma das cenas mais clássicas no cinema hollywoodiano. Ao se preparar para uma incursão contra insurgentes em Bagdá, soldados norte-americanos avançaram rumo ao combate ao som da “Cavalgada das Valquírias”, de Wagner, tocado nos autofalantes de tanques. Graças aos avanços tecnológicos recentes, a música finalmente se tornou portátil, e passou a ter uma presença marcante na experiência de soldados em conflitos armados pelo mundo, especialmente no Iraque.
Esta vivência real do que Francis Ford Coppola mostrou ao mundo em “Apocalypse Now” (na ficção eram helicópteros no Vietnã) foi relatada por soldados a Jonathan Pieslak, musicólogo que analisou a relação entre os militares e a música durante a invasão do Iraque, e que lançará um livro sobre isso no próximo mês.
“A música funcionava como inspiração para o combate. Os soldados contam que usavam o comunicador interno para que todos pudessem ouvir as mesmas músicas”, disse Pieslak, em entrevista ao G1, por telefone. Segundo ele, é natural que cada soldado tivesse sua própria relação com a música, dependendo do trabalho que era feito e do próprio gosto de cada um. Mesmo assim, a maior parte dos entrevistados da pesquisa disse usar a música como inspiração antes de combates, assumindo uma mentalidade agressiva e ficando em estado de alerta durante as missões. “Ela ajudava eles a se concentrarem, terem foco na missão”, disse.
Na hora em que o combate de fato começava, entretanto, os soldados relatavam que deixavam de ouvir qualquer coisa que estivesse sendo tocada, tamanha a concentração, disse Pieslak. O livro “Sound Targets: American Soldiers and Music in the Iraq War” (Alvos sonoros: soldados americanos e a música na Guerra do Iraque) vai ser lançado em maio nos Estados Unidos, e vai reunir a resultado de uma série de entrevistas realizadas desde 2004 com militares que estiveram nesta guerra e em conflitos anteriores.
Tecnologia
Se a música já fazia parte do cotidiano de soldados em outros conflitos da história, o grande diferencial da situação no Iraque foi trazido pela tecnologia. “Ela mudou a relação dos soldados com a música. No Iraque, eles tiveram a oportunidade de lidar com músicas de forma sem precedentes”, disse Pieslak. Isso vai de notebooks e MP3 players e Ipods a mesmo a capacidade de criar e gravar música.
“Todos os soldados têm suas músicas, e eles conseguem se relacionar com elas de forma íntima. Soldados da primeira guerra no golfo (1990-91) relataram que, por mais que tivessem alguns toca CDs na época, a tecnologia colocava uma barreira entre eles e a música, e eles contam que gostariam de ter Ipods e coisas do tipo naquela época”, disse.
Além de ouvir músicas, agora os soldados também podem criar as suas própria. “Acho que isso sempre aconteceu, de soldados comporem canções, mesmo que fosse de brincadeira, fazendo paródias. A diferença é que agora é fácil ter programas de computador que permitem que eles gravem discos inteiros no contexto do combate. Isso é algo que só aconteceu agora no Iraque.”
Pieslak disse ter ficado impressionado com a quantidade de músicas sendo compostas pelos soldados, e especialmente com a qualidade dessas músicas. Segundo ele, há coisas interessantes que vão além do rock, do country, do rap.
“É interessante estudar os efeitos das músicas para os soldados, pois os militares têm uma mentalidade muito própria, então é preciso estudar o grupo como algo à parte, como se estivesse estudando uma cultura diferente do sudeste asiático, por exemplo. Essas músicas que eles criam por lá refletem bem essa mentalidade, que é diferente da mentalidade popular dos norte-americanos.”
Metal
Pela variedade de pessoas e de gostos entre os soldados, explicou Pieslak, seria difícil indicar uma única música que seja representativa do conflito para todos os militares americanos. “Cada um tem uma relação diferente com as músicas que ouve, dependendo da situação em que está na zona de conflito”, disse. Uma canção, entretanto, acaba aparecendo repetidamente em relatos sobre a guerra: “Bodies”, de Drowning Pool, que repete o refrão “let the bodies hit the floor” (deixe os corpos caírem no chão). “Mesmo assim, há uma forte variação de experiências, dependendo da idade dos soldados, do gênero, da cor da pele, da região de origem”, disse Pieslak.
A indicação da banda de new metal americana aponta para uma preferência no meio de tanta variedade. “O heavy metal é o estilo predominante, especialmente por soldados brancos. Entre os negros, usa-se muito rap também, mas o metal é o mais comum”, explicou o pesquisador.
O heavy metal como fonte de agressividade é um clichê, mas os soldados acabam se inspirando nisso mesmo quando a música na verdade critica o conflito. “Na guerra, eles usam especialmente os estilos que falam de conflitos, de violência, mesmo que os compositores tenham criado as canções pensando em fazer oposição à guerra. As letras acabam mudando de contexto, se encaixando na experiência vivida pelos soldados”, disse.
Para aumentar ainda mais o que pode parecer um clichê, o pesquisador contou que um dos soldados alegava gostar de escutar Slayer, pois a música era como usar uma metralhadora. “Ele via essa ligação entre o som e o sentimento do combate na música. A distorção da guitarra, o ritmo e a métrica da guitarra e do baixo os faziam entrar no clima da guerra.”
Inimigo
Do outro lado de soldados norte-americanos agitados e agressivos após ouvirem músicas barulhentas para se inspirar estão os inimigos, que acabam também sendo afetados pelas músicas ou por qualquer som que os militares possam usar como tática de guerra.
“A música é usada como tática psicológica há anos”, disse. Segundo ele, isso começou no Panamá, quando os soldados americanos perceberam que a música que eles estavam escutando irritava Noriega, que estava se escondendo dentro de um palácio cercado. “Quando perceberam, eles aumentaram o volume. Isso é semelhante ao que acontece no Iraque, e aí é independente do tipo de música, pois é o efeito de qualquer som irritante, estressante, que tem efeitos psicológicos sobre o inimigo.”
Para ele, pode haver associações culturais de que o heavy metal é ofensivo para os árabes, por haver uma associação com os soldados ocidentais, mas talvez a irritação funcionasse igualmente com outros estilos.
“Um dos soldados com quem conversei disse ter feito uma gravação com bebês chorando, e que isso funcionava para desestabilizar o inimigo durante alguns confrontos.”
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Metal é o estilo predominante entre os militares americanos.
A Guerra do Iraque transformou em realidade uma das cenas mais clássicas no cinema hollywoodiano. Ao se preparar para uma incursão contra insurgentes em Bagdá, soldados norte-americanos avançaram rumo ao combate ao som da “Cavalgada das Valquírias”, de Wagner, tocado nos autofalantes de tanques. Graças aos avanços tecnológicos recentes, a música finalmente se tornou portátil, e passou a ter uma presença marcante na experiência de soldados em conflitos armados pelo mundo, especialmente no Iraque.
Esta vivência real do que Francis Ford Coppola mostrou ao mundo em “Apocalypse Now” (na ficção eram helicópteros no Vietnã) foi relatada por soldados a Jonathan Pieslak, musicólogo que analisou a relação entre os militares e a música durante a invasão do Iraque, e que lançará um livro sobre isso no próximo mês.
“A música funcionava como inspiração para o combate. Os soldados contam que usavam o comunicador interno para que todos pudessem ouvir as mesmas músicas”, disse Pieslak, em entrevista ao G1, por telefone. Segundo ele, é natural que cada soldado tivesse sua própria relação com a música, dependendo do trabalho que era feito e do próprio gosto de cada um. Mesmo assim, a maior parte dos entrevistados da pesquisa disse usar a música como inspiração antes de combates, assumindo uma mentalidade agressiva e ficando em estado de alerta durante as missões. “Ela ajudava eles a se concentrarem, terem foco na missão”, disse.
Na hora em que o combate de fato começava, entretanto, os soldados relatavam que deixavam de ouvir qualquer coisa que estivesse sendo tocada, tamanha a concentração, disse Pieslak. O livro “Sound Targets: American Soldiers and Music in the Iraq War” (Alvos sonoros: soldados americanos e a música na Guerra do Iraque) vai ser lançado em maio nos Estados Unidos, e vai reunir a resultado de uma série de entrevistas realizadas desde 2004 com militares que estiveram nesta guerra e em conflitos anteriores.
Tecnologia
Se a música já fazia parte do cotidiano de soldados em outros conflitos da história, o grande diferencial da situação no Iraque foi trazido pela tecnologia. “Ela mudou a relação dos soldados com a música. No Iraque, eles tiveram a oportunidade de lidar com músicas de forma sem precedentes”, disse Pieslak. Isso vai de notebooks e MP3 players e Ipods a mesmo a capacidade de criar e gravar música.
“Todos os soldados têm suas músicas, e eles conseguem se relacionar com elas de forma íntima. Soldados da primeira guerra no golfo (1990-91) relataram que, por mais que tivessem alguns toca CDs na época, a tecnologia colocava uma barreira entre eles e a música, e eles contam que gostariam de ter Ipods e coisas do tipo naquela época”, disse.
Além de ouvir músicas, agora os soldados também podem criar as suas própria. “Acho que isso sempre aconteceu, de soldados comporem canções, mesmo que fosse de brincadeira, fazendo paródias. A diferença é que agora é fácil ter programas de computador que permitem que eles gravem discos inteiros no contexto do combate. Isso é algo que só aconteceu agora no Iraque.”
Pieslak disse ter ficado impressionado com a quantidade de músicas sendo compostas pelos soldados, e especialmente com a qualidade dessas músicas. Segundo ele, há coisas interessantes que vão além do rock, do country, do rap.
“É interessante estudar os efeitos das músicas para os soldados, pois os militares têm uma mentalidade muito própria, então é preciso estudar o grupo como algo à parte, como se estivesse estudando uma cultura diferente do sudeste asiático, por exemplo. Essas músicas que eles criam por lá refletem bem essa mentalidade, que é diferente da mentalidade popular dos norte-americanos.”
Metal
Pela variedade de pessoas e de gostos entre os soldados, explicou Pieslak, seria difícil indicar uma única música que seja representativa do conflito para todos os militares americanos. “Cada um tem uma relação diferente com as músicas que ouve, dependendo da situação em que está na zona de conflito”, disse. Uma canção, entretanto, acaba aparecendo repetidamente em relatos sobre a guerra: “Bodies”, de Drowning Pool, que repete o refrão “let the bodies hit the floor” (deixe os corpos caírem no chão). “Mesmo assim, há uma forte variação de experiências, dependendo da idade dos soldados, do gênero, da cor da pele, da região de origem”, disse Pieslak.
A indicação da banda de new metal americana aponta para uma preferência no meio de tanta variedade. “O heavy metal é o estilo predominante, especialmente por soldados brancos. Entre os negros, usa-se muito rap também, mas o metal é o mais comum”, explicou o pesquisador.
O heavy metal como fonte de agressividade é um clichê, mas os soldados acabam se inspirando nisso mesmo quando a música na verdade critica o conflito. “Na guerra, eles usam especialmente os estilos que falam de conflitos, de violência, mesmo que os compositores tenham criado as canções pensando em fazer oposição à guerra. As letras acabam mudando de contexto, se encaixando na experiência vivida pelos soldados”, disse.
Para aumentar ainda mais o que pode parecer um clichê, o pesquisador contou que um dos soldados alegava gostar de escutar Slayer, pois a música era como usar uma metralhadora. “Ele via essa ligação entre o som e o sentimento do combate na música. A distorção da guitarra, o ritmo e a métrica da guitarra e do baixo os faziam entrar no clima da guerra.”
Inimigo
Do outro lado de soldados norte-americanos agitados e agressivos após ouvirem músicas barulhentas para se inspirar estão os inimigos, que acabam também sendo afetados pelas músicas ou por qualquer som que os militares possam usar como tática de guerra.
“A música é usada como tática psicológica há anos”, disse. Segundo ele, isso começou no Panamá, quando os soldados americanos perceberam que a música que eles estavam escutando irritava Noriega, que estava se escondendo dentro de um palácio cercado. “Quando perceberam, eles aumentaram o volume. Isso é semelhante ao que acontece no Iraque, e aí é independente do tipo de música, pois é o efeito de qualquer som irritante, estressante, que tem efeitos psicológicos sobre o inimigo.”
Para ele, pode haver associações culturais de que o heavy metal é ofensivo para os árabes, por haver uma associação com os soldados ocidentais, mas talvez a irritação funcionasse igualmente com outros estilos.
“Um dos soldados com quem conversei disse ter feito uma gravação com bebês chorando, e que isso funcionava para desestabilizar o inimigo durante alguns confrontos.”
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Estilista processa Courtney Love por comentários no Twitter
Viúva de Kurt Cobain é a primeira celebridade processada por 'twittar'.
Dawn Simorangkir acusa Love de invasão de privacidade e difamação.
O Twitter se tornou popular entre as celebridades. E as pessoas que fingem ser celebridades. Às vezes é difícil imaginar quem é quem.
Shaquille O'Neal? Sim, sua conta de Twitter é real. É ele.
50 Cent? Não exatamente. O rapper pagou para uma pessoa para escrever no Twitter por ele.
Britney Spears? Ela tem toda uma equipe de pessoas "twittando" por ela. Então não é realmente ela.
Christopher Walken? Impostor!
Courtney Love? É ela.
De fato, Courtney Love ganhou a distinção de ser a primeira celebridade processada por "twittar".
Na Corte Suprema de Los Angeles, a estilista Dawn Simorangkir, também conhecida como Boudoir Queen, na última quinta-feira, entrou com um processo contra Love por difamação, invasão de privacidade e por danos morais em "um extenso discurso extravagante" no Twitter sobre como ela foi cobrada por roupas feitas sob encomenda.
'Círculo de fogo'
É difícil se estender quando se está limitado a 140 caracteres. Mas se qualquer um pode fazer isso, é Courtney Love, que supostamente escreveu comentários irônicos como "opa, não f... com o meu guarda-roupas ou você acabará em um círculo de fogo e será caçado até a morte".
"Mesmo que causada pela indução psicótica de droga, uma visão deformada da realidade, ou a crença de que seu dinheiro e fama permitem que ela desobedeça a lei, Love entrou em uma cruzada obsessiva e decepcionante para aterrorizar e destruir Simorangkir, sua reputação e seu sustento", disse a acusação.
O porta-voz de Love não quis comentar o processo judicial.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Dawn Simorangkir acusa Love de invasão de privacidade e difamação.
O Twitter se tornou popular entre as celebridades. E as pessoas que fingem ser celebridades. Às vezes é difícil imaginar quem é quem.
Shaquille O'Neal? Sim, sua conta de Twitter é real. É ele.
50 Cent? Não exatamente. O rapper pagou para uma pessoa para escrever no Twitter por ele.
Britney Spears? Ela tem toda uma equipe de pessoas "twittando" por ela. Então não é realmente ela.
Christopher Walken? Impostor!
Courtney Love? É ela.
De fato, Courtney Love ganhou a distinção de ser a primeira celebridade processada por "twittar".
Na Corte Suprema de Los Angeles, a estilista Dawn Simorangkir, também conhecida como Boudoir Queen, na última quinta-feira, entrou com um processo contra Love por difamação, invasão de privacidade e por danos morais em "um extenso discurso extravagante" no Twitter sobre como ela foi cobrada por roupas feitas sob encomenda.
'Círculo de fogo'
É difícil se estender quando se está limitado a 140 caracteres. Mas se qualquer um pode fazer isso, é Courtney Love, que supostamente escreveu comentários irônicos como "opa, não f... com o meu guarda-roupas ou você acabará em um círculo de fogo e será caçado até a morte".
"Mesmo que causada pela indução psicótica de droga, uma visão deformada da realidade, ou a crença de que seu dinheiro e fama permitem que ela desobedeça a lei, Love entrou em uma cruzada obsessiva e decepcionante para aterrorizar e destruir Simorangkir, sua reputação e seu sustento", disse a acusação.
O porta-voz de Love não quis comentar o processo judicial.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Miley Cyrus lança filme e diz que não fará mais cinema como Hannah Montana
Seriado da Disney, no entanto, deve continuar por pelo menos dois anos.
Jovem está envolvida em projeto de Hollywood; 'quero ver se sou boa atriz'.
Miley Cyrus planeja voltar aos cinemas, e logo. Mas não como Hannah Montana. Pelo menos é o que afirma a atriz de 16 anos, cujo alter ego traz sua vida dupla como uma pop star às salas de cinema dos Estados Unidos em “Hannah Montana: O filme” –que estreia por lá em 10 de abril.
“Nós realmente tivemos sorte em ter material para fazermos um filme”, afirmou Cyrus. O filme revela a identidade de Hannah Montana ao mundo de forma “muito esperta”, segundo a atriz, e diminui as chances de haver uma continuação –mas que não destroi o futuro do popular seriado da Disney.
“Não sei se faria outro filme de Hannah Montana, mas adoraria fazer outra temporadada série”, afirmou Cyrus, que já assinou contrato para uma terceira temporada e se diz interessada numa quarta. “Isso seria o que todos concordamos.”
A atriz também parece concordar com um salto para Hollywood. Ela está planejando passar o verão trabalhando em um filme escrito pelo autor Nicholas Sparks –que não se trata de uma adaptação literária de nenhum best-seller. Desta vez, ele dirige o filme e escolheu Cyrus para um dos papeis.
O título é “The last song” (a última canção), mas ninguém fala mais do que isso. No entanto, parece que o longa testará o talento da jovem. “Sempre tive sorte de papeis que se pareciam comigo. E esse é totalmente diferente. Tenho meus problemas, mas não tão graves quanto os dessa garota. Então, estou feliz em interpretar alguém que está por aí, e não alguém que seja semelhante a mim.”
“Quero ver se sou mesmo uma boa atriz ou apenas boa em interpretar eu mesma. Veremos como vai ser”, encerra.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Jovem está envolvida em projeto de Hollywood; 'quero ver se sou boa atriz'.
Miley Cyrus planeja voltar aos cinemas, e logo. Mas não como Hannah Montana. Pelo menos é o que afirma a atriz de 16 anos, cujo alter ego traz sua vida dupla como uma pop star às salas de cinema dos Estados Unidos em “Hannah Montana: O filme” –que estreia por lá em 10 de abril.
“Nós realmente tivemos sorte em ter material para fazermos um filme”, afirmou Cyrus. O filme revela a identidade de Hannah Montana ao mundo de forma “muito esperta”, segundo a atriz, e diminui as chances de haver uma continuação –mas que não destroi o futuro do popular seriado da Disney.
“Não sei se faria outro filme de Hannah Montana, mas adoraria fazer outra temporadada série”, afirmou Cyrus, que já assinou contrato para uma terceira temporada e se diz interessada numa quarta. “Isso seria o que todos concordamos.”
A atriz também parece concordar com um salto para Hollywood. Ela está planejando passar o verão trabalhando em um filme escrito pelo autor Nicholas Sparks –que não se trata de uma adaptação literária de nenhum best-seller. Desta vez, ele dirige o filme e escolheu Cyrus para um dos papeis.
O título é “The last song” (a última canção), mas ninguém fala mais do que isso. No entanto, parece que o longa testará o talento da jovem. “Sempre tive sorte de papeis que se pareciam comigo. E esse é totalmente diferente. Tenho meus problemas, mas não tão graves quanto os dessa garota. Então, estou feliz em interpretar alguém que está por aí, e não alguém que seja semelhante a mim.”
“Quero ver se sou mesmo uma boa atriz ou apenas boa em interpretar eu mesma. Veremos como vai ser”, encerra.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Natalie Cole diz que precisa de um doador de rim
Cantora deu entrevista para a rede de TV CNN.
Em fevereiro de 2008, ela teve diagnosticado hepatite C.
A cantora Natalie Cole disse que está precisando de um doador de rim durante entrevista para o programa de Larry King, na CNN.
Segundo ela, a descoberta aconteceu após ter diagnosticado hepatite C, em fevereiro de 2008. Após passar por quimioterapia, seus rins pararam de funcionar.
A rede de TV disse que dezenas de e-mails foram enviados depois de a cantora contar que teve batalhas contra as drogas, doenças e a procura por um rim.
Segundo a CNN, as pessoas se ofereceram para saber se o rim é compatível com a de Natalie Cole. Em seguida, King mostrou e entregou em papel todos os e-mails dos fãs.
“Estas pessoas querem dar um rim para você”, disse o apresentador.
“Há grandes pessoas lá fora. É o que eu posso dizer”, afirmou Natalie, que já teve problemas com cocaína e heroína. “Eu estou em uma longa lista que está procurando por doadores”, completou a cantora, filha do legendário Nat King Cole.
Natalie ganhou seis Grammy em 1991 pelo álbum: “Unforgettable... With Love”. Este ano, ela recebeu mais dois prêmios.
“Estou podendo continuar a trabalhar, porque faço diálise em Istambul, Milão, Indonésia, Manilla, Londres. É incrível”, afirmou.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Em fevereiro de 2008, ela teve diagnosticado hepatite C.
A cantora Natalie Cole disse que está precisando de um doador de rim durante entrevista para o programa de Larry King, na CNN.
Segundo ela, a descoberta aconteceu após ter diagnosticado hepatite C, em fevereiro de 2008. Após passar por quimioterapia, seus rins pararam de funcionar.
A rede de TV disse que dezenas de e-mails foram enviados depois de a cantora contar que teve batalhas contra as drogas, doenças e a procura por um rim.
Segundo a CNN, as pessoas se ofereceram para saber se o rim é compatível com a de Natalie Cole. Em seguida, King mostrou e entregou em papel todos os e-mails dos fãs.
“Estas pessoas querem dar um rim para você”, disse o apresentador.
“Há grandes pessoas lá fora. É o que eu posso dizer”, afirmou Natalie, que já teve problemas com cocaína e heroína. “Eu estou em uma longa lista que está procurando por doadores”, completou a cantora, filha do legendário Nat King Cole.
Natalie ganhou seis Grammy em 1991 pelo álbum: “Unforgettable... With Love”. Este ano, ela recebeu mais dois prêmios.
“Estou podendo continuar a trabalhar, porque faço diálise em Istambul, Milão, Indonésia, Manilla, Londres. É incrível”, afirmou.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
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