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segunda-feira, 30 de março de 2009
Pastor metaleiro troca o Iron Maiden pela palavra de Cristo
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Fanático pela banda até 2005, Marcos Motolo tem o corpo inteiro tatuado.
Convertido após uma 'visão', ele diz agora que é capaz de fazer milagres.
O autoproclamado fã número 1 do Iron Maiden mora em um sobrado humilde no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo. Fanático pelos metaleiros desde a década de 1980, Marcos Motolo, 36, diz ter feito 172 tatuagens da banda por todo o corpo e, como se o feito não bastasse para provar sua devoção, ainda registrou o filho de dez anos como Steve Harris em homenagem ao lendário baixista do grupo. Mas, da turnê recente do Maiden pelo país - que se encerra nesta terça com um show em Recife -, Motolo conta que não conseguiu ver nenhum show. Estava ocupado demais pregando a palavra de Cristo como pastor evangélico.
Personagem do documentário "Flight 666", filme oficial da banda britânica de heavy metal que tem estreia nos cinemas prevista para o mês que vem, o pastor metaleiro não renega o seu passado. Em vez disso, tem usado sua história pessoal para "semear no deserto", ou ainda, "levar a palavra de Deus às pessoas que não estão preocupadas com isso".
Em um culto evangélico realizado há dez dias, em Suzano, município da Grande São Paulo, vestindo um terno preto que cobria algumas mas não todas as tatuagens, Motolo intercalava com desenvoltura versículos da Bíblia com a promoção de sua participação no documentário internacional. "Será a primeira vez que a palavra de Cristo vai chegar a países como a China ou a Rússia", prometia entre "glórias" e "aleluias" aos fiéis, muitos dos quais provavelmente jamais haviam ouvido falar de Iron Maiden - muito menos da temática demoníaca de muitas das letras da banda.
Convertido há apenas quatro anos, Motolo não vê problemas na mistura do sagrado e do profano. "O interessante é você saber diferenciar cultura de religião. Se a pessoa é evangélica e toca numa banda de rock, ela não precisa parar de tocar. Mesmo que [a banda] fale de Satã. Aquilo é a profissão dela, lá ela é empregada", defendeu o pastor e missionário - termo usado àqueles que não pregam apenas em uma única igreja - em entrevista ao G1 pouco antes do início da pregação.
"Se a pessoa souber curtir o heavy metal ou qualquer coisa, pode ser até funk ou futebol, sem se envolver em coisas que destruam sua saúde, é bom. Os caras do Iron Maiden, por exemplo, são inteligentes. Eles tocam heavy metal, mas quando o show acaba, eles vão tomar um Gatorade ou um suco. É por isso que estão vivos até hoje. Já o Nirvana fez dois anos de sucesso e o vocalista se matou. Por quê? Porque ele não soube diferenciar a vida particular dele da vida em cima do palco", teoriza.
White metal
À primeira vista pode parecer estranho, mas a aproximação entre o rock pesado e os movimentos cristãos não é novidade. Não fosse pelas letras de louvor a Jesus, a banda australiana de white metal Mortification poderia ser facilmente confundida com o Sepultura. No Brasil, há bandas de rock evangélicas como a Oficina G3 e uma igreja dedicada especialmente a acolher tatuados, roqueiros e surfistas convertidos, a Bola de Neve Church. Até o performático Alice Cooper, um dos pioneiros em levar o horror aos palcos, investiu recentemente parte de seu dinheiro na construção de um centro cristão de reabilitação de jovens na cidade de Phoenix, no Arizona.
"A maldição só existe quando você acredita nela", defende Motolo, que entre as marcas no corpo tem inscrições de 666 - "o número da Besta" -, diversas versões do monstro Eddie, o mascote do Iron Maiden, e algumas imagens de guerra e mutilação que fariam arrepiar os cabelos de fiéis mais ortodoxos. "Eu não acredito que nada que eu tenha venha me prejudicar de alguma forma. A Bíblia fala que nenhuma condenação existe quando a pessoa encontra Cristo. Por isso que você vê muito ex-matador, ex-traficante ou ex-roqueiro que vira pastor. Semana retrasada um grande líder dos Carecas do Subúrbio [tradicional gangue paulista de neonazistas] voltou para a igreja", afirma.
No princípio era o rock
Filho de pais religiosos, o pastor diz que nunca havia lido os evangelhos até a sua conversão, em 2005. Como boa parte dos adolescentes brasileiros apaixonados por música nos anos 80, sua bíblia sagrada de então era a revista "Bizz". Foi lá que leu pela primeira vez nomes como Beatles, Raul Seixas, Blitz, RPM e, claro, Iron Maiden. "Eu era criança, mas acabava enrolando meus pais. A 'Bizz' sempre tinha umas coisas mais leves na capa, mas atrás tinha uma página de venda de camisetas com vários desenhos do Iron Maiden, que me chamavam muita atenção. Para mim, o mais bonito era de um single chamado 'Aces high'. Na frente, tinha o Eddie pilotando um avião todo baleado, dilacerado, e atrás estavam outros Eddies, riscados, que já tinham morrido naquele combate", lembra.
Depois de ler uma entrevista publicada em 1982, Motolo ficou fissurado pela banda. Passou a gastar toda a mesada comprando os discos em vinil do grupo, que ouvia em uma vitrola portátil. "Eu 'tocava' as músicas do Iron Maiden. Pegava o cabo da vassoura e começava a agitar. Hoje o pessoal faz air guitar, eu tocava guitarra com vassoura!", diverte-se.
Pouco depois, fundou um fã-clube chamado Piece of Maiden, que reunia outros fanáticos pela “donzela de ferro” – um dos apelidos pelo qual o Iron Maiden é conhecido. “Ele era completamente alucinado pela banda, uma coisa meio patológica até”, recorda Fernando de Sousa Pinto, ex-editor da revista “Rock Brigade”, uma das primeiras a publicar uma reportagem sobre Motolo. “Também fui fã desde a adolescência, mas nunca imaginei fazer nem 10% do que ele fazia pela banda.”
A idolatria incluía até leituras "satânicas", sempre à procura das referências citadas nas músicas do Maiden, do bruxo Aleister Crowley às obras do escritor de horror HP Lovecraft. "Eu entrava em cemitério de noite, via filme de terror, subia na caixa d'água da escola para ver o Sol nascer. Tudo o que era proibido agradava. Mas eram peraltices que não eram agressivas. Eu preferia entrar no cemitério ou subir em caixa d'água do que colocar uma arma na cintura e sair por aí matando. A gente não agredia ninguém. Se viesse a ter algum mal, seria contra nós mesmos", justifica.
Pele à venda
A primeira tatuagem - o Eddie do disco "Piece of mind", gravado no peito - foi feita em 1999 e, dali em diante, relata Motolo, foram seis anos de sessões diárias até chegar às 172 que diz ter feito no total. A contagem, no entanto, obedece a um método peculiar: cada letra ou objeto diferente riscado no corpo ele considera uma tatuagem.
Motolo conta ainda que chegou a ser contatado por um membro da Yakuza, interessado em comprar a sua pele tatuada por algumas dezenas de milhões dólares. Relatos sobre o mercado de compra e venda de pele ligados à máfia japonesa não são inéditos, mas geralmente são difíceis de se comprovar.
“A gente ouve falar disso, mas estamos falando de máfia. Não acho que ela vá dar o dinheiro e esperar que a pessoa seja metralhada ou encontrada morta e leve o dinheiro deles embora”, opina Roger Vieira, tatuador de São Miguel Paulista que fez a primeira tatuagem em Motolo. “Às vezes aparecem aproveitadores, mas, nos 25 anos em que eu venho trabalhando com tatuagem, nunca conheci ninguém que tenha vendido a pele.”
O pastor, no entanto, sustenta sua versão e diz que estava prestes a fechar o negócio, quando teve a visão que mudaria sua vida para sempre.
"No dia 10 de abril de 2005, eu estava deitado na minha casa, muito preocupado porque eu ia fazer a última tatuagem. Ia tomar uma anestesia e ficar 48 horas desacordado para tatuar embaixo das unhas. De madrugada me faltou sono, e eu tive uma visão em que um homem de fogo apareceu e falou para mim que eu não teria nem fama nem dinheiro, mas que, a partir daquele dia, ele ia me levar para os quatro cantos da Terra e, onde eu colocasse meus pés, as pessoas seriam transformadas pelo poder de Deus", conta."E aconteceu. Desde então, dois mortos com óbito já ressuscitaram, um câncer de 9 cm sumiu de dentro do ventre de uma moça, paralítico anda, cego vê, mudo fala e escuta através do poder da palavra de Deus."
172 – 8 = 164
Convidado pela irmã, também evangélica, para dar seu testemunho na igreja, Motolo se converteu. "Eu nunca tinha lido a Bíblia na minha vida. A partir daquele momento a Bíblia inteira apareceu na minha mente. Eu não leio a Bíblia, nunca li. Eu abro a Bíblia e Deus me revela o que aconteceu na vida de qualquer pessoa ali dentro."
Mas a lista de milagres que Motolo diz ter experimentado não para por aí. Na mesma profética visão de abril de 2005, o pastor diz ter ouvido de Deus que “seria imortal na Terra até que todas as tatuagens desaparecessem”. “E, por milagre, oito tatuagens já se apagaram do meu corpo. Agora tenho 164”, afirma.
Nesse ritmo, vai viver até quando, pergunta a reportagem? "Com Deus é um mistério. Pode desaparecer tudo num só dia ou pode demorar um pouco mais. Mas elas estão sumindo gradualmente, devagarinho...", insiste.
Desconfiado, o tatuador de Motolo volta a ponderar. “Ele voltou aqui depois que virou pastor. Eu não vi nada apagando, mas se for mal feita, em cinco anos, começa a desparecer uma boa parte mesmo.”
Prova de fé
Ceticismo não é uma novidade na vida do pastor metaleiro. Mesmo entre a comunidade evangélica, ele diz que muitas vezes enfrenta resistência. "Até hoje, de alguma forma, as pessoas me olham com um olho aberto e outro fechado. O pastor Marcos Motolo aceitou Jesus de verdade? Por que ele participa do filme do Iron Maiden? Por que ele dá entrevista sem camisa e mostra as tatuagens? Algumas pessoas talvez não teriam coragem de deixar um novo convertido pregar em grandes conferências. Ficam com medo de acontecer alguma coisa, de eu voltar atrás e de o ministério deles ser envergonhado", reconhece.
A também envangélica Ana Paula Mota, 37, que descreve Motolo como uma pessoa “sincera” e “tranquila”, crê intensamente na conversão do noivo. Segundo ela, nem os discos de heavy metal fazem mais parte da rotina do ex-maidenmaníaco. “A imagem do Iron Maiden ficou na vida dele por conta de tudo o que ele vivenciou e das tatuagens. São marcas que ficaram e que mostram a modificação do que ele era e do que é agora”, atesta a noiva. “Foi um verdadeiro milagre da parte do Senhor.”
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Fanático pela banda até 2005, Marcos Motolo tem o corpo inteiro tatuado.
Convertido após uma 'visão', ele diz agora que é capaz de fazer milagres.
O autoproclamado fã número 1 do Iron Maiden mora em um sobrado humilde no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo. Fanático pelos metaleiros desde a década de 1980, Marcos Motolo, 36, diz ter feito 172 tatuagens da banda por todo o corpo e, como se o feito não bastasse para provar sua devoção, ainda registrou o filho de dez anos como Steve Harris em homenagem ao lendário baixista do grupo. Mas, da turnê recente do Maiden pelo país - que se encerra nesta terça com um show em Recife -, Motolo conta que não conseguiu ver nenhum show. Estava ocupado demais pregando a palavra de Cristo como pastor evangélico.
Personagem do documentário "Flight 666", filme oficial da banda britânica de heavy metal que tem estreia nos cinemas prevista para o mês que vem, o pastor metaleiro não renega o seu passado. Em vez disso, tem usado sua história pessoal para "semear no deserto", ou ainda, "levar a palavra de Deus às pessoas que não estão preocupadas com isso".
Em um culto evangélico realizado há dez dias, em Suzano, município da Grande São Paulo, vestindo um terno preto que cobria algumas mas não todas as tatuagens, Motolo intercalava com desenvoltura versículos da Bíblia com a promoção de sua participação no documentário internacional. "Será a primeira vez que a palavra de Cristo vai chegar a países como a China ou a Rússia", prometia entre "glórias" e "aleluias" aos fiéis, muitos dos quais provavelmente jamais haviam ouvido falar de Iron Maiden - muito menos da temática demoníaca de muitas das letras da banda.
Convertido há apenas quatro anos, Motolo não vê problemas na mistura do sagrado e do profano. "O interessante é você saber diferenciar cultura de religião. Se a pessoa é evangélica e toca numa banda de rock, ela não precisa parar de tocar. Mesmo que [a banda] fale de Satã. Aquilo é a profissão dela, lá ela é empregada", defendeu o pastor e missionário - termo usado àqueles que não pregam apenas em uma única igreja - em entrevista ao G1 pouco antes do início da pregação.
"Se a pessoa souber curtir o heavy metal ou qualquer coisa, pode ser até funk ou futebol, sem se envolver em coisas que destruam sua saúde, é bom. Os caras do Iron Maiden, por exemplo, são inteligentes. Eles tocam heavy metal, mas quando o show acaba, eles vão tomar um Gatorade ou um suco. É por isso que estão vivos até hoje. Já o Nirvana fez dois anos de sucesso e o vocalista se matou. Por quê? Porque ele não soube diferenciar a vida particular dele da vida em cima do palco", teoriza.
White metal
À primeira vista pode parecer estranho, mas a aproximação entre o rock pesado e os movimentos cristãos não é novidade. Não fosse pelas letras de louvor a Jesus, a banda australiana de white metal Mortification poderia ser facilmente confundida com o Sepultura. No Brasil, há bandas de rock evangélicas como a Oficina G3 e uma igreja dedicada especialmente a acolher tatuados, roqueiros e surfistas convertidos, a Bola de Neve Church. Até o performático Alice Cooper, um dos pioneiros em levar o horror aos palcos, investiu recentemente parte de seu dinheiro na construção de um centro cristão de reabilitação de jovens na cidade de Phoenix, no Arizona.
"A maldição só existe quando você acredita nela", defende Motolo, que entre as marcas no corpo tem inscrições de 666 - "o número da Besta" -, diversas versões do monstro Eddie, o mascote do Iron Maiden, e algumas imagens de guerra e mutilação que fariam arrepiar os cabelos de fiéis mais ortodoxos. "Eu não acredito que nada que eu tenha venha me prejudicar de alguma forma. A Bíblia fala que nenhuma condenação existe quando a pessoa encontra Cristo. Por isso que você vê muito ex-matador, ex-traficante ou ex-roqueiro que vira pastor. Semana retrasada um grande líder dos Carecas do Subúrbio [tradicional gangue paulista de neonazistas] voltou para a igreja", afirma.
No princípio era o rock
Filho de pais religiosos, o pastor diz que nunca havia lido os evangelhos até a sua conversão, em 2005. Como boa parte dos adolescentes brasileiros apaixonados por música nos anos 80, sua bíblia sagrada de então era a revista "Bizz". Foi lá que leu pela primeira vez nomes como Beatles, Raul Seixas, Blitz, RPM e, claro, Iron Maiden. "Eu era criança, mas acabava enrolando meus pais. A 'Bizz' sempre tinha umas coisas mais leves na capa, mas atrás tinha uma página de venda de camisetas com vários desenhos do Iron Maiden, que me chamavam muita atenção. Para mim, o mais bonito era de um single chamado 'Aces high'. Na frente, tinha o Eddie pilotando um avião todo baleado, dilacerado, e atrás estavam outros Eddies, riscados, que já tinham morrido naquele combate", lembra.
Depois de ler uma entrevista publicada em 1982, Motolo ficou fissurado pela banda. Passou a gastar toda a mesada comprando os discos em vinil do grupo, que ouvia em uma vitrola portátil. "Eu 'tocava' as músicas do Iron Maiden. Pegava o cabo da vassoura e começava a agitar. Hoje o pessoal faz air guitar, eu tocava guitarra com vassoura!", diverte-se.
Pouco depois, fundou um fã-clube chamado Piece of Maiden, que reunia outros fanáticos pela “donzela de ferro” – um dos apelidos pelo qual o Iron Maiden é conhecido. “Ele era completamente alucinado pela banda, uma coisa meio patológica até”, recorda Fernando de Sousa Pinto, ex-editor da revista “Rock Brigade”, uma das primeiras a publicar uma reportagem sobre Motolo. “Também fui fã desde a adolescência, mas nunca imaginei fazer nem 10% do que ele fazia pela banda.”
A idolatria incluía até leituras "satânicas", sempre à procura das referências citadas nas músicas do Maiden, do bruxo Aleister Crowley às obras do escritor de horror HP Lovecraft. "Eu entrava em cemitério de noite, via filme de terror, subia na caixa d'água da escola para ver o Sol nascer. Tudo o que era proibido agradava. Mas eram peraltices que não eram agressivas. Eu preferia entrar no cemitério ou subir em caixa d'água do que colocar uma arma na cintura e sair por aí matando. A gente não agredia ninguém. Se viesse a ter algum mal, seria contra nós mesmos", justifica.
Pele à venda
A primeira tatuagem - o Eddie do disco "Piece of mind", gravado no peito - foi feita em 1999 e, dali em diante, relata Motolo, foram seis anos de sessões diárias até chegar às 172 que diz ter feito no total. A contagem, no entanto, obedece a um método peculiar: cada letra ou objeto diferente riscado no corpo ele considera uma tatuagem.
Motolo conta ainda que chegou a ser contatado por um membro da Yakuza, interessado em comprar a sua pele tatuada por algumas dezenas de milhões dólares. Relatos sobre o mercado de compra e venda de pele ligados à máfia japonesa não são inéditos, mas geralmente são difíceis de se comprovar.
“A gente ouve falar disso, mas estamos falando de máfia. Não acho que ela vá dar o dinheiro e esperar que a pessoa seja metralhada ou encontrada morta e leve o dinheiro deles embora”, opina Roger Vieira, tatuador de São Miguel Paulista que fez a primeira tatuagem em Motolo. “Às vezes aparecem aproveitadores, mas, nos 25 anos em que eu venho trabalhando com tatuagem, nunca conheci ninguém que tenha vendido a pele.”
O pastor, no entanto, sustenta sua versão e diz que estava prestes a fechar o negócio, quando teve a visão que mudaria sua vida para sempre.
"No dia 10 de abril de 2005, eu estava deitado na minha casa, muito preocupado porque eu ia fazer a última tatuagem. Ia tomar uma anestesia e ficar 48 horas desacordado para tatuar embaixo das unhas. De madrugada me faltou sono, e eu tive uma visão em que um homem de fogo apareceu e falou para mim que eu não teria nem fama nem dinheiro, mas que, a partir daquele dia, ele ia me levar para os quatro cantos da Terra e, onde eu colocasse meus pés, as pessoas seriam transformadas pelo poder de Deus", conta."E aconteceu. Desde então, dois mortos com óbito já ressuscitaram, um câncer de 9 cm sumiu de dentro do ventre de uma moça, paralítico anda, cego vê, mudo fala e escuta através do poder da palavra de Deus."
172 – 8 = 164
Convidado pela irmã, também evangélica, para dar seu testemunho na igreja, Motolo se converteu. "Eu nunca tinha lido a Bíblia na minha vida. A partir daquele momento a Bíblia inteira apareceu na minha mente. Eu não leio a Bíblia, nunca li. Eu abro a Bíblia e Deus me revela o que aconteceu na vida de qualquer pessoa ali dentro."
Mas a lista de milagres que Motolo diz ter experimentado não para por aí. Na mesma profética visão de abril de 2005, o pastor diz ter ouvido de Deus que “seria imortal na Terra até que todas as tatuagens desaparecessem”. “E, por milagre, oito tatuagens já se apagaram do meu corpo. Agora tenho 164”, afirma.
Nesse ritmo, vai viver até quando, pergunta a reportagem? "Com Deus é um mistério. Pode desaparecer tudo num só dia ou pode demorar um pouco mais. Mas elas estão sumindo gradualmente, devagarinho...", insiste.
Desconfiado, o tatuador de Motolo volta a ponderar. “Ele voltou aqui depois que virou pastor. Eu não vi nada apagando, mas se for mal feita, em cinco anos, começa a desparecer uma boa parte mesmo.”
Prova de fé
Ceticismo não é uma novidade na vida do pastor metaleiro. Mesmo entre a comunidade evangélica, ele diz que muitas vezes enfrenta resistência. "Até hoje, de alguma forma, as pessoas me olham com um olho aberto e outro fechado. O pastor Marcos Motolo aceitou Jesus de verdade? Por que ele participa do filme do Iron Maiden? Por que ele dá entrevista sem camisa e mostra as tatuagens? Algumas pessoas talvez não teriam coragem de deixar um novo convertido pregar em grandes conferências. Ficam com medo de acontecer alguma coisa, de eu voltar atrás e de o ministério deles ser envergonhado", reconhece.
A também envangélica Ana Paula Mota, 37, que descreve Motolo como uma pessoa “sincera” e “tranquila”, crê intensamente na conversão do noivo. Segundo ela, nem os discos de heavy metal fazem mais parte da rotina do ex-maidenmaníaco. “A imagem do Iron Maiden ficou na vida dele por conta de tudo o que ele vivenciou e das tatuagens. São marcas que ficaram e que mostram a modificação do que ele era e do que é agora”, atesta a noiva. “Foi um verdadeiro milagre da parte do Senhor.”
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Madonna comparece a tribunal no Malauí para adotar menina
Decisão do tribunal do país sobre adoção foi adiada.
Advogado diz que cantora pediu adoção provisória de 18 meses.
A cantora norte-americana Madonna compareceu à corte em Malauí nesta segunda-feira para adoção de uma segunda criança, a menina chamada Mercy James, de um país no sul da África. A ação pode mobilizar a oposição de grupos de direitos humanos.
Críticos acusaram as autoridades de oferecer um tratamento especial a uma das cantoras mais famosas do mundo, quando ela adotou seu filho malauiano David Banda. Grupos da sociedade civil do país disseram que pretendem se opor à adoção de Mercy.
Madonna compareceu à corte em um vestido preto e de óculos escuros. Ela não falou com repórteres após a Suprema Corte adiar o caso.
"Foi adiado para sexta-feira, dia 3 de abril, para que o juiz tome sua decisão", disse à Reuters o escrivão da corte, Thomson Ligowe.
Um dos advogados de Madonna disse que ela pediu à corte uma adoção provisória de 18 meses para Mercy, que tem 4 anos.
Madonna conquistou milhões de fãs ao redor do mundo com apresentações sensuais e cheias de energia e com músicas como "Material Girl", "Like a Virgin" e "Papa Don't Preach".
Irmã
O jornal local Nation disse que Madonna, de 50 anos, teria comentado que amigos malauianos lhe disseram que David precisava de um irmão ou irmã.
Madonna, que iniciou o procedimento de adoção em 2006, levou David quando ele tinha 13 meses em um orfanato. Ele havia sido deixado ali pelo pai, após a morte da mãe da criança.
Alguns malauianos foram contrários à adoção de David, acusando o governo de passar por cima das leis que proíbem não-residentes a adotar crianças do país.
A cantora disse que, apesar das controvérsias, está feliz em estar envolvida em um caso como este que poderia facilitar o caminho para mais adoções no Malauí, onde há estimativa de que 1 milhão de crianças sejam órfãs da Aids.
No domingo, Madonna visitou um local onde sua instituição de caridade, Raising Malawi, pretende construir uma escola multimilionária para meninas da aldeia de Chikhota, aproximadamente 12 km de Lilongue.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Advogado diz que cantora pediu adoção provisória de 18 meses.
A cantora norte-americana Madonna compareceu à corte em Malauí nesta segunda-feira para adoção de uma segunda criança, a menina chamada Mercy James, de um país no sul da África. A ação pode mobilizar a oposição de grupos de direitos humanos.
Críticos acusaram as autoridades de oferecer um tratamento especial a uma das cantoras mais famosas do mundo, quando ela adotou seu filho malauiano David Banda. Grupos da sociedade civil do país disseram que pretendem se opor à adoção de Mercy.
Madonna compareceu à corte em um vestido preto e de óculos escuros. Ela não falou com repórteres após a Suprema Corte adiar o caso.
"Foi adiado para sexta-feira, dia 3 de abril, para que o juiz tome sua decisão", disse à Reuters o escrivão da corte, Thomson Ligowe.
Um dos advogados de Madonna disse que ela pediu à corte uma adoção provisória de 18 meses para Mercy, que tem 4 anos.
Madonna conquistou milhões de fãs ao redor do mundo com apresentações sensuais e cheias de energia e com músicas como "Material Girl", "Like a Virgin" e "Papa Don't Preach".
Irmã
O jornal local Nation disse que Madonna, de 50 anos, teria comentado que amigos malauianos lhe disseram que David precisava de um irmão ou irmã.
Madonna, que iniciou o procedimento de adoção em 2006, levou David quando ele tinha 13 meses em um orfanato. Ele havia sido deixado ali pelo pai, após a morte da mãe da criança.
Alguns malauianos foram contrários à adoção de David, acusando o governo de passar por cima das leis que proíbem não-residentes a adotar crianças do país.
A cantora disse que, apesar das controvérsias, está feliz em estar envolvida em um caso como este que poderia facilitar o caminho para mais adoções no Malauí, onde há estimativa de que 1 milhão de crianças sejam órfãs da Aids.
No domingo, Madonna visitou um local onde sua instituição de caridade, Raising Malawi, pretende construir uma escola multimilionária para meninas da aldeia de Chikhota, aproximadamente 12 km de Lilongue.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
domingo, 29 de março de 2009
Jennifer Lopez diz que coloca os filhos acima da carreira
Artista viajou ao Japão sem os gêmeos Emme e Max.
Ela está em Tóquio para divulgar nova linha de bolsas.
A cantora norte-americana Jennifer Lopez reuniu cerca de cem fãs no centro de Tóquio neste domingo (29) e assegurou que, apesar de amar o trabalho, seus filhos "estão à frente de tudo" e que considera que o mais importante para si é "vê-los felizes".
Jennifer Lopez, casada com o cantor Marc Anthony, viajou ao Japão sem os gêmeos Emme e Max, que têm pouco mais de 1 ano.
Durante um evento promocional na capital japonesa, a atriz e cantora também falou sobre suas influências na hora de se vestir e afirmou que ama a moda do Japão e que decidiu adaptar sua forma de fazer unhas ao estilo japonês.
Jennifer Lopez viajou para Tóquio para emprestar sua imagem a uma linha de bolsas lançada por uma grife japonesa, causando furor entre os fãs e pessoas que estavam na zona comercial de Shibuya.
Usando um vestido preto e branco, ela definiu seu estilo como "sexy, feminino e moderno", e assegurou que sua maneira de se vestir não é muito influenciada pelas tendências, e sim por seu estado de espírito.
As tímidas fãs japonesas, que chamaram Lopez de "princesa", aplaudiram a breve aparição da cantora, que se despediu pedindo que se mantenham fiéis a elas mesmas e afirmando que o que importa é "o interior".
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Ela está em Tóquio para divulgar nova linha de bolsas.
A cantora norte-americana Jennifer Lopez reuniu cerca de cem fãs no centro de Tóquio neste domingo (29) e assegurou que, apesar de amar o trabalho, seus filhos "estão à frente de tudo" e que considera que o mais importante para si é "vê-los felizes".
Jennifer Lopez, casada com o cantor Marc Anthony, viajou ao Japão sem os gêmeos Emme e Max, que têm pouco mais de 1 ano.
Durante um evento promocional na capital japonesa, a atriz e cantora também falou sobre suas influências na hora de se vestir e afirmou que ama a moda do Japão e que decidiu adaptar sua forma de fazer unhas ao estilo japonês.
Jennifer Lopez viajou para Tóquio para emprestar sua imagem a uma linha de bolsas lançada por uma grife japonesa, causando furor entre os fãs e pessoas que estavam na zona comercial de Shibuya.
Usando um vestido preto e branco, ela definiu seu estilo como "sexy, feminino e moderno", e assegurou que sua maneira de se vestir não é muito influenciada pelas tendências, e sim por seu estado de espírito.
As tímidas fãs japonesas, que chamaram Lopez de "princesa", aplaudiram a breve aparição da cantora, que se despediu pedindo que se mantenham fiéis a elas mesmas e afirmando que o que importa é "o interior".
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
O Rappa se apresenta em São Paulo
Banda carioca tocou músicas de seu disco mais recente, '7 vezes'.
Grupo também mostrou clássicos da carreira em show sábado (28).
Grupo também mostrou clássicos da carreira em show sábado (28).
Madonna chega ao Malauí para adotar segunda criança
Cantora chegou de avião ao país africano neste domingo (29).
Ela estuda a possibilidade de adotar Mercy James, de 4 anos.
A cantora Madonna chegou neste domingo (29) no Malauí, onde nesta semana um tribunal avalia o seu pedido de adoção de uma segunda criança malauiana, uma menina chamada Mercy James, segundo autoridades.
"Ela desembarcou e foi direto para os carros que a esperavam," disse uma autoridade do aeroporto.
Um empregado afirmou que Madonna está num hotel acompanhada do filho David Banda, que ela adotou em 2006, do mesmo orfanato onde Mercy, de quatro anos, mora.
O empregado afirmou que o pai biológico de David, Yohane Banda, está no hotel para ver o filho.Alguns malauianos foram contra a adoção de David, acusando o governo de ignorar leis que não permitem aos não-residentes a adoção de crianças. Críticos dizem que a adoção de Mercy também vai violar leis.
O tribunal confirmou o nome da criança na semana passada e afirmou que Madonna ou seus representantes são esperados na corte nesta segunda-feira para os procedimentos de adoção.
Um jornal local citou Madonna, 50, neste mês, dizendo que amigos malauianos a haviam dito que David precisava de um irmão ou irmã, e que ela consideraria a adoção de uma outra criança, mas somente com o apoio da população do Malauí.
Madonna adotou David quando ele tinha 13 meses. O pai biológico o colocara num orfanato depois da morte da esposa.
A cantora disse que, apesar da polêmica, ela se sentia feliz por fazer parte de um caso que poderia abrir caminhos para mais adoções no Malauí, onde cerca de um milhão de crianças são orfãs por causa da Aids.
Madonna se divorciou no ano passado do cineasta britânico Guy Ritchie, mas disse que isso não afastaria os seus três filhos dos pais.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Ela estuda a possibilidade de adotar Mercy James, de 4 anos.
A cantora Madonna chegou neste domingo (29) no Malauí, onde nesta semana um tribunal avalia o seu pedido de adoção de uma segunda criança malauiana, uma menina chamada Mercy James, segundo autoridades.
"Ela desembarcou e foi direto para os carros que a esperavam," disse uma autoridade do aeroporto.
Um empregado afirmou que Madonna está num hotel acompanhada do filho David Banda, que ela adotou em 2006, do mesmo orfanato onde Mercy, de quatro anos, mora.
O empregado afirmou que o pai biológico de David, Yohane Banda, está no hotel para ver o filho.Alguns malauianos foram contra a adoção de David, acusando o governo de ignorar leis que não permitem aos não-residentes a adoção de crianças. Críticos dizem que a adoção de Mercy também vai violar leis.
O tribunal confirmou o nome da criança na semana passada e afirmou que Madonna ou seus representantes são esperados na corte nesta segunda-feira para os procedimentos de adoção.
Um jornal local citou Madonna, 50, neste mês, dizendo que amigos malauianos a haviam dito que David precisava de um irmão ou irmã, e que ela consideraria a adoção de uma outra criança, mas somente com o apoio da população do Malauí.
Madonna adotou David quando ele tinha 13 meses. O pai biológico o colocara num orfanato depois da morte da esposa.
A cantora disse que, apesar da polêmica, ela se sentia feliz por fazer parte de um caso que poderia abrir caminhos para mais adoções no Malauí, onde cerca de um milhão de crianças são orfãs por causa da Aids.
Madonna se divorciou no ano passado do cineasta britânico Guy Ritchie, mas disse que isso não afastaria os seus três filhos dos pais.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
sábado, 28 de março de 2009
Britney e Justin podem se apresentar em shows de Michael Jackson
Jornal britânico diz que astros devem participar de temporada.
Rei do pop marcou 50 apresentações em Londres.
Segundo o jornal britânico “The London Newspaper”, o cantor Michael Jackson quer convidar celebridades pop para participações especiais na série de 50 shows que fará em Londres, começando no dia 8 de julho.
Entre os artistas cogitados por Jackson estariam os cantores pop Justin Timberlake e Britney Spears. Uma fonte citada pelo jornal disse que “Michael sabe que fazer todos esses shows se manterem atuais é uma tarefa dura, e uma maneira de melhorar isso é ter a colaboração de outras estrelas que ele admira”.
“A ideia é que eles participem de cinco shows, cada um. Além de Britney e Justin, também o produtor Timbaland deve participar de algumas apresentações”, completa.
Apresentações esgotadas
Quando Jackson, de 50 anos, anunciou seus planos de voltar aos palcos, a demanda por ingressos foi tão grande que dezenas de apresentações extras foram acrescentadas. O cantor fará, no total, uma temporada de 50 shows que começa em 8 de julho e termina em fevereiro de 2010. As entradas estão esgotadas.
Bizarro
Michael Jackson vem vivendo recluso desde seu julgamento por abuso sexual infantil em 2005, no qual foi absolvido. A última vez em que ele fez vários shows ao vivo foi há 12 anos, e ele não grava um álbum de músicas inéditas desde "Invincible", em 2001.
Mas ele ainda é o "Rei do Pop" para sua legião de fãs, apesar de seu comportamento e de sua aparência por vezes bizarros nos últimos anos. Ele já vendeu em torno de 750 milhões de discos, ganhou 13 Grammy e é visto como um dos maiores artistas pop de todos os tempos.
Rei do pop marcou 50 apresentações em Londres.
Segundo o jornal britânico “The London Newspaper”, o cantor Michael Jackson quer convidar celebridades pop para participações especiais na série de 50 shows que fará em Londres, começando no dia 8 de julho.
Entre os artistas cogitados por Jackson estariam os cantores pop Justin Timberlake e Britney Spears. Uma fonte citada pelo jornal disse que “Michael sabe que fazer todos esses shows se manterem atuais é uma tarefa dura, e uma maneira de melhorar isso é ter a colaboração de outras estrelas que ele admira”.
“A ideia é que eles participem de cinco shows, cada um. Além de Britney e Justin, também o produtor Timbaland deve participar de algumas apresentações”, completa.
Apresentações esgotadas
Quando Jackson, de 50 anos, anunciou seus planos de voltar aos palcos, a demanda por ingressos foi tão grande que dezenas de apresentações extras foram acrescentadas. O cantor fará, no total, uma temporada de 50 shows que começa em 8 de julho e termina em fevereiro de 2010. As entradas estão esgotadas.
Bizarro
Michael Jackson vem vivendo recluso desde seu julgamento por abuso sexual infantil em 2005, no qual foi absolvido. A última vez em que ele fez vários shows ao vivo foi há 12 anos, e ele não grava um álbum de músicas inéditas desde "Invincible", em 2001.
Mas ele ainda é o "Rei do Pop" para sua legião de fãs, apesar de seu comportamento e de sua aparência por vezes bizarros nos últimos anos. Ele já vendeu em torno de 750 milhões de discos, ganhou 13 Grammy e é visto como um dos maiores artistas pop de todos os tempos.
Depois de Britney, nova geração de celebridades teens entra em crise
Zac Efron, Miley Cyrus e Lindsay Lohan questionam rumo da carreira.
LiLo culpa 'fãs doentes' por sua dificuldade em conseguir bons papéis.
Depois de uma crise que incluiu passagens por clínicas de reabilitação e hospitais psiquiátricos, um divórcio litigioso, a perda da guarda dos dois filhos e a raspagem total de seus cabelos, Britney Spears levantou, sacudiu a poeira e retornou poderosa ao trono de princesinha do pop, com disco novo e uma turnê mundial. Na esteira dos artistas que ficam famosos cada vez mais cedo, celebridades teens como Zac Efron, Miley Cyrus e Lindsay Lohan começam a dar sinais de que a vida não é tão cor-de-rosa como pintam os seriados televisivos.
Efron, o galã adolescente de “High school musical”, cansou da pecha de eterno cantor e dançarino. Famoso mundialmente na pele de Troy Bolton no musical da Disney, ele agora quer investir em papéis mais dramáticos. De acordo com o jornal “Los Angeles Times”, ele teria desistido de participar da refilmagem de “Footlose”, alegando que não queria fazer outro filme do gênero a esta altura de sua carreira.
Apesar do anúncio da Disney de que o elenco da quarta parte de “HSM” será diferente, o jovem ator já colocou seus planos em prática. Em abril deste ano estreia sua nova comédia, “17 again”. E para outubro está prevista a estreia do drama de Richard Linklater do qual ele participou, intitulado “Me and Orson Welles” – a data ainda não foi confirmada oficialmente.
Miley Cyrus, a estrela que dá vida à adolescente Hannah Montana na série de mesmo nome, declarou recentemente que “não pode viver a personagem para sempre”. Aos 16 anos, a estrela tem questionado a continuidade ou não da série televisiva, e até citou Britney para se defender de um suposto “ataque” da imprensa. A atriz, que escreveu sua biografia aos 15 anos, afirmou que se sente vítima de uma campanha que tem como objetivo mostrá-la como uma "menina má".
O motivo? Uma foto na qual a jovem aparecia imitando uma oriental gerou críticas de coletivos em defesa dos americanos que nasceram na região Ásia-Pacífico, que consideraram a imagem uma ofensa à comunidade e um terrível exemplo para os seguidores de Miley. A artista se apressou em rejeitar qualquer acusação de comportamento racista e criticou os jornalistas. "Definitivamente, sinto que a imprensa está tentando me tornar a nova 'menina má'. Agora que Britney voltou ao auge, precisam de alguém (em seu lugar). Que sorte a minha", ironizou.
A atriz Lindsay Lohan foi mais fundo: longe das telonas há tempos, ela não chegou a raspar a cabeça a exemplo da cantora pop, mas deu uma declaração culpando os “fãs doentes” pelo seu afastamento dos holofotes. LiLo quer mudar a imagem que criou para conseguir um bom papel em um filme, mas parece não levar em conta que o real motivo de seu sumiço foi o fato de ter sido acusada de dirigir embriagada há dois anos.
Seu mais novo trabalho, a comédia “Labor pains” (dores do parto) vai estrear direto na televisão americana, sem passar pelos cinemas. Na trama, ela interpreta uma mulher que finge estar grávida para manter o emprego.
“Não bebo, não uso drogas e não minto”, afirmou. “Se deixassem a minha vida pessoal em paz, eu conseguiria um bom papel. Mas esses fãs doentes e esse barulho todo distrai. Tudo é possível se as pessoas pararem de me acusar e julgar. É assustador quando você se dá conta de que não está trabalhando e tem uma casa para sustentar”.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
LiLo culpa 'fãs doentes' por sua dificuldade em conseguir bons papéis.
Depois de uma crise que incluiu passagens por clínicas de reabilitação e hospitais psiquiátricos, um divórcio litigioso, a perda da guarda dos dois filhos e a raspagem total de seus cabelos, Britney Spears levantou, sacudiu a poeira e retornou poderosa ao trono de princesinha do pop, com disco novo e uma turnê mundial. Na esteira dos artistas que ficam famosos cada vez mais cedo, celebridades teens como Zac Efron, Miley Cyrus e Lindsay Lohan começam a dar sinais de que a vida não é tão cor-de-rosa como pintam os seriados televisivos.
Efron, o galã adolescente de “High school musical”, cansou da pecha de eterno cantor e dançarino. Famoso mundialmente na pele de Troy Bolton no musical da Disney, ele agora quer investir em papéis mais dramáticos. De acordo com o jornal “Los Angeles Times”, ele teria desistido de participar da refilmagem de “Footlose”, alegando que não queria fazer outro filme do gênero a esta altura de sua carreira.
Apesar do anúncio da Disney de que o elenco da quarta parte de “HSM” será diferente, o jovem ator já colocou seus planos em prática. Em abril deste ano estreia sua nova comédia, “17 again”. E para outubro está prevista a estreia do drama de Richard Linklater do qual ele participou, intitulado “Me and Orson Welles” – a data ainda não foi confirmada oficialmente.
Miley Cyrus, a estrela que dá vida à adolescente Hannah Montana na série de mesmo nome, declarou recentemente que “não pode viver a personagem para sempre”. Aos 16 anos, a estrela tem questionado a continuidade ou não da série televisiva, e até citou Britney para se defender de um suposto “ataque” da imprensa. A atriz, que escreveu sua biografia aos 15 anos, afirmou que se sente vítima de uma campanha que tem como objetivo mostrá-la como uma "menina má".
O motivo? Uma foto na qual a jovem aparecia imitando uma oriental gerou críticas de coletivos em defesa dos americanos que nasceram na região Ásia-Pacífico, que consideraram a imagem uma ofensa à comunidade e um terrível exemplo para os seguidores de Miley. A artista se apressou em rejeitar qualquer acusação de comportamento racista e criticou os jornalistas. "Definitivamente, sinto que a imprensa está tentando me tornar a nova 'menina má'. Agora que Britney voltou ao auge, precisam de alguém (em seu lugar). Que sorte a minha", ironizou.
A atriz Lindsay Lohan foi mais fundo: longe das telonas há tempos, ela não chegou a raspar a cabeça a exemplo da cantora pop, mas deu uma declaração culpando os “fãs doentes” pelo seu afastamento dos holofotes. LiLo quer mudar a imagem que criou para conseguir um bom papel em um filme, mas parece não levar em conta que o real motivo de seu sumiço foi o fato de ter sido acusada de dirigir embriagada há dois anos.
Seu mais novo trabalho, a comédia “Labor pains” (dores do parto) vai estrear direto na televisão americana, sem passar pelos cinemas. Na trama, ela interpreta uma mulher que finge estar grávida para manter o emprego.
“Não bebo, não uso drogas e não minto”, afirmou. “Se deixassem a minha vida pessoal em paz, eu conseguiria um bom papel. Mas esses fãs doentes e esse barulho todo distrai. Tudo é possível se as pessoas pararem de me acusar e julgar. É assustador quando você se dá conta de que não está trabalhando e tem uma casa para sustentar”.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Produtora confirma datas dos shows dos Jonas Brothers no Brasil
Banda se apresenta no Rio de Janeiro e em São Paulo em maio.
Ingressos para shows varia entre R$ 200 e R$ 600.
Os shows do Jonas Brothers no Brasil foram confirmados oficialmente pela produtora Mondo Entretenimento nesta sexta-feira (27). A banda adolescente norte-americana se apresenta no dia 23 de maio na Apoteose, no Rio de Janeiro e no dia 24 no estádio do Morumbi em São Paulo.
As apresentações farão parte da “Jonas Brothers World tour”, que ainda passa por México, Peru, Chile e Argentina antes de seguir para a Europa.
Os ingressos para os shows no Rio variam entre R$ 480 e R$ 220, com direito à meia-entrada, e começam a ser vendidos no dia 31 de março, no Ginásio do Maracanãzinho. Em São Paulo, as entradas ficam entre R$ 600 e R$ 200, também com direito à meia-entrada, e devem estar disponíveis para venda a partir do dia 4 de abril, na bilheteria do Morumbi. O site www.livepass.com.br também vai comercializar os ingressos.
As duas apresentações vão contar com a abertura da estrela teen Demi Lovato, que participou do filme da Disney “Camp rock” com os irmãos. Os Jonas Brothers já estiveram em turnê com artistas como Kelly Clarkson e Backstreet Boys, e já estão no seu terceiro álbum. Atualmente, estão lançando o filme “Jonas Brothers 3D experience”, que deve estrear no Brasil, mas ainda sem data prevista.
Jonas Brothers no Brasil
Rio de Janeiro
Quando: 23 de maio às 19h30 (abertura dos portões às 15h)
Onde: Praça da Apoteose
Quanto: R$ 110 a R$ 480 / www.livepass.com.br ou (21) 4003 -1527
Bilheteria oficial: Ginásio do Maracanazinho – Bilheteria 1
Horário de Funcionamento: das 10h00 às 18h00 todos os dias
(em dias de jogos no Maracanã o horário de funcionamento se encerra 3hs antes do início dos jogos).
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito VISA e Mastercard, cartões de débito VISA Eletron e Redeshop/Maestro.
São Paulo
Quando: 24 de maio às 18h30 (abertura dos portões às 14h)
Onde: Estádio do Morumbi
Quanto: R$ 100 a R$ 600 / www.livepass.com.br ou (11) 4003 -1527
Bilheteria Oficial: De 04/04/2009 até 08/04/2009
Estádio do Morumbi – Bilheteria 3
Horário de Funcionamento: das 10h00 às 18h00 todos os dias
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito VISA e Mastercard, cartões de débito VISA Eletron e Redeshop/Maestro.
De 09/04/2009 a 23/05/2009
MorumbiShopping – Estacionamento Piso G1
Horário de Funcionamento: De segunda a sábado das 12h00 às 20h00
Domingos e feriados das 14h00 às 20h00
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito VISA e Mastercard, cartões de débito VISA Eletron e Redeshop/Maestro.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Ingressos para shows varia entre R$ 200 e R$ 600.
Os shows do Jonas Brothers no Brasil foram confirmados oficialmente pela produtora Mondo Entretenimento nesta sexta-feira (27). A banda adolescente norte-americana se apresenta no dia 23 de maio na Apoteose, no Rio de Janeiro e no dia 24 no estádio do Morumbi em São Paulo.
As apresentações farão parte da “Jonas Brothers World tour”, que ainda passa por México, Peru, Chile e Argentina antes de seguir para a Europa.
Os ingressos para os shows no Rio variam entre R$ 480 e R$ 220, com direito à meia-entrada, e começam a ser vendidos no dia 31 de março, no Ginásio do Maracanãzinho. Em São Paulo, as entradas ficam entre R$ 600 e R$ 200, também com direito à meia-entrada, e devem estar disponíveis para venda a partir do dia 4 de abril, na bilheteria do Morumbi. O site www.livepass.com.br também vai comercializar os ingressos.
As duas apresentações vão contar com a abertura da estrela teen Demi Lovato, que participou do filme da Disney “Camp rock” com os irmãos. Os Jonas Brothers já estiveram em turnê com artistas como Kelly Clarkson e Backstreet Boys, e já estão no seu terceiro álbum. Atualmente, estão lançando o filme “Jonas Brothers 3D experience”, que deve estrear no Brasil, mas ainda sem data prevista.
Jonas Brothers no Brasil
Rio de Janeiro
Quando: 23 de maio às 19h30 (abertura dos portões às 15h)
Onde: Praça da Apoteose
Quanto: R$ 110 a R$ 480 / www.livepass.com.br ou (21) 4003 -1527
Bilheteria oficial: Ginásio do Maracanazinho – Bilheteria 1
Horário de Funcionamento: das 10h00 às 18h00 todos os dias
(em dias de jogos no Maracanã o horário de funcionamento se encerra 3hs antes do início dos jogos).
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito VISA e Mastercard, cartões de débito VISA Eletron e Redeshop/Maestro.
São Paulo
Quando: 24 de maio às 18h30 (abertura dos portões às 14h)
Onde: Estádio do Morumbi
Quanto: R$ 100 a R$ 600 / www.livepass.com.br ou (11) 4003 -1527
Bilheteria Oficial: De 04/04/2009 até 08/04/2009
Estádio do Morumbi – Bilheteria 3
Horário de Funcionamento: das 10h00 às 18h00 todos os dias
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito VISA e Mastercard, cartões de débito VISA Eletron e Redeshop/Maestro.
De 09/04/2009 a 23/05/2009
MorumbiShopping – Estacionamento Piso G1
Horário de Funcionamento: De segunda a sábado das 12h00 às 20h00
Domingos e feriados das 14h00 às 20h00
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito VISA e Mastercard, cartões de débito VISA Eletron e Redeshop/Maestro.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
sexta-feira, 27 de março de 2009
Rapper Pharrell Williams dança para conseguir hambúrguer em Paris
Lanchonete do aeroporto Charles de Gaulle estava fechada.
Artista estava voltando aos EUA em um voo proveniente da Malásia.
O vídeo em que o rapper Pharrell Williams implora por um Big Mac no McDonald's do aeroporto Charles de Gaulle, de Paris, se tornou sucesso na internet e foi exibido várias vezes pela imprensa francesa.
O site da televisão "TF1" batizou o vídeo - que pode ser visto no YouTube - de "A dança do Big Mac" e mostra a tentativa do americano de conseguir o sanduíche no restaurante na última quarta-feira (25).
O rapper apareceu no McDonald's às 6h, após chegar de um voo proveniente da Malásia e que fazia escala para voltar aos Estados Unidos.
Após fazer uma dança excêntrica, enquanto cantava uma música, Williams acaba assustando as funcionárias com sua performance e, em vez de atendê-lo, elas resolvem chamar a segurança do local.
As reações do público em relação ao episódio foram diferentes. Enquanto os fãs criticam as atendentes por não terem reconhecido o músico, outras pessoas ironizam o fato de o cantor ter pensado que era tão famoso que conseguiria que o restaurante fosse aberto só para ele.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Artista estava voltando aos EUA em um voo proveniente da Malásia.
O vídeo em que o rapper Pharrell Williams implora por um Big Mac no McDonald's do aeroporto Charles de Gaulle, de Paris, se tornou sucesso na internet e foi exibido várias vezes pela imprensa francesa.
O site da televisão "TF1" batizou o vídeo - que pode ser visto no YouTube - de "A dança do Big Mac" e mostra a tentativa do americano de conseguir o sanduíche no restaurante na última quarta-feira (25).
O rapper apareceu no McDonald's às 6h, após chegar de um voo proveniente da Malásia e que fazia escala para voltar aos Estados Unidos.
Após fazer uma dança excêntrica, enquanto cantava uma música, Williams acaba assustando as funcionárias com sua performance e, em vez de atendê-lo, elas resolvem chamar a segurança do local.
As reações do público em relação ao episódio foram diferentes. Enquanto os fãs criticam as atendentes por não terem reconhecido o músico, outras pessoas ironizam o fato de o cantor ter pensado que era tão famoso que conseguiria que o restaurante fosse aberto só para ele.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Ignorando hits dos anos 80, A-ha se garante com baladas em SP
Banda norueguesa não tocou músicas como 'Touchy!'.
Última música da noite, 'Take on me' levantou plateia.
Eles ainda fazem algumas garotas gritarem, mas não são mais os meninos que despontaram da Escandinávia durante meados da década de 1980. Morten Harket, o vocalista galã do A-ha, está à beira dos 50 anos – mas ainda sustenta seu topete e o queixo quadrado que o levaram à fama (juntamente, é claro, com a voz capaz de alcançar notas quase inaudíveis de tão altas).
A apresentação do trio norueguês (além de Harket, Paul Waaktaar-Savoy nas guitarras e Magne Furuholmen nos teclados, acrescidos de um baterista e um segundo tecladista) em São Paulo no Credicard Hall nesta quarta-feira (25) contou majoritariamente com um público que foi adolescente na época de “Take on me”, single de maior sucesso do grupo, de 1985. A banda também toca no Rio de Janeiro nesta quinta (26).
Diante de uma plateia de 6 mil pessoas sedentas por relembrar os bons momentos do grupo, foi inexplicável a ausência de hits dançantes como “You are the one” e “Touchy!”. Em troca, não deixaram nenhuma balada para trás, de “Cry wolf” a “Stay on these roads” – “Hunting high and low”, acústica, foi um dos momentos altos da apresentação, com direito a coro da plateia e telão exibindo imagens de isqueiros acesos na escuridão.
Além dos clássicos, o A-ha se concentrou em músicas recentes: o show teve direito a três inéditas (“Riding the crest”, “Shadow side” e “What there is”), que estarão presentes no disco que a banda deve lançar ainda em 2009, além de “Minor Earth, major sky” e “Analogue”, faixas-título dos álbuns de 2000 e 2005, respectivamente.
Crooner elegante
Com postura de crooner elegante, Harket passou o show inteiro em pé segurando seu microfone, movimentando-se pouco e quase não falando com o público, além de incessantemente mexer nos fones de retorno que ficavam em seus ouvidos. A maior parte da comunicação foi feita por Furuholmen, que a certa altura perguntou, ao agradecer a presença da plateia: “Vocês ainda usam a palavra ‘obrigado’ por aqui?”.
O tecladista voltou a falar com o público no começo do bis, anunciando “The sun always shines on TV”, do disco de estreia “Hunting high and low” como um “samba norueguês”. Após “Analogue”, veio a verdadeira apoteose: até quem estava dormindo nas cadeiras levantou-se para cantar o eterno hit “Take on me” – mesmo com um deslize de Harket, que chegou a passar a bola para a plateia na parte mais difícil da canção. Todos pareceram esquecer os hits ausentes e o show lento e burocrático, e, aos 45 do segundo tempo, o jogo foi ganho.
Set List
“Living a boy’s adventure tale”
“The blood that moves your body”
“Cry wolf”
“Scoundrel days”
“Manhattan skyline”
“I’ve been losing you”
“Minor Earth, major sky”
“Riding the crest”
“Shadow side”
“I dream myself alive”
“Hunting high and low”
“Summer moved on”
“Train of thought”
“The swing of things”
“Stay on these roads”
“What there is”
“Forever not yours”
“Crying in the rain”
“Living daylights”
Bis
“The sun always shine on TV”
“Analogue”
“Take on me”
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Última música da noite, 'Take on me' levantou plateia.
Eles ainda fazem algumas garotas gritarem, mas não são mais os meninos que despontaram da Escandinávia durante meados da década de 1980. Morten Harket, o vocalista galã do A-ha, está à beira dos 50 anos – mas ainda sustenta seu topete e o queixo quadrado que o levaram à fama (juntamente, é claro, com a voz capaz de alcançar notas quase inaudíveis de tão altas).
A apresentação do trio norueguês (além de Harket, Paul Waaktaar-Savoy nas guitarras e Magne Furuholmen nos teclados, acrescidos de um baterista e um segundo tecladista) em São Paulo no Credicard Hall nesta quarta-feira (25) contou majoritariamente com um público que foi adolescente na época de “Take on me”, single de maior sucesso do grupo, de 1985. A banda também toca no Rio de Janeiro nesta quinta (26).
Diante de uma plateia de 6 mil pessoas sedentas por relembrar os bons momentos do grupo, foi inexplicável a ausência de hits dançantes como “You are the one” e “Touchy!”. Em troca, não deixaram nenhuma balada para trás, de “Cry wolf” a “Stay on these roads” – “Hunting high and low”, acústica, foi um dos momentos altos da apresentação, com direito a coro da plateia e telão exibindo imagens de isqueiros acesos na escuridão.
Além dos clássicos, o A-ha se concentrou em músicas recentes: o show teve direito a três inéditas (“Riding the crest”, “Shadow side” e “What there is”), que estarão presentes no disco que a banda deve lançar ainda em 2009, além de “Minor Earth, major sky” e “Analogue”, faixas-título dos álbuns de 2000 e 2005, respectivamente.
Crooner elegante
Com postura de crooner elegante, Harket passou o show inteiro em pé segurando seu microfone, movimentando-se pouco e quase não falando com o público, além de incessantemente mexer nos fones de retorno que ficavam em seus ouvidos. A maior parte da comunicação foi feita por Furuholmen, que a certa altura perguntou, ao agradecer a presença da plateia: “Vocês ainda usam a palavra ‘obrigado’ por aqui?”.
O tecladista voltou a falar com o público no começo do bis, anunciando “The sun always shines on TV”, do disco de estreia “Hunting high and low” como um “samba norueguês”. Após “Analogue”, veio a verdadeira apoteose: até quem estava dormindo nas cadeiras levantou-se para cantar o eterno hit “Take on me” – mesmo com um deslize de Harket, que chegou a passar a bola para a plateia na parte mais difícil da canção. Todos pareceram esquecer os hits ausentes e o show lento e burocrático, e, aos 45 do segundo tempo, o jogo foi ganho.
Set List
“Living a boy’s adventure tale”
“The blood that moves your body”
“Cry wolf”
“Scoundrel days”
“Manhattan skyline”
“I’ve been losing you”
“Minor Earth, major sky”
“Riding the crest”
“Shadow side”
“I dream myself alive”
“Hunting high and low”
“Summer moved on”
“Train of thought”
“The swing of things”
“Stay on these roads”
“What there is”
“Forever not yours”
“Crying in the rain”
“Living daylights”
Bis
“The sun always shine on TV”
“Analogue”
“Take on me”
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Discípulo de BB King e ‘mestre’ de Hendrix, Buddy Guy toca no Brasil
Bluesman faz shows quinta e sexta em SP e domingo em Porto Alegre.
Ele apresenta no país o material do seu mais recente álbum, 'Skin deep'.
Aos 72 anos, o cantor e guitarrista Buddy Guy está no Brasil para mais uma miniturnê. O músico norte-americano se apresenta nesta quinta (26) e sexta (27) no HSBC Brasil, em São Paulo, e domingo (29) no Teatro Bourbon Country, em Porto Alegre.
Conhecido por servir de inspiração para Jimi Hendrix e considerado, segundo Eric Clapton, “o melhor guitarrista de blues vivo”, o lendário Buddy Guy figura no Hall da Fama do rock and roll e possui um estilo único e inconfundível, que lhe garantiu cinco prêmios Grammy.
Discípulo do bluesman de 83 anos BB King, com que acaba de fazer uma turnê, Guy é um dos principais expoentes do chamado Chicago blues, estilo eletrificado que se tornou famoso por Muddy Waters e Howlin' Wolf.
Ele deve apresentar no Brasil o material do seu mais recente álbum, “Skin deep”.
Em maio, será a vez de Robert Cray, outro grande nome do blues contemporâneo, chegar ao Brasil, dando continuidade ao projeto Music Series.
São Paulo
Quando: quinta (26) e sexta (27), às 22h
Onde: HSBC Brasil, R. Bragança Paulista, 1281, tel. (11) 4003-1212
Quanto: R$ 120 a R$ 320
Porto Alegre
Quando: domingo (29), às 20h
Onde: Teatro do Bourbon Country, R. Túlio de Rose, 100, tel. (51) 3375-3700
Quanto: R$ 90 a R$ 200
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Ele apresenta no país o material do seu mais recente álbum, 'Skin deep'.
Aos 72 anos, o cantor e guitarrista Buddy Guy está no Brasil para mais uma miniturnê. O músico norte-americano se apresenta nesta quinta (26) e sexta (27) no HSBC Brasil, em São Paulo, e domingo (29) no Teatro Bourbon Country, em Porto Alegre.
Conhecido por servir de inspiração para Jimi Hendrix e considerado, segundo Eric Clapton, “o melhor guitarrista de blues vivo”, o lendário Buddy Guy figura no Hall da Fama do rock and roll e possui um estilo único e inconfundível, que lhe garantiu cinco prêmios Grammy.
Discípulo do bluesman de 83 anos BB King, com que acaba de fazer uma turnê, Guy é um dos principais expoentes do chamado Chicago blues, estilo eletrificado que se tornou famoso por Muddy Waters e Howlin' Wolf.
Ele deve apresentar no Brasil o material do seu mais recente álbum, “Skin deep”.
Em maio, será a vez de Robert Cray, outro grande nome do blues contemporâneo, chegar ao Brasil, dando continuidade ao projeto Music Series.
São Paulo
Quando: quinta (26) e sexta (27), às 22h
Onde: HSBC Brasil, R. Bragança Paulista, 1281, tel. (11) 4003-1212
Quanto: R$ 120 a R$ 320
Porto Alegre
Quando: domingo (29), às 20h
Onde: Teatro do Bourbon Country, R. Túlio de Rose, 100, tel. (51) 3375-3700
Quanto: R$ 90 a R$ 200
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Sem Cornell, Soundgarden se reúne para show em Seattle
Apresentação surpresa teve cantor do Tad nos vocais.
Membros do Soundgarden não tocavam juntos desde 1997.
Enquanto Chris Cornell segue promovendo seu novo disco em parceria com o produtor de música pop Timbaland, os outros três membros do Soundgarden (Kim Tahyl, guitarra; Matt Cameron, baterista do Pearl Jam e Ben Sheperd, baixo) resolveram voltar aos palcos em uma aparição surpresa em Seattle, cidade natal da banda.
Segundo o jornal “Seattle Weekly”, o Soundgarden se apresentou com o vocalista Tad Doyle (da banda Tad) sob o nome de Tadgarden nesta quarta-feira (25) como a apresentação secreta na série de shows da “Justice Tour”, organizada por Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine. A noite ainda contou com Mark Arm (do Mudhoney), Wayne Kramer (ex-MC5), Steve Earle, Nightwatchman e Sweet Sepper (projetos paralelos de Morello).
os três músicos do Soundgarden não tocavam juntos desde 1997, quando a banda acabou, e abriram o curto show com “Nothing to say”. Tad ergueu a camisa algumas vezes, balançando a barriga e dizendo “tem metade de um Cornell aqui”. A banda ainda tocou o single “Spoonman”, de 1994, e fecharam a apresentação com “Hunted down”.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Membros do Soundgarden não tocavam juntos desde 1997.
Enquanto Chris Cornell segue promovendo seu novo disco em parceria com o produtor de música pop Timbaland, os outros três membros do Soundgarden (Kim Tahyl, guitarra; Matt Cameron, baterista do Pearl Jam e Ben Sheperd, baixo) resolveram voltar aos palcos em uma aparição surpresa em Seattle, cidade natal da banda.
Segundo o jornal “Seattle Weekly”, o Soundgarden se apresentou com o vocalista Tad Doyle (da banda Tad) sob o nome de Tadgarden nesta quarta-feira (25) como a apresentação secreta na série de shows da “Justice Tour”, organizada por Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine. A noite ainda contou com Mark Arm (do Mudhoney), Wayne Kramer (ex-MC5), Steve Earle, Nightwatchman e Sweet Sepper (projetos paralelos de Morello).
os três músicos do Soundgarden não tocavam juntos desde 1997, quando a banda acabou, e abriram o curto show com “Nothing to say”. Tad ergueu a camisa algumas vezes, balançando a barriga e dizendo “tem metade de um Cornell aqui”. A banda ainda tocou o single “Spoonman”, de 1994, e fecharam a apresentação com “Hunted down”.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
quinta-feira, 26 de março de 2009
A-ha toca em SP nesta quarta e no Rio na quinta
Banda norueguesa volta ao Brasil pela primeira vez desde 2002.
Trio está gravando o sucessor do álbum 'Analogue', de 2005.
O grupo norueguês A-ha volta ao Brasil para mais uma turnê – desta vez com shows apenas em São Paulo nesta quarta-feira (25), com ingressos esgotados, e no Rio de Janeiro, na quinta (26).
A banda, formada em 1982, ficou conhecida mundialmente com o hit “Take on me” (e seu videoclipe, revolucionário à época) em 1985.
Ouça especial da GloboRadio com músicas do grupo A-ha
O A-ha tem uma base fiel de fãs no Brasil – o show do grupo em 1991, no Rock in Rio II, teve um público de quase 200 mil pessoas no estádio do Maracanã. A turnê posterior no país, no mesmo ano, passou por 13 cidades diferentes no país, com direito a três shows em São Paulo. O grupo esteve ainda duas outras vezes no Brasil, em 1989 e 2002.
A banda entrou em hiato em 1994, mas se reuniu em 1998, e lançou o disco “Minor Earth, major sky” em 2000.
A banda está agora preparando o álbum sucessor de “Analogue”, de 2005, que deve ser lançado em julho deste ano.
A-ha no Brasil
São Paulo
Quando: quarta-feira (25), às 21h30
Onde: Credicard Hall, Av. das Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, tel. (11) 2846-6010
Quanto: R$ 100 a R$ 350 (ingressos esgotados)/ www.credicardhall.com.br
Rio de Janeiro
Quando: quinta-feira (26), às 21h30
Onde: Citibank Hall, Av.Ayrton Senna, 3000 - Cj. 1005, tel. 0300-7896846
Quanto: R$ 140 a R$ 520 / www.citibankhall.com.br
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Trio está gravando o sucessor do álbum 'Analogue', de 2005.
O grupo norueguês A-ha volta ao Brasil para mais uma turnê – desta vez com shows apenas em São Paulo nesta quarta-feira (25), com ingressos esgotados, e no Rio de Janeiro, na quinta (26).
A banda, formada em 1982, ficou conhecida mundialmente com o hit “Take on me” (e seu videoclipe, revolucionário à época) em 1985.
Ouça especial da GloboRadio com músicas do grupo A-ha
O A-ha tem uma base fiel de fãs no Brasil – o show do grupo em 1991, no Rock in Rio II, teve um público de quase 200 mil pessoas no estádio do Maracanã. A turnê posterior no país, no mesmo ano, passou por 13 cidades diferentes no país, com direito a três shows em São Paulo. O grupo esteve ainda duas outras vezes no Brasil, em 1989 e 2002.
A banda entrou em hiato em 1994, mas se reuniu em 1998, e lançou o disco “Minor Earth, major sky” em 2000.
A banda está agora preparando o álbum sucessor de “Analogue”, de 2005, que deve ser lançado em julho deste ano.
A-ha no Brasil
São Paulo
Quando: quarta-feira (25), às 21h30
Onde: Credicard Hall, Av. das Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, tel. (11) 2846-6010
Quanto: R$ 100 a R$ 350 (ingressos esgotados)/ www.credicardhall.com.br
Rio de Janeiro
Quando: quinta-feira (26), às 21h30
Onde: Citibank Hall, Av.Ayrton Senna, 3000 - Cj. 1005, tel. 0300-7896846
Quanto: R$ 140 a R$ 520 / www.citibankhall.com.br
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Ex-Van Halen e Red Hot formam ‘supergrupo’
O Chickenfoot começou em jam sessions no México.
Turnê terá início pela Europa, em junho deste ano.
Integrantes do Van Halen e do Red Hot Chili Peppers, junto com Joe Satriani, formaram um grande grupo, lançarão um disco e sairão juntos em turnê. As informações são do site “NME”.
O nome da banda, que conta com Sammy Hagar e Michael Anthony, ex-Van Halen, e Chad Smith do Red Hot, é Chickenfoot. Eles disseram que se reuniram “por acidente”, depois de uma série de jam sessions no México.
A turnê começará pela Europa, sendo que a primeira data programada é 23 de junho.
Há cerca de seis meses, o Red Hot Chili Peppers anunciou que faria uma pausa em suas atividades. Depois de uma extensa turnê de divulgação do álbum “Stadium arcadium”, de 2006, o grupo dizia ter ficado emocional e mentalmente esgotado.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Turnê terá início pela Europa, em junho deste ano.
Integrantes do Van Halen e do Red Hot Chili Peppers, junto com Joe Satriani, formaram um grande grupo, lançarão um disco e sairão juntos em turnê. As informações são do site “NME”.
O nome da banda, que conta com Sammy Hagar e Michael Anthony, ex-Van Halen, e Chad Smith do Red Hot, é Chickenfoot. Eles disseram que se reuniram “por acidente”, depois de uma série de jam sessions no México.
A turnê começará pela Europa, sendo que a primeira data programada é 23 de junho.
Há cerca de seis meses, o Red Hot Chili Peppers anunciou que faria uma pausa em suas atividades. Depois de uma extensa turnê de divulgação do álbum “Stadium arcadium”, de 2006, o grupo dizia ter ficado emocional e mentalmente esgotado.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Rihanna e Brown estão dando um tempo, diz imprensa americana
Rapper Jay-Z teria aconselhado cantora a se afastar do namorado.
Ela tem sido vista constantemente em baladas, acompanhada dos amigos.
Depois do escândalo envolvendo Rihanna e Chris Brown, o casal decidiu passar um tempo afastado. De acordo com fontes da “Us Weekly”, os dois planejam ficar separados por um tempo.
“Jay-Z disse a Rihanna que ela precisava terminar tudo com Chris. Pelo menos publicamente”, afirmou a fonte. O rapper, que apadrinhou a cantora Rihanna no início da carreira, ficou furioso quando soube que Chris Brown teria batido na popstar. “Ele meteu os pés pelas mãos. É um homem morto. Mexeu com as pessoas erradas.”
Rihanna acusou o namorado de tê-la agredido durante uma discussão. Ele, por sua vez, deve alegar que a cantora bateu antes e que, além de ciumenta, é descontrolada.
Chris Brown, que teria uma audiência marcada para o início de abril, viajou numa tentativa de escapar do foco da mídia. Ele vem sendo visto em lugares típicos de férias, primeiro em Miami e agora na Virginia. A imprensa vem criticando muito a Justiça americana, por tê-lo deixado livre e principalmente por tê-lo liberado para sair de Los Angeles –prática bastante incomum com réus.
Rihanna, enquanto isso, tem contado com o apoio dos amigos para se recuperar, e vem sendo vista com freqüência cada vez maior na balada. Segundo os jornais estrengeiros, ela teria badalado com Katy Perry e a atriz Hayden Panettiere na semana passada. Uma semana antes, jantou com Brandy, Beyoncé e Jay-Z, em Nova York.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Ela tem sido vista constantemente em baladas, acompanhada dos amigos.
Depois do escândalo envolvendo Rihanna e Chris Brown, o casal decidiu passar um tempo afastado. De acordo com fontes da “Us Weekly”, os dois planejam ficar separados por um tempo.
“Jay-Z disse a Rihanna que ela precisava terminar tudo com Chris. Pelo menos publicamente”, afirmou a fonte. O rapper, que apadrinhou a cantora Rihanna no início da carreira, ficou furioso quando soube que Chris Brown teria batido na popstar. “Ele meteu os pés pelas mãos. É um homem morto. Mexeu com as pessoas erradas.”
Rihanna acusou o namorado de tê-la agredido durante uma discussão. Ele, por sua vez, deve alegar que a cantora bateu antes e que, além de ciumenta, é descontrolada.
Chris Brown, que teria uma audiência marcada para o início de abril, viajou numa tentativa de escapar do foco da mídia. Ele vem sendo visto em lugares típicos de férias, primeiro em Miami e agora na Virginia. A imprensa vem criticando muito a Justiça americana, por tê-lo deixado livre e principalmente por tê-lo liberado para sair de Los Angeles –prática bastante incomum com réus.
Rihanna, enquanto isso, tem contado com o apoio dos amigos para se recuperar, e vem sendo vista com freqüência cada vez maior na balada. Segundo os jornais estrengeiros, ela teria badalado com Katy Perry e a atriz Hayden Panettiere na semana passada. Uma semana antes, jantou com Brandy, Beyoncé e Jay-Z, em Nova York.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
Green Day anuncia data de seu novo álbum
'21st century breakdown' tem lançamento marcado para 15 de maio.
O disco é o primeiro de inéditas desde de 'American idiot', de 2004.
O Green Day anunciou nesta quarta-feira (25) a data de lançamento de seu próximo álbum, “21st century breakdown”. Segundo a revista NME, o disco, o oitavo dos roqueiros, chegará às lojas no dia 15 de maio.
Este será o primeiro álbum de estúdio do grupo desde “American idiot”, de 2004.
O vocalista Billie Joe Armstrong declarou à publicação que a principal inspiração para o disco foi a “desconfiança nos políticos” de seu país. “21st century breakdown” também fará referências "à classe trabalhadora, aos problemas pessoais, à apatia e à desilusão do sonho americano".
“American idiot”, que tinha o mesmo tom de crítica aos valores tradicionais dos Estados Unidos, vendeu 5,8 milhões de cópias.
Com “21st century breakdown”, o Green Day substitui assim os ataques explícitos à administração Bush do álbum anterior por temas atuais no país, como a crise econômica e a hipocrisia religiosa - este último tema presente na canção “March of the dogs”.
O primeiro single deste novo trabalho dos roqueiros, “Know your enemy”, será lançado em abril.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
O disco é o primeiro de inéditas desde de 'American idiot', de 2004.
O Green Day anunciou nesta quarta-feira (25) a data de lançamento de seu próximo álbum, “21st century breakdown”. Segundo a revista NME, o disco, o oitavo dos roqueiros, chegará às lojas no dia 15 de maio.
Este será o primeiro álbum de estúdio do grupo desde “American idiot”, de 2004.
O vocalista Billie Joe Armstrong declarou à publicação que a principal inspiração para o disco foi a “desconfiança nos políticos” de seu país. “21st century breakdown” também fará referências "à classe trabalhadora, aos problemas pessoais, à apatia e à desilusão do sonho americano".
“American idiot”, que tinha o mesmo tom de crítica aos valores tradicionais dos Estados Unidos, vendeu 5,8 milhões de cópias.
Com “21st century breakdown”, o Green Day substitui assim os ataques explícitos à administração Bush do álbum anterior por temas atuais no país, como a crise econômica e a hipocrisia religiosa - este último tema presente na canção “March of the dogs”.
O primeiro single deste novo trabalho dos roqueiros, “Know your enemy”, será lançado em abril.
(Fonte de informação site oficial G1 "http://g1.globo.com/Noticias/Musica")
terça-feira, 24 de março de 2009
Coldplay + MTV = Show!
A MTV Brasil exibe hoje, 27, o primeiro show do novo projeto da MTV Internacional, batizado de World Stage. Trata-se de uma iniciativa para mostrar o mesmo show, simultaneamente, em todas as MTVs espalhadas pelo mundo sempre às sextas-feiras nos próximos 4 meses.
O projeto, que serve tanto a TV quanto a internet, vai mostrar grandes shows que acontecem atualmente e dar a chance para os fãs de todo o mundo de assistir ao mesmo tempo a apresentação de sua banda predileta. A lista tem nomes como R.E.M., Oasis, Amy Winehouse, Katy Perry, Pussycat Dolls, Duffy… e começa amanhã (27/02) com o Coldplay.
A banda de Chris Martin aparece na MTV das 22h30 às 23h30 e canta para 20 mil fãs japoneses histéricos que lotaram a Arena de Saitama, em Tóquio. A banda tocou músicas novas como Lovers In Japan e Viva La Vida mas também antigos hits como Gud Put a Smile On Your Face, Yellow, In My Place, The Scientist, entre outras.
Como aperitivo, uma das músicas, a bela “Life In Technicolor”, já pode ser assistida no Portal MTV:
http://mtv.uol.com.br/overdrive/?vid=343605
O show do Coldplay será publicado na íntegra no MTV Overdrive nesta sexta.
WORLD STAGE – COLDPLAY NO JAPÃO: Sexta, 27/02, 22h30
Reprises: sábado, 28/02, 20h00 – domingo, 01/03, 21h00
Fonte: http://mtv.uol.com.br/noticias/coldplay-ao-vivo-no-jap%C3%A3o-assista-uma-m%C3%BAsica-agora-e-ao-show-na-%C3%ADntegra-amanh%C3%A3
O projeto, que serve tanto a TV quanto a internet, vai mostrar grandes shows que acontecem atualmente e dar a chance para os fãs de todo o mundo de assistir ao mesmo tempo a apresentação de sua banda predileta. A lista tem nomes como R.E.M., Oasis, Amy Winehouse, Katy Perry, Pussycat Dolls, Duffy… e começa amanhã (27/02) com o Coldplay.
A banda de Chris Martin aparece na MTV das 22h30 às 23h30 e canta para 20 mil fãs japoneses histéricos que lotaram a Arena de Saitama, em Tóquio. A banda tocou músicas novas como Lovers In Japan e Viva La Vida mas também antigos hits como Gud Put a Smile On Your Face, Yellow, In My Place, The Scientist, entre outras.
Como aperitivo, uma das músicas, a bela “Life In Technicolor”, já pode ser assistida no Portal MTV:
http://mtv.uol.com.br/overdrive/?vid=343605
O show do Coldplay será publicado na íntegra no MTV Overdrive nesta sexta.
WORLD STAGE – COLDPLAY NO JAPÃO: Sexta, 27/02, 22h30
Reprises: sábado, 28/02, 20h00 – domingo, 01/03, 21h00
Fonte: http://mtv.uol.com.br/noticias/coldplay-ao-vivo-no-jap%C3%A3o-assista-uma-m%C3%BAsica-agora-e-ao-show-na-%C3%ADntegra-amanh%C3%A3
Apenas o começo?
Em entrevista ao neozelandês stuff.co.nz, Will falou do futuro da banda, que pode apresentar "truques" novos e inesperados. Tendo trabalhado duro para alcançar o prestígio que o Coldplay tem hoje, a banda planeja fazer algo diferente, continuando a nova fase inaugurada pelo Viva La Vida. Em depoimentos anteriores, já havia se afirmado que os primeiros trabalhos da banda formariam uma trilogia.
Por se tratar de uma matéria redigida especialmente em dercorrência da turnê australiana, o texto foi reorganizado para se adequar ao público brasileiro. As duas primeiras foram traduzidas na íntegra; das duas últimas, foi recortado apenas o que Will disse.
Agradecimentos: Coldplaying
Confira a matéria completa:
http://www.vivalacoldplay.com/site/index.php?subaction=showfull&id=1236214137&archive=&start_from=&ucat=5&
Por se tratar de uma matéria redigida especialmente em dercorrência da turnê australiana, o texto foi reorganizado para se adequar ao público brasileiro. As duas primeiras foram traduzidas na íntegra; das duas últimas, foi recortado apenas o que Will disse.
Agradecimentos: Coldplaying
Confira a matéria completa:
http://www.vivalacoldplay.com/site/index.php?subaction=showfull&id=1236214137&archive=&start_from=&ucat=5&
Chris Martin elogia novo álbum dos U2
"No Line On The Horizon", classificando-o como "brilhante".
Em declarações ao jornal Daily Star, Martin admite também ouvir o disco antes de entrar em palco.
Quanto ao facto de ter sido insultado por Bono, o vocalista dos Coldplay garante "nunca começamos qualquer rivalidade, porque temos consciência que é uma banda número seis". Martin justifica esta opinião dizendo que "nem sequer somos número dois".
"Estamos 23 anos atrás deles e eles estão numa liga completamente diferente. É como comparar um atleta de salto em altura com um astronauta. Estamos fezendo certo, mas eles foram muito mais longe e muito mais alto", esclareceu ainda Martin.
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/disco_digital/news.asp?id_news=33909
Em declarações ao jornal Daily Star, Martin admite também ouvir o disco antes de entrar em palco.
Quanto ao facto de ter sido insultado por Bono, o vocalista dos Coldplay garante "nunca começamos qualquer rivalidade, porque temos consciência que é uma banda número seis". Martin justifica esta opinião dizendo que "nem sequer somos número dois".
"Estamos 23 anos atrás deles e eles estão numa liga completamente diferente. É como comparar um atleta de salto em altura com um astronauta. Estamos fezendo certo, mas eles foram muito mais longe e muito mais alto", esclareceu ainda Martin.
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/disco_digital/news.asp?id_news=33909
Coldplay em Sydney
O evento começou no início da tarde e só terminou a noite, depois das apresenteações de Wolfmother, Gabriela Cilmi, Architecture in Helsinki, Kings of Leon, The Presets e de muitos outros, incluindo Barry Gibb, do Bee Gees. O Coldplay também esteve entre as atrações e, logo no início do dia, deu um puta trabalho para os seguranças com Chris Martin correndo pelo público.
Aí o vídeo:
Aí o vídeo:
segunda-feira, 23 de março de 2009
Com 30 mil pessoas, festival consagra Radiohead em SP
ust a Fest ainda teve Kraftwerk e Los Hermanos entre atrações.
G1 preparou resenhas para fãs e leigos da banda inglesa.
Com os trinta mil ingressos postos à venda esgotados um dia antes do evento (pela metade do show do Radiohead nem os cambistas tinham entradas), o Just a Fest é forte candidato a melhor festival do ano em São Paulo – mesmo que ainda seja muito cedo para esse tipo de previsão.
Veja fotos do festival Just a Fest
A atração principal da noite foi o Radiohead: é a primeira vez que o quinteto inglês, uma das mais importantes bandas de rock do mundo, se apresentou no Brasil. Desde o sucesso internacional de “Ok computer”, álbum de 1997, que a banda é esperada pelo seu fiel grupo de fãs brasileiros. Com um show perfeito – reverente sem ser saudosista, contemporâneo sem ser afetado – a banda mostrou porque continua tão influente ao longo de quase duas décadas de carreira.
Leia a resenha Radiohead para fãs
Leia a resenha Radiohead para leigos
Antes disso, o Kraftwerk reescreveu a história moderna da música pop ao seu bel-prazer, num show feito a quatro laptops. Se a apresentação é parada, faz parte do próprio conceito da banda, onde homem e máquina se fundem irremediavelmente.
Responsáveis diretos por boa parte do que se entende hoje por “música eletrônica”, o Kraftwerk não quis criar nenhuma ilusão de sua modernidade: músicas mais antigas mantinham os mesmos timbres da época em que foram criadas, e os vídeos colaboravam mais ainda para cristalizar a imagem tecno-futurista do grupo.
O repertório foi impecável, com clássicos como “Trans-Europe Express” e “The model” (ressampleados por inúmeros artistas de eletrônica ao longo das décadas) mostrando a origem do tecno, da house, do electro e até do funk carioca. Enquanto isso, no telão, imagens diversas recontavam e davam contexto às músicas – ora um desfile de modelos, ora protestos contra os perigos da energia nuclear. Em “The robots”, o sonho cibernético se consuma, e os músicos são substituídos por robôs de verdade – os verdadeiros fantasmas da máquina.
Abrindo a noite, os cariocas do Los Hermanos voltavam à São Paulo depois de um hiato de quase dois anos. Felizes e emocionados, fizeram um show solto (ás vezes solto demais, com direito a erros) e não tocaram o hit “Anna Júlia”, mas compensaram qualquer problema com empolgação genuína.
Os fãs da banda estavam lá para ajudar, cantando todas as músicas de cor e participando o tempo todo: a abertura, com “Todo Carnaval tem seu fim” teve direito a chuva de confetes e serpentinas. Se os relatos do show no Rio mostravam o grupo tenso, quase burogrático, em São Paulo eles não hesitaram em nenhum momento em deixar as preocupações de lado. E dá-lhe dancinhas ébrias, “vocês estão muito lindos” e nenhuma declaração sobre uma possível volta em definitivo. Mas também, não era de se preocupar – foi só um show, e foi apenas um (belo) festival, literalmente.
Set Lists
Kraftwerk
“Intro”
“The man-machine”
“Planet of visions”
“Numbers”
“Computerworld”
“Tour de France”
“Autobahn”
“The model”
“Les mannequins”
“Radioactivity”
“Tee”
“The robots”
“Aerodinamyk”
“Musique non stop”
Los Hermanos
“Todo Carnaval tem seu fim”
“Primeiro andar”
“O vento”
“Além do que se vê”
“Condicional”
“Morena”
“Andar”
“A outra”
“Cara estranho”
“Deixa o verão”
“Assim será”
“Cher Antoine”
“O vencedor”
“Retrato pra Iá-Iá”
“Casa pré-fabricada”
“Último romance”
“Sentimental”
“A flor”
G1 preparou resenhas para fãs e leigos da banda inglesa.
Com os trinta mil ingressos postos à venda esgotados um dia antes do evento (pela metade do show do Radiohead nem os cambistas tinham entradas), o Just a Fest é forte candidato a melhor festival do ano em São Paulo – mesmo que ainda seja muito cedo para esse tipo de previsão.
Veja fotos do festival Just a Fest
A atração principal da noite foi o Radiohead: é a primeira vez que o quinteto inglês, uma das mais importantes bandas de rock do mundo, se apresentou no Brasil. Desde o sucesso internacional de “Ok computer”, álbum de 1997, que a banda é esperada pelo seu fiel grupo de fãs brasileiros. Com um show perfeito – reverente sem ser saudosista, contemporâneo sem ser afetado – a banda mostrou porque continua tão influente ao longo de quase duas décadas de carreira.
Leia a resenha Radiohead para fãs
Leia a resenha Radiohead para leigos
Antes disso, o Kraftwerk reescreveu a história moderna da música pop ao seu bel-prazer, num show feito a quatro laptops. Se a apresentação é parada, faz parte do próprio conceito da banda, onde homem e máquina se fundem irremediavelmente.
Responsáveis diretos por boa parte do que se entende hoje por “música eletrônica”, o Kraftwerk não quis criar nenhuma ilusão de sua modernidade: músicas mais antigas mantinham os mesmos timbres da época em que foram criadas, e os vídeos colaboravam mais ainda para cristalizar a imagem tecno-futurista do grupo.
O repertório foi impecável, com clássicos como “Trans-Europe Express” e “The model” (ressampleados por inúmeros artistas de eletrônica ao longo das décadas) mostrando a origem do tecno, da house, do electro e até do funk carioca. Enquanto isso, no telão, imagens diversas recontavam e davam contexto às músicas – ora um desfile de modelos, ora protestos contra os perigos da energia nuclear. Em “The robots”, o sonho cibernético se consuma, e os músicos são substituídos por robôs de verdade – os verdadeiros fantasmas da máquina.
Abrindo a noite, os cariocas do Los Hermanos voltavam à São Paulo depois de um hiato de quase dois anos. Felizes e emocionados, fizeram um show solto (ás vezes solto demais, com direito a erros) e não tocaram o hit “Anna Júlia”, mas compensaram qualquer problema com empolgação genuína.
Os fãs da banda estavam lá para ajudar, cantando todas as músicas de cor e participando o tempo todo: a abertura, com “Todo Carnaval tem seu fim” teve direito a chuva de confetes e serpentinas. Se os relatos do show no Rio mostravam o grupo tenso, quase burogrático, em São Paulo eles não hesitaram em nenhum momento em deixar as preocupações de lado. E dá-lhe dancinhas ébrias, “vocês estão muito lindos” e nenhuma declaração sobre uma possível volta em definitivo. Mas também, não era de se preocupar – foi só um show, e foi apenas um (belo) festival, literalmente.
Set Lists
Kraftwerk
“Intro”
“The man-machine”
“Planet of visions”
“Numbers”
“Computerworld”
“Tour de France”
“Autobahn”
“The model”
“Les mannequins”
“Radioactivity”
“Tee”
“The robots”
“Aerodinamyk”
“Musique non stop”
Los Hermanos
“Todo Carnaval tem seu fim”
“Primeiro andar”
“O vento”
“Além do que se vê”
“Condicional”
“Morena”
“Andar”
“A outra”
“Cara estranho”
“Deixa o verão”
“Assim será”
“Cher Antoine”
“O vencedor”
“Retrato pra Iá-Iá”
“Casa pré-fabricada”
“Último romance”
“Sentimental”
“A flor”
Primeiras impressões
Passei aqui rapidinho porque não consegui resistir à tentação de dividir com vocês minhas impressões sobre o show de ontem. Foram tantas as sensações, do início até o fim da noite, que eu poderia escrever páginas e páginas sem hesitar. O bom senso, no entanto, me recomenda poupá-los ao menos das considerações deste fã do Radiohead.
Basta dizer que foi um pouco sui generis testemunhar Thom Yorke requebrando as cadeiras enquanto tocávamos “Morena” na passagem de som. Ou então que cruzar com sua palidez britânica no corredor dos camarins remeteu a um pitoresco passeio pelo museu de cera; porque era realmente difícil acreditar que os caras estavam ali na sala ao lado, conferindo e-mails de porta aberta.
Quanto ao nosso show, permitam-me mais uma vez agradecer imensamente a todos que possibilitaram este inesquecível reencontro. Faltam-me palavras para descrever a emoção de tocar de novo aquelas músicas, de ouvir o coro em uníssono de nossos fãs entoando os já conhecidos versos. Adorei a experiência de tocar “Cher Antoine” pela segunda vez na vida (se alguém tiver prova de outras execuções, por favor me corrijam).
Poderia sintetizar a noite passada como um daqueles momentos em que a própria vida parece um filme, como quando assistimos quase inebriados ao desenrolar dos acontecimentos. Tudo foi perfeito, a exceção de dois pormenores: a desconfiança de que a ordem do roteiro não favoreceu algumas músicas e a chateação que foi descobrir, ao final do show, que havia uma limitação imposta ao volume de nossa apresentação, por sermos a banda de abertura. Infelizmente o fato não chega a ser novidade no Brasil quando bandas nacionais e estrangeiras dividem o mesmo palco.
Se a improvável –porém digna de elogio- pontualidade do evento desguarneceu nossa plateia, deixando a ver navios os fãs retidos pelo rush ou pelo horário de saída do trabalho, também não deve ter contribuído muito para os ânimos o volume do show, descrito por muitos como incompatível com as dimensões da Apoteose. Bom, basta torcer para que em São Paulo o fato de nossa apresentação ser transmitida pela TV comova a patrulha dos decibéis.
Basta dizer que foi um pouco sui generis testemunhar Thom Yorke requebrando as cadeiras enquanto tocávamos “Morena” na passagem de som. Ou então que cruzar com sua palidez britânica no corredor dos camarins remeteu a um pitoresco passeio pelo museu de cera; porque era realmente difícil acreditar que os caras estavam ali na sala ao lado, conferindo e-mails de porta aberta.
Quanto ao nosso show, permitam-me mais uma vez agradecer imensamente a todos que possibilitaram este inesquecível reencontro. Faltam-me palavras para descrever a emoção de tocar de novo aquelas músicas, de ouvir o coro em uníssono de nossos fãs entoando os já conhecidos versos. Adorei a experiência de tocar “Cher Antoine” pela segunda vez na vida (se alguém tiver prova de outras execuções, por favor me corrijam).
Poderia sintetizar a noite passada como um daqueles momentos em que a própria vida parece um filme, como quando assistimos quase inebriados ao desenrolar dos acontecimentos. Tudo foi perfeito, a exceção de dois pormenores: a desconfiança de que a ordem do roteiro não favoreceu algumas músicas e a chateação que foi descobrir, ao final do show, que havia uma limitação imposta ao volume de nossa apresentação, por sermos a banda de abertura. Infelizmente o fato não chega a ser novidade no Brasil quando bandas nacionais e estrangeiras dividem o mesmo palco.
Se a improvável –porém digna de elogio- pontualidade do evento desguarneceu nossa plateia, deixando a ver navios os fãs retidos pelo rush ou pelo horário de saída do trabalho, também não deve ter contribuído muito para os ânimos o volume do show, descrito por muitos como incompatível com as dimensões da Apoteose. Bom, basta torcer para que em São Paulo o fato de nossa apresentação ser transmitida pela TV comova a patrulha dos decibéis.
domingo, 22 de março de 2009
Rio sedia evento de dance music
A cidade do Rio de Janeiro, de 18 a 24 de fevereiro, irá sediar a estréia da Rio Music Conference no Brasil. A feira de dance music, que será realizada na Marina da Glória, é inspirada em grandes eventos mundiais de música, como o Sonar e o Winter Music Conference (WMC), este realizado em Miami há mais de 23 anos, com bastante sucesso.
O evento se dividirá em duas atrações principais: os workshops e palestras com os principais profissionais do mercado e as festas com alguns dos melhores DJs do mundo.
Os organizadores esperam que cerca de 2.500 pessoas visitem a feira por dia. As principais boates do Rio, como Fosfobox, 69, Dama de Ferro, The Week e 00, farão uma programação especial durante a semana do evento.
Confira a agenda de palestras:
18 de fevereiro:
15h - A música eletrônica na indústria da propaganda e do entretenimento - Cláudia Assef
19h - Clubs e eventos - A força da e-music no mundo - Camilo Rocha
21h - A Revolução Digital: da queda do vinil à ascensão do MP3 - Gaía Passarelli
19 de fevereiro:
17h - Internet, I love you - André Matalon
19h - Networking para o sucesso - Ronald Villardo
21h30 - Novas tendências musicais - Franklin Costa
Veja a programação dos workshops
18 de fevereiro:
16h às 18h30 - Remix
19h às 21h30 - Discotecagem básica
19 de fevereiro:
18h30 às 21h30 - Produção Musical Básica
21h45 às 23h - Painel Ableton
O evento se dividirá em duas atrações principais: os workshops e palestras com os principais profissionais do mercado e as festas com alguns dos melhores DJs do mundo.
Os organizadores esperam que cerca de 2.500 pessoas visitem a feira por dia. As principais boates do Rio, como Fosfobox, 69, Dama de Ferro, The Week e 00, farão uma programação especial durante a semana do evento.
Confira a agenda de palestras:
18 de fevereiro:
15h - A música eletrônica na indústria da propaganda e do entretenimento - Cláudia Assef
19h - Clubs e eventos - A força da e-music no mundo - Camilo Rocha
21h - A Revolução Digital: da queda do vinil à ascensão do MP3 - Gaía Passarelli
19 de fevereiro:
17h - Internet, I love you - André Matalon
19h - Networking para o sucesso - Ronald Villardo
21h30 - Novas tendências musicais - Franklin Costa
Veja a programação dos workshops
18 de fevereiro:
16h às 18h30 - Remix
19h às 21h30 - Discotecagem básica
19 de fevereiro:
18h30 às 21h30 - Produção Musical Básica
21h45 às 23h - Painel Ableton
DVD repassa a carreira de Elvis Presley
Segundo volume da coleção “Elvis #1 hit performances & more”, este DVD cobre o período de 1956 a 1973, do surgimento do ídolo rebelde adolescente, passando por sua consagração na TV e no cinema, até sua coroação como Rei do Rock. Entre os destaques estão três músicas do especial de TV gravado por Elvis em 1968, quando o Rei ressurge experiente, sem truques e com o vozeirão curtido cantando “That’s alright”, “One night” e “If I can dream”. Já com o visual caricato com que encerrou a carreira, suor escorrendo pelos olhos, Elvis fecha o DVD com a emocionante “An american trilogy”, gravada em um histórico concerto de 1973 em Honolulu, no Havaí.
Ex-DJ toma posse como presidente transitório de Madagascar
Embaixadores 'esnobaram' a cerimônia em Antananarivo.
País foi suspenso da União Africana após golpe militar desta semana.
O líder oposicionista e ex-DJ Andry Rajoelina prestou juramento neste sábado (21) como o novo presidente de transição de Madagascar, durante uma cerimônia diante de pelo menos 40 mil pessoas.
Rajoelina parou de frente para o presidente da Alta Corte Constitucional, com a mão direita estendida, e declarou: "Diante de todo o povo malgaxe e ante Deus, juro fazer o possível pelo bem do povo e pelo respeito às leis em vigor em Madagascar".
O presidente da Alta Corte Constitucional, Jean Michel Rajaonarivony, respondeu: "Agora o senhor é presidente da alta autoridade de transição".
Rajoelina, que assumiu o poder provisório após um golpe militar que derrubou o presidente Marc Ravalomanana, prometeu melhorar os níveis de vida da população e garantir a segurança no país.
Nenhum embaixador estrangeiro compareceu à cerimônia, em uma demostração de que não reconhecem o governo transitório. Madagascar foi retirado da União Africana por conta do golpe, e os EUA anunciaram a suspensão do envio de ajuda não-essencial.
País foi suspenso da União Africana após golpe militar desta semana.
O líder oposicionista e ex-DJ Andry Rajoelina prestou juramento neste sábado (21) como o novo presidente de transição de Madagascar, durante uma cerimônia diante de pelo menos 40 mil pessoas.
Rajoelina parou de frente para o presidente da Alta Corte Constitucional, com a mão direita estendida, e declarou: "Diante de todo o povo malgaxe e ante Deus, juro fazer o possível pelo bem do povo e pelo respeito às leis em vigor em Madagascar".
O presidente da Alta Corte Constitucional, Jean Michel Rajaonarivony, respondeu: "Agora o senhor é presidente da alta autoridade de transição".
Rajoelina, que assumiu o poder provisório após um golpe militar que derrubou o presidente Marc Ravalomanana, prometeu melhorar os níveis de vida da população e garantir a segurança no país.
Nenhum embaixador estrangeiro compareceu à cerimônia, em uma demostração de que não reconhecem o governo transitório. Madagascar foi retirado da União Africana por conta do golpe, e os EUA anunciaram a suspensão do envio de ajuda não-essencial.
Com ingressos esgotados, Radiohead toca em SP neste domingo
Depois de se apresentar pela primeira vez no Brasil, na edição carioca do Just a Fest na sexta-feira (20), a banda inglesa Radiohead chega a São Paulo neste domingo (22). Com ingressos esgotados, a apresentação deve atrair um público de 30 mil pessoas para o festival.
Veja fotos dos shows do festival no Rio
Leia também: Fãs devem ficar atentos a interdição em avenida de SP
O repertório do show do Radiohead no Rio mesclou faixas do mais novo trabalho da banda, “In rainbows” (2007), com canções mais antigas, a exemplo de “Airbag”, e “Karma police”, do clássico “Ok computer”(1997); “The national anthem”, do disco “Kid A” (2000); ou “There there”, de “Hail to the thief (2003), só para citar a primeira metade do show.
Ao vivo, aliás, o grupo deixou claro o motivo pelo qual era (e ainda é, já que a apresentação dos ingleses acontece neste neste domingo, em São Paulo) uma das atrações mais aguardadas por aqui.
Assim como no Rio, a edição paulistana do Just a Fest traz outras duas grandes atrações: a banda carioca Los Hermanos e os veteranos do Kraftwerk.
Em São Paulo, o festival começa a partir das 17h30, com o DJ Maurício Valladares, e o Radiohead deve subir ao palco äs 22h.
Idolatrado por uma parcela do público, o Los Hermanos promete atrair uma parcela fiel da platéia. No Rio, a volta da banda após um hiato de quase dois anos teve clima de emoção.
Marcelo Camelo abriu a noite entoado "Todo carnaval tem seu fim", para em seguida fazer um passeio por todos os álbuns da banda. Hits como “O vento” e “Cara estranho”, foram cantados em coro pelo público, assim como “Sentimental” e “A flor”, que fechou a apresentação.
Radiohead em São Paulo
Quando: domingo, 22 de março
Onde: Chácara do Jockey, Rua Francisco Morato, 5.100, Portões de acesso do público: Avenida Pirajussara, s/n° / Acesso de portadores de necessidades especiais: Rua Santa Crescência 323
Abertura dos portões: 14h
Horário previsto para o DJ Mauricio Valladares: 17h30
Horário previsto para o show do Los Hermanos: 18h30
Horário previsto para o show do Kraftwerk: 20h15
Horário previsto para o show do Radiohead: 22h
Capacidade: 30 mil pessoas
Bares: 6 bares e 2 áreas de alimentação
Veja fotos dos shows do festival no Rio
Leia também: Fãs devem ficar atentos a interdição em avenida de SP
O repertório do show do Radiohead no Rio mesclou faixas do mais novo trabalho da banda, “In rainbows” (2007), com canções mais antigas, a exemplo de “Airbag”, e “Karma police”, do clássico “Ok computer”(1997); “The national anthem”, do disco “Kid A” (2000); ou “There there”, de “Hail to the thief (2003), só para citar a primeira metade do show.
Ao vivo, aliás, o grupo deixou claro o motivo pelo qual era (e ainda é, já que a apresentação dos ingleses acontece neste neste domingo, em São Paulo) uma das atrações mais aguardadas por aqui.
Assim como no Rio, a edição paulistana do Just a Fest traz outras duas grandes atrações: a banda carioca Los Hermanos e os veteranos do Kraftwerk.
Em São Paulo, o festival começa a partir das 17h30, com o DJ Maurício Valladares, e o Radiohead deve subir ao palco äs 22h.
Idolatrado por uma parcela do público, o Los Hermanos promete atrair uma parcela fiel da platéia. No Rio, a volta da banda após um hiato de quase dois anos teve clima de emoção.
Marcelo Camelo abriu a noite entoado "Todo carnaval tem seu fim", para em seguida fazer um passeio por todos os álbuns da banda. Hits como “O vento” e “Cara estranho”, foram cantados em coro pelo público, assim como “Sentimental” e “A flor”, que fechou a apresentação.
Radiohead em São Paulo
Quando: domingo, 22 de março
Onde: Chácara do Jockey, Rua Francisco Morato, 5.100, Portões de acesso do público: Avenida Pirajussara, s/n° / Acesso de portadores de necessidades especiais: Rua Santa Crescência 323
Abertura dos portões: 14h
Horário previsto para o DJ Mauricio Valladares: 17h30
Horário previsto para o show do Los Hermanos: 18h30
Horário previsto para o show do Kraftwerk: 20h15
Horário previsto para o show do Radiohead: 22h
Capacidade: 30 mil pessoas
Bares: 6 bares e 2 áreas de alimentação
sábado, 21 de março de 2009
Gravadora lançará álbuns do Nirvana em vinil
Primeiro lançamento será 'Nevermind', ainda este ano.
'In Utero' e 'Unplugged' também terão versão em vinil.
A gravadora Original Recordings Group (ORG) reeditará em vinil os grandes sucessos da banda Nirvana, entre eles o disco "Unplugged", como informa a revista "Billboard". O lançamento deve começar já em 2009, com os álbuns "Nevermind" (1991), que será o primeiro a sair, assim como "In Utero" (1993) e "Unplugged" (1994).
"Que nós saibamos, esta será a primeira vez que 'Unplugged' sairá em vinil", comentou Monti Olson, fundador da ORG e vice-presidente da Universal Publishing Group/Interscope Records.
A gravadora ORG, que começou em 2006 como uma pequena companhia centrada na reprodução de música em vinil, chegou a um acordo com a Universal para utilizar a coleção do Nirvana, atualmente no catálogo desta última.
Com isso, a ORG seguirá os passos da Sub Pop, empresa que colocará novamente à venda a versão em vinil de "Bleach" (1989), primeiro álbum da banda de Seattle.
Liderada por Kurt Cobain, o Nirvana foi fundado em 1986 e se tornou um marco da música pop. A banda grunge - como foi classificada pela imprensa -
se desfez em 1994 após o suícidio de seu vocalista.
O Nirvana vendeu cerca de 60 milhões de álbuns no mundo até hoje.
'In Utero' e 'Unplugged' também terão versão em vinil.
A gravadora Original Recordings Group (ORG) reeditará em vinil os grandes sucessos da banda Nirvana, entre eles o disco "Unplugged", como informa a revista "Billboard". O lançamento deve começar já em 2009, com os álbuns "Nevermind" (1991), que será o primeiro a sair, assim como "In Utero" (1993) e "Unplugged" (1994).
"Que nós saibamos, esta será a primeira vez que 'Unplugged' sairá em vinil", comentou Monti Olson, fundador da ORG e vice-presidente da Universal Publishing Group/Interscope Records.
A gravadora ORG, que começou em 2006 como uma pequena companhia centrada na reprodução de música em vinil, chegou a um acordo com a Universal para utilizar a coleção do Nirvana, atualmente no catálogo desta última.
Com isso, a ORG seguirá os passos da Sub Pop, empresa que colocará novamente à venda a versão em vinil de "Bleach" (1989), primeiro álbum da banda de Seattle.
Liderada por Kurt Cobain, o Nirvana foi fundado em 1986 e se tornou um marco da música pop. A banda grunge - como foi classificada pela imprensa -
se desfez em 1994 após o suícidio de seu vocalista.
O Nirvana vendeu cerca de 60 milhões de álbuns no mundo até hoje.
Radiohead satisfaz os fãs com hits e mais de duas horas de show no Rio
Banda inglesa fez sua estreia no Just a Fest na noite de sexta (20).
Grupo ainda toca em SP domingo (22) com Los Hermanos e Kraftwerk.
A estreia não poderia ter sido mais generosa. Em sua primeira apresentação no Brasil, nesta sexta (20) na praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, o Radiohead tocou músicas de toda a carreira por mais de duas horas para cerca de 24 mil pessoas, segundo a organização. Como se a catarse coletiva não bastasse, o quinteto inglês encerrou a noite, depois do segundo bis, com o megassucesso “Creep”, que só apareceu recentemente em um show da banda na Cidade do México.
Veja fotos do festival Just a Fest no Rio
Antes mesmo que subissem ao palco, o aviso exibido nos telões – o grupo pedia que não se usassem flashes nem câmeras fotográficas durante o espetáculo – foi solenemente ignorado. Assim que Thom Yorke (vocais, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra), Ed O'Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão) surgiram, batendo palmas, ao som de “15 step”, todos os celulares já estavam apontados. “Boa noite, nós somos o Radiohead”, anunciou o vocalista., em português
O repertório mesclou faixas do mais novo trabalho da banda, “In rainbows” (2007), com canções mais antigas, a exemplo de “Airbag”, e “Karma police”, do clássico “Ok computer”(1997); “The national anthem”, do disco “Kid A” (2000); ou “There there”, de “Hail to the thief (2003), só para citar a primeira metade do show. Ao vivo, aliás, o grupo deixou claro o motivo pelo qual era (e ainda é, já que a apresentação dos ingleses em São Paulo é neste domingo, 22) uma das atrações mais aguardadas por aqui.
Do alto de seus sete álbuns e mais de 15 anos de carreira, contando a partir de “Pablo honey”(1993), o Radiohead construiu uma personalidade sofisiticada o suficiente para agradar aos ouvidos mais diversos. Tanto a fase roqueira, com guitarras em primeiro plano, quanto a mais experimental, repleta de efeitos eletrônicos, soam perfeitamente coesas durante o show. Vale ressaltar, ainda, a fidelidade dos músicos às versões de estúdio. Enquanto isso, os telões e a iluminação do palco dão ao espetáculo uma atmosfera cinematográfica.
E, se por um lado a apresentação sugere um clima mais contemplativo, por outro a atitude no palco não é nada fria. Thom Yorke pode não ter o carisma de um Bono ou de um Michael Stipe, mas sabe comandar a plateia à sua maneira, seja tocando diferentes instrumentos, dando pulos ou fazendo dancinhas – à parte o fato de que ele dá a cada faixa uma interpretação ímpar.
Seguem-se mais músicas do disco novo - “All I need”, “Nude”, “Weird fishes/Arpeggi”, “Faust arp”, “Jigsaw falling into place”-, além de “No surprises”, “I might be wrong”, “Street spirit (fade out)”, “How to disappear completely”, “Paranoid android”, “Everything in its right place”, entre outras, antes que Thom Yorke se pronuncie, em um dos raros momentos em que conversa com o público. “Esta é por todas as vezes que a América do Norte tentou f… com vocês”, mandou o vocalista, ao começar o segundo bis com “You and whose army?”, de “Amnesiac” (2001).
Veteranos do Kraftwerk dão show de interação audiovisual
Depois do Los Hermanos e antes do Radiohead, o Kraftwerk deu um verdadeiro show de interação audiovisual. Os alemães fizeram uma apresentação de cerca de uma hora enquanto a Praça da Apoteose ia lotando. Sorte de quem parou para prestar atenção aos veteranos que, praticamente estáticos na frente de quatro laptops, mostraram à juventude de onde vêm a música eletrônica e o rap.
“The man-machine”, de 1978, foi escolhida para abrir o show. Beats e vocais hipnóticos ganham a companhia das imagens projetadas em um telão atrás do quarteto e dois nas laterais do palco.
A fascinação pelos meios de transporte leva o público por uma viagem de bike, carros e trens, como em “Tour de France”, “Autobahn” e “Trans-Europe Express”. Um dos pontos altos acontece ao som de “The robots”, quando quatro robôs literalmente assumem o controle. Como da última vez que passaram pelo Brasil, em 2004, os alemães encerraram a apresentação ao som de “Music non stop”, deixando o gostinho de que o show pode acabar, mas a música nunca pára.
Grupo ainda toca em SP domingo (22) com Los Hermanos e Kraftwerk.
A estreia não poderia ter sido mais generosa. Em sua primeira apresentação no Brasil, nesta sexta (20) na praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, o Radiohead tocou músicas de toda a carreira por mais de duas horas para cerca de 24 mil pessoas, segundo a organização. Como se a catarse coletiva não bastasse, o quinteto inglês encerrou a noite, depois do segundo bis, com o megassucesso “Creep”, que só apareceu recentemente em um show da banda na Cidade do México.
Veja fotos do festival Just a Fest no Rio
Antes mesmo que subissem ao palco, o aviso exibido nos telões – o grupo pedia que não se usassem flashes nem câmeras fotográficas durante o espetáculo – foi solenemente ignorado. Assim que Thom Yorke (vocais, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra), Ed O'Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão) surgiram, batendo palmas, ao som de “15 step”, todos os celulares já estavam apontados. “Boa noite, nós somos o Radiohead”, anunciou o vocalista., em português
O repertório mesclou faixas do mais novo trabalho da banda, “In rainbows” (2007), com canções mais antigas, a exemplo de “Airbag”, e “Karma police”, do clássico “Ok computer”(1997); “The national anthem”, do disco “Kid A” (2000); ou “There there”, de “Hail to the thief (2003), só para citar a primeira metade do show. Ao vivo, aliás, o grupo deixou claro o motivo pelo qual era (e ainda é, já que a apresentação dos ingleses em São Paulo é neste domingo, 22) uma das atrações mais aguardadas por aqui.
Do alto de seus sete álbuns e mais de 15 anos de carreira, contando a partir de “Pablo honey”(1993), o Radiohead construiu uma personalidade sofisiticada o suficiente para agradar aos ouvidos mais diversos. Tanto a fase roqueira, com guitarras em primeiro plano, quanto a mais experimental, repleta de efeitos eletrônicos, soam perfeitamente coesas durante o show. Vale ressaltar, ainda, a fidelidade dos músicos às versões de estúdio. Enquanto isso, os telões e a iluminação do palco dão ao espetáculo uma atmosfera cinematográfica.
E, se por um lado a apresentação sugere um clima mais contemplativo, por outro a atitude no palco não é nada fria. Thom Yorke pode não ter o carisma de um Bono ou de um Michael Stipe, mas sabe comandar a plateia à sua maneira, seja tocando diferentes instrumentos, dando pulos ou fazendo dancinhas – à parte o fato de que ele dá a cada faixa uma interpretação ímpar.
Seguem-se mais músicas do disco novo - “All I need”, “Nude”, “Weird fishes/Arpeggi”, “Faust arp”, “Jigsaw falling into place”-, além de “No surprises”, “I might be wrong”, “Street spirit (fade out)”, “How to disappear completely”, “Paranoid android”, “Everything in its right place”, entre outras, antes que Thom Yorke se pronuncie, em um dos raros momentos em que conversa com o público. “Esta é por todas as vezes que a América do Norte tentou f… com vocês”, mandou o vocalista, ao começar o segundo bis com “You and whose army?”, de “Amnesiac” (2001).
Veteranos do Kraftwerk dão show de interação audiovisual
Depois do Los Hermanos e antes do Radiohead, o Kraftwerk deu um verdadeiro show de interação audiovisual. Os alemães fizeram uma apresentação de cerca de uma hora enquanto a Praça da Apoteose ia lotando. Sorte de quem parou para prestar atenção aos veteranos que, praticamente estáticos na frente de quatro laptops, mostraram à juventude de onde vêm a música eletrônica e o rap.
“The man-machine”, de 1978, foi escolhida para abrir o show. Beats e vocais hipnóticos ganham a companhia das imagens projetadas em um telão atrás do quarteto e dois nas laterais do palco.
A fascinação pelos meios de transporte leva o público por uma viagem de bike, carros e trens, como em “Tour de France”, “Autobahn” e “Trans-Europe Express”. Um dos pontos altos acontece ao som de “The robots”, quando quatro robôs literalmente assumem o controle. Como da última vez que passaram pelo Brasil, em 2004, os alemães encerraram a apresentação ao som de “Music non stop”, deixando o gostinho de que o show pode acabar, mas a música nunca pára.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Britney Spears de namorado novo
De acordo com o Canal E!, Britney Spears estaria namorando seu ex-agente, Jason Trawick, com quem trabalhou durante cinco anos.
Os boatos começaram depois de uma viagem do casal à Costa Rica, em maio do ano passado.
O empresário, de 37 anos, acompanhou a princesa do pop e a família na viagem e, em dezembro, ambos foram fotografados juntos, na festa de aniversário da cantora, em Los Angeles, nos EUA.
Porém, o retorno da artista aos palcos, não está correndo como o esperado. Depois de ter sido acusada de fazer playback durante grande parte do show de abertura da turnê “Circus”, em Nova Orleans, o site Faded Youth revelou que a venda de ingressos está abaixo das expectativas, com alguns concertos ainda com lugares vagos.
Um responsável pela produção informou que o preço dos ingressos, que giram em torno dos 500 dólares (mais de 394 euros), seria um dos motivos para o fiasco.
“É muito dinheiro para uma artista que não está no topo”, argumentou.
Os boatos começaram depois de uma viagem do casal à Costa Rica, em maio do ano passado.
O empresário, de 37 anos, acompanhou a princesa do pop e a família na viagem e, em dezembro, ambos foram fotografados juntos, na festa de aniversário da cantora, em Los Angeles, nos EUA.
Porém, o retorno da artista aos palcos, não está correndo como o esperado. Depois de ter sido acusada de fazer playback durante grande parte do show de abertura da turnê “Circus”, em Nova Orleans, o site Faded Youth revelou que a venda de ingressos está abaixo das expectativas, com alguns concertos ainda com lugares vagos.
Um responsável pela produção informou que o preço dos ingressos, que giram em torno dos 500 dólares (mais de 394 euros), seria um dos motivos para o fiasco.
“É muito dinheiro para uma artista que não está no topo”, argumentou.
50 Cent planeja lançar dois álbuns
Cent planeja lançar dois álbuns ainda este ano, sendo que “Before I Self Destruct” chega às lojas em junho.
Em entrevista a MTV, o rapper negou ter copiado a idéia de Eminem, que pretende lançar o sucessor de “Relapse” no fim do ano.
“Desde que soube que o meu álbum ia sair em dezembro (o que não aconteceu), tive oportunidade de gravar mais”, explicou.
O produtor destas sessões foi Dr. Dre.
Em entrevista a MTV, o rapper negou ter copiado a idéia de Eminem, que pretende lançar o sucessor de “Relapse” no fim do ano.
“Desde que soube que o meu álbum ia sair em dezembro (o que não aconteceu), tive oportunidade de gravar mais”, explicou.
O produtor destas sessões foi Dr. Dre.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Simple Plan começa turnê pelo Brasil nesta quarta
Banda toca em Porto Alegre, Curitiba, Recife, Goiânia, SP, Rio e BH.
Quinteto canadense apresenta músicas de seu disco homônimo no país.
Do G1, em São Paulo
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Ampliar Foto Foto: Divulgação Foto: Divulgação
A banda canadense Simple Plan. (Foto: Divulgação)
Famoso pela mistura de pop com elementos de punk, o Simple Plan retorna ao Brasil este mês para mais uma turnê. A banda canadense traz na bagagem músicas de seu mais recente álbum, “Simple Plan”.
O grupo se apresenta nesta quarta (18) no Pepsi On Stage, em Porto Alegre, quinta (19) no Master Hall, em Curitiba, sábado (21) no Chevrolet Hall, no Recife, e domingo (22) no Clube Jaó, em Goiânia.
Na próxima terça-feira (24) o grupo toca no Credicard Hall, em São Paulo, quarta (25) no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, e quinta (26) no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte.
Com mais 8 milhões de CDs vendidos em todo o mundo, o Simple Plan é formado por Pierre Bouvier (vocais), Chuck Comeau (bateria e vocais), David Desrosiers (baixo e vocais), Sebastien Lefebvre (guitarra e vocais) e Jeff Stinco (guitarra).
Para os shows no Brasil o público pode esperar sucessos como “I’d do anything”, “Addicted”, “Perfect”, “Welcome to my life” e os “loops” de sintetizador do novo single “When I’m gone”.
De acordo com a crítica internacional, o novo trabalho do Simple Plan confirma o amadurecimento do quinteto de Montreal.
Simple Plan no Brasil
Porto Alegre
Quando: quarta (18), às 21h (show de abertura: banda Área Restrita)
Onde: Pepsi On Stage, Av. Severo Dullius, 1995, Bairro Anchieta
Quanto: R$ 60 a R$ 120
Curitiba
Quando: quinta (19), às 21h
Onde: Curitiba Master Hall, Rua Itajubá, 143, tel. (41) 3315-0808, das 9h às 22h
Ingressos: Bilheteria Curitiba Máster Hall / Quiosques dos Shoppings Mueller
e Curitiba Vendas: www.diskingressos.com.br
Recife
Quando: sábado (21)
Onde: Chevrolet Hall, R. Agamenon Magalhães, s/n, Complexo Salgadinho, tel. (81) 3427-7500, a partir das 19h
Quanto: R$ 30 a R$ 120
Goiânia
Quando: domingo (22)
Onde: Clube Jaó, Avenida Quitandinha, 600, no Setor Jaó, tel. (62) 3269-8000
Quanto: R$ 50 a R$ 200
São Paulo
Quando: terça (24), às 21h30
Onde: Credicard Hall, Av. Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, (11) 2846-6010
Quanto: R$ 80 a R$ 250 / www.credicardhall.com.br
Rio de Janeiro
Quando: quarta (25), às 21h30
Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shop. Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846 (todos os dias, das 9h às 21h)
Quanto: R$ 150 a R$ 250
Belo Horizonte
Quando: quinta (26), às 21h
Onde: Chevrolet Hall, Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, São Pedro, tel. (31) 3209-8989 / (31) 2191-5700
Quanto: R$ 180
Quinteto canadense apresenta músicas de seu disco homônimo no país.
Do G1, em São Paulo
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A banda canadense Simple Plan. (Foto: Divulgação)
Famoso pela mistura de pop com elementos de punk, o Simple Plan retorna ao Brasil este mês para mais uma turnê. A banda canadense traz na bagagem músicas de seu mais recente álbum, “Simple Plan”.
O grupo se apresenta nesta quarta (18) no Pepsi On Stage, em Porto Alegre, quinta (19) no Master Hall, em Curitiba, sábado (21) no Chevrolet Hall, no Recife, e domingo (22) no Clube Jaó, em Goiânia.
Na próxima terça-feira (24) o grupo toca no Credicard Hall, em São Paulo, quarta (25) no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, e quinta (26) no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte.
Com mais 8 milhões de CDs vendidos em todo o mundo, o Simple Plan é formado por Pierre Bouvier (vocais), Chuck Comeau (bateria e vocais), David Desrosiers (baixo e vocais), Sebastien Lefebvre (guitarra e vocais) e Jeff Stinco (guitarra).
Para os shows no Brasil o público pode esperar sucessos como “I’d do anything”, “Addicted”, “Perfect”, “Welcome to my life” e os “loops” de sintetizador do novo single “When I’m gone”.
De acordo com a crítica internacional, o novo trabalho do Simple Plan confirma o amadurecimento do quinteto de Montreal.
Simple Plan no Brasil
Porto Alegre
Quando: quarta (18), às 21h (show de abertura: banda Área Restrita)
Onde: Pepsi On Stage, Av. Severo Dullius, 1995, Bairro Anchieta
Quanto: R$ 60 a R$ 120
Curitiba
Quando: quinta (19), às 21h
Onde: Curitiba Master Hall, Rua Itajubá, 143, tel. (41) 3315-0808, das 9h às 22h
Ingressos: Bilheteria Curitiba Máster Hall / Quiosques dos Shoppings Mueller
e Curitiba Vendas: www.diskingressos.com.br
Recife
Quando: sábado (21)
Onde: Chevrolet Hall, R. Agamenon Magalhães, s/n, Complexo Salgadinho, tel. (81) 3427-7500, a partir das 19h
Quanto: R$ 30 a R$ 120
Goiânia
Quando: domingo (22)
Onde: Clube Jaó, Avenida Quitandinha, 600, no Setor Jaó, tel. (62) 3269-8000
Quanto: R$ 50 a R$ 200
São Paulo
Quando: terça (24), às 21h30
Onde: Credicard Hall, Av. Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, (11) 2846-6010
Quanto: R$ 80 a R$ 250 / www.credicardhall.com.br
Rio de Janeiro
Quando: quarta (25), às 21h30
Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shop. Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846 (todos os dias, das 9h às 21h)
Quanto: R$ 150 a R$ 250
Belo Horizonte
Quando: quinta (26), às 21h
Onde: Chevrolet Hall, Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, São Pedro, tel. (31) 3209-8989 / (31) 2191-5700
Quanto: R$ 180
Meu U2 está de volta
Pobre Coldplay. Quando eles acham que deram um grande salto e conseguiram disfarçar a ambição de ser o U2 do século 21 (”Viva la vida” não era mesmo de todo mau - falo de coração!), vem o próprio U2 e lança um novo álbum para mostrar a todos que o U2 do século 21 é… o próprio U2!
Sim! - caso você não tenha sido atingido pelo tsunami de mídia que acompanhou o lançamento deste novo álbum, cabe a mim anunciar que eles estão de volta. E como! “No line on the horizon”, que acabo de comprar online, em MP3 (pois é… até eu), é exatamente o tipo de disco do U2 que eu gosto: diferente, experimental, grandioso e discreto ao mesmo tempo, e (o mais importante) sem medo de correr riscos. O U2, por exemplo, de “Achtung baby” - o álbum que me converteu num fã da banda.
Devotos do U2, não fiquem loucos comigo. Como já disse ao próprio Bono (na segunda vez em que o entrevistei), eu era apenas um admirador distante da banda durante todos os anos 80. Era impossível negar então a força de alguns de suas canções - “I will follow”, “Pride (in the name of love)”, e, claro, “Sunday bloody sunday”, para citar apenas três clássicos. Mas desde o início da carreira deles até 1991, o U2 me pareceu apenas uma banda competente - boa para oferecer aquelas faixas catárticas que funcionam num show de estádio, com um cantor extremamente carismático e sério, mas que ficava devendo um pouquinho num quesito que me é muito caro, a “experimentação”.
“The Joshua tree”, para fazer justiça, já havia tinha me chamado atenção por querer procurar um caminho diferente para a banda - flertando, sobretudo, com o a música americana. Como não reconhecer o potencial “romântico-messiânico” de uma música como “With or without you”, ou a perfeição exasperada de “Where the streets have no name”? Mas ainda não era o suficiente para mim… Só me convenci mesmo quando vivi a seguinte cena: reunida diante de um monitor de TV, a quase totalidade das pessoas que trabalhavam na MTV comigo assistia a um clip recém-chegado de uma faixa totalmente estranha chamada “The fly”.
O que era aquilo? - parecia ser a pergunta em cada par de olhos. Eu, muito particularmente, respondia a mim mesmo que o que estávamos vendo era uma epifania: uma banda pronta para dar um grande salto, apostando no desconhecido, e chamando os seus fãs para irem junto. Semanas depois chegou o clipe seguinte (era uma época antes da internet, entenda, e as novidades não “vazavam” na rede - trabalhar na MTV brasileira, no início dos anos 90, era, sem dúvida, uma das maneiras mais “quentes” de receber novas músicas antes de todo mundo). Que era, claro, “Mysterious ways”. Pronto: a transformação do U2 de uma banda relevante para uma transcendental estava confirmada. E eu acabava de me tornar irreversivelmente um fã incondicional deles.
Acho que ninguém vai discordar que qualquer elogio para “Achtung baby” está aquém do valor real daquele álbum. O disco é uma unanimidade - indiscutível (ou você vai me dizer que “One” é um “trabalho menor” da banda?). Mas o que dizer dos trabalhos seguintes, “Zooropa” e, principalmente, “Pop”? Já torceu o nariz, aposto… Pois eu adorei esses também. E o segundo - que geralmente é execrado -, mais ainda que o primeiro. A cada um desses trabalhos, a impressão que eu tinha era que eu encontrava um U2 ainda mais enlouquecido, testando limites musicais - para não falar dos limites da paciência de seus admiradores. E quanto mais eles me provocavam, mais eu aplaudia.
Foi na época da turnê de “Pop Mart” (1998) - a “estreia” da banda no Brasil -, que estive com Bono pela primeira vez. Eu assisti ao show semanas antes de eles virem ao Brasil, em Oakland, na Califórnia (quem abria para eles, só como curiosidade, era um uns caras que estavam tentando estourar nos Estados Unidos… um certo Oasis…). Entre as coisas que rolaram na entrevista, tive espaço para satisfazer minha curiosidade pessoal sobre o desejo dele (e da própria banda) de estar sempre se renovando. A resposta óbvia - para a pergunta, admito, nem tão original - foi que sim. Bono me garantiu que sabia que os fãs tolerariam aquelas sandices todas do álbum “Pop”, se, de vez em quando, eles voltassem a oferecer o tipo de som que os consagrou.
Que foi, diga-se, exatamente o que eles fizeram alguns anos depois com “All that you can leave behind”. De fato, os fãs se acalmaram, a crítica respirou aliviada, e o disco, como todos sabem, foi um sucesso. Este humilde admirador, porém, ficou um pouco decepcionado com a guinada, digamos, conservadora da banda. Veio então “How to dismantle an atomic bomb”, e, com exceção da delirante “Vertigo”, eu aplaudi o esforço, mas não reconheci ali o U2 das viradas mirabolantes. Mas eis que surge agora “No line on the horizon”, e meu peito se enche de alegria.
Adaptando os primeiros versos da própria faixa-título (que, aliás, abre o álbum), é como se eu estivesse diante de uma banda “que é como o mar, eu olho ela mudar todo o dia para mim”. Escutei o disco hoje inúmeras vezes - e quem disse que estou enjoado? Para não dizer que me rendi de primeira, confesso que me assustei um pouco com a grandiosidade da “comissão de frente”: tanto “No line on the horizon”, quanto “Magnificent” são quase U2 “de cartilha”, com Bono indo do sussurro ao grito na levada sempre impressionante do guitarrista The Edge (o breve solo em “Magnificent” é especialmente sedutor). Mas aí vem “Moment of surrender” - e a diversão realmente começa. Com mais de sete minutos (estou apostando que é a faixa de estúdio mais longa deles, será que alguém pode me confirmar?), ela vai te convencendo aos poucos, arrastando-se no seu ouvido até você chegar ao ponto que a própria música sugere no título: um momento de entrega (total).
Em seguida vem outra curiosa canção longa, ainda mais cheia de climas, chamada “Unknown caller”. Os arranjos ficam um pouco mais complicados em “I’ll go crazy if I don’t go crazy tonight” (êta banda que gosta de títulos compridos!) e empresta uma indiscutível beleza a uma letra (propositalmente) caótica. “Get on your boots”, você já conhece - foi o primeiro “single” e já está em altíssima rotação em mais de um site de vídeos na internet. Acho a faixa um pouco estranha - mesmo depois de repetidas audições -, mas acho que tem a ver com a vontade de experimentar. “Stand up comedy”, apesar de ter uma letra engraçada, é talvez a faixa mais convencional do álbum, mas não deixa de ser uma ótima pausa para o tobogã musical que vem a seguir.
“FEZ: being born” é daquelas músicas que não têm registro: um “mini épico”, que faz você ficar intrigado logo de cara - e vai requisitar um certo esforço para ser decifrado. “White snow”, que vem logo depois, é uma belíssima balada que deve ser um dos pontos altos de uma futura turnê. A faixa seguinte é “Breathe” e traz Bono exorcizando o Mick Jagger que existe dentro dele. E tudo termina numa misteriosa atmosfera evocada por “Cedars of Lebanon”, que fica entre o cabaré e o “chill out” - e que te desafia a ouvir tudo de novo.
Desde de 1997 eu não ouvia um U2 tão atrevido - e é por isso que estou celebrando tanto esse “retorno” à forma (pelo menos à forma que eu aprendi a gostar lá nos idos dos anos 90). E, pelo visto, não sou só eu. Como disse Jon Pareles, numa entrevista recente com a banda para o “The New York Times”, apesar de tudo que está acontecendo na indústria fonográfica, e da “idéia de um rock ‘mainstream’ parecer mais e mais uma miragem, o U2, descaradamente, ainda quer lançar um mega sucesso de vendas” - e está conseguindo: entrou direto na posição de número um na parada americana (e, posso imaginar, em vários outros lugares do mundo também).
Será que todos os fãs demonstrarão a mesma receptividade que eu? E você? Já ouviu? Concorda, pelo menos em parte, com a minha opinião - ou não? Eu mesmo estou interessado em saber o que as pessoas vão achar de “No line on the horizon”. E só o fato de uma banda que existe há mais de trinta anos despertar esse tipo de curiosidade já é mais uma prova de que, pelo menos no pop, ninguém é tão poderoso quanto eles…
(Tudo bem talvez o Radiohead seja… mas isso eu devo conferir neste fim-de-semana - não na noite de domingo, durante o show de São Paulo, quando eu vou estar “de serviço”… Mas sexta, no Rio - se eu não tiver de trabalhar até tarde… Será? Conto na segunda.)
Este post foi publicado em Todas, quinta-feira, (19/03/2009), às 09h44. Deixe seu comentário ou envie o trackback do seu site no formulário abaixo. Você pode acompanhar as atualizações deste post através do feed RSS do blog.
Sim! - caso você não tenha sido atingido pelo tsunami de mídia que acompanhou o lançamento deste novo álbum, cabe a mim anunciar que eles estão de volta. E como! “No line on the horizon”, que acabo de comprar online, em MP3 (pois é… até eu), é exatamente o tipo de disco do U2 que eu gosto: diferente, experimental, grandioso e discreto ao mesmo tempo, e (o mais importante) sem medo de correr riscos. O U2, por exemplo, de “Achtung baby” - o álbum que me converteu num fã da banda.
Devotos do U2, não fiquem loucos comigo. Como já disse ao próprio Bono (na segunda vez em que o entrevistei), eu era apenas um admirador distante da banda durante todos os anos 80. Era impossível negar então a força de alguns de suas canções - “I will follow”, “Pride (in the name of love)”, e, claro, “Sunday bloody sunday”, para citar apenas três clássicos. Mas desde o início da carreira deles até 1991, o U2 me pareceu apenas uma banda competente - boa para oferecer aquelas faixas catárticas que funcionam num show de estádio, com um cantor extremamente carismático e sério, mas que ficava devendo um pouquinho num quesito que me é muito caro, a “experimentação”.
“The Joshua tree”, para fazer justiça, já havia tinha me chamado atenção por querer procurar um caminho diferente para a banda - flertando, sobretudo, com o a música americana. Como não reconhecer o potencial “romântico-messiânico” de uma música como “With or without you”, ou a perfeição exasperada de “Where the streets have no name”? Mas ainda não era o suficiente para mim… Só me convenci mesmo quando vivi a seguinte cena: reunida diante de um monitor de TV, a quase totalidade das pessoas que trabalhavam na MTV comigo assistia a um clip recém-chegado de uma faixa totalmente estranha chamada “The fly”.
O que era aquilo? - parecia ser a pergunta em cada par de olhos. Eu, muito particularmente, respondia a mim mesmo que o que estávamos vendo era uma epifania: uma banda pronta para dar um grande salto, apostando no desconhecido, e chamando os seus fãs para irem junto. Semanas depois chegou o clipe seguinte (era uma época antes da internet, entenda, e as novidades não “vazavam” na rede - trabalhar na MTV brasileira, no início dos anos 90, era, sem dúvida, uma das maneiras mais “quentes” de receber novas músicas antes de todo mundo). Que era, claro, “Mysterious ways”. Pronto: a transformação do U2 de uma banda relevante para uma transcendental estava confirmada. E eu acabava de me tornar irreversivelmente um fã incondicional deles.
Acho que ninguém vai discordar que qualquer elogio para “Achtung baby” está aquém do valor real daquele álbum. O disco é uma unanimidade - indiscutível (ou você vai me dizer que “One” é um “trabalho menor” da banda?). Mas o que dizer dos trabalhos seguintes, “Zooropa” e, principalmente, “Pop”? Já torceu o nariz, aposto… Pois eu adorei esses também. E o segundo - que geralmente é execrado -, mais ainda que o primeiro. A cada um desses trabalhos, a impressão que eu tinha era que eu encontrava um U2 ainda mais enlouquecido, testando limites musicais - para não falar dos limites da paciência de seus admiradores. E quanto mais eles me provocavam, mais eu aplaudia.
Foi na época da turnê de “Pop Mart” (1998) - a “estreia” da banda no Brasil -, que estive com Bono pela primeira vez. Eu assisti ao show semanas antes de eles virem ao Brasil, em Oakland, na Califórnia (quem abria para eles, só como curiosidade, era um uns caras que estavam tentando estourar nos Estados Unidos… um certo Oasis…). Entre as coisas que rolaram na entrevista, tive espaço para satisfazer minha curiosidade pessoal sobre o desejo dele (e da própria banda) de estar sempre se renovando. A resposta óbvia - para a pergunta, admito, nem tão original - foi que sim. Bono me garantiu que sabia que os fãs tolerariam aquelas sandices todas do álbum “Pop”, se, de vez em quando, eles voltassem a oferecer o tipo de som que os consagrou.
Que foi, diga-se, exatamente o que eles fizeram alguns anos depois com “All that you can leave behind”. De fato, os fãs se acalmaram, a crítica respirou aliviada, e o disco, como todos sabem, foi um sucesso. Este humilde admirador, porém, ficou um pouco decepcionado com a guinada, digamos, conservadora da banda. Veio então “How to dismantle an atomic bomb”, e, com exceção da delirante “Vertigo”, eu aplaudi o esforço, mas não reconheci ali o U2 das viradas mirabolantes. Mas eis que surge agora “No line on the horizon”, e meu peito se enche de alegria.
Adaptando os primeiros versos da própria faixa-título (que, aliás, abre o álbum), é como se eu estivesse diante de uma banda “que é como o mar, eu olho ela mudar todo o dia para mim”. Escutei o disco hoje inúmeras vezes - e quem disse que estou enjoado? Para não dizer que me rendi de primeira, confesso que me assustei um pouco com a grandiosidade da “comissão de frente”: tanto “No line on the horizon”, quanto “Magnificent” são quase U2 “de cartilha”, com Bono indo do sussurro ao grito na levada sempre impressionante do guitarrista The Edge (o breve solo em “Magnificent” é especialmente sedutor). Mas aí vem “Moment of surrender” - e a diversão realmente começa. Com mais de sete minutos (estou apostando que é a faixa de estúdio mais longa deles, será que alguém pode me confirmar?), ela vai te convencendo aos poucos, arrastando-se no seu ouvido até você chegar ao ponto que a própria música sugere no título: um momento de entrega (total).
Em seguida vem outra curiosa canção longa, ainda mais cheia de climas, chamada “Unknown caller”. Os arranjos ficam um pouco mais complicados em “I’ll go crazy if I don’t go crazy tonight” (êta banda que gosta de títulos compridos!) e empresta uma indiscutível beleza a uma letra (propositalmente) caótica. “Get on your boots”, você já conhece - foi o primeiro “single” e já está em altíssima rotação em mais de um site de vídeos na internet. Acho a faixa um pouco estranha - mesmo depois de repetidas audições -, mas acho que tem a ver com a vontade de experimentar. “Stand up comedy”, apesar de ter uma letra engraçada, é talvez a faixa mais convencional do álbum, mas não deixa de ser uma ótima pausa para o tobogã musical que vem a seguir.
“FEZ: being born” é daquelas músicas que não têm registro: um “mini épico”, que faz você ficar intrigado logo de cara - e vai requisitar um certo esforço para ser decifrado. “White snow”, que vem logo depois, é uma belíssima balada que deve ser um dos pontos altos de uma futura turnê. A faixa seguinte é “Breathe” e traz Bono exorcizando o Mick Jagger que existe dentro dele. E tudo termina numa misteriosa atmosfera evocada por “Cedars of Lebanon”, que fica entre o cabaré e o “chill out” - e que te desafia a ouvir tudo de novo.
Desde de 1997 eu não ouvia um U2 tão atrevido - e é por isso que estou celebrando tanto esse “retorno” à forma (pelo menos à forma que eu aprendi a gostar lá nos idos dos anos 90). E, pelo visto, não sou só eu. Como disse Jon Pareles, numa entrevista recente com a banda para o “The New York Times”, apesar de tudo que está acontecendo na indústria fonográfica, e da “idéia de um rock ‘mainstream’ parecer mais e mais uma miragem, o U2, descaradamente, ainda quer lançar um mega sucesso de vendas” - e está conseguindo: entrou direto na posição de número um na parada americana (e, posso imaginar, em vários outros lugares do mundo também).
Será que todos os fãs demonstrarão a mesma receptividade que eu? E você? Já ouviu? Concorda, pelo menos em parte, com a minha opinião - ou não? Eu mesmo estou interessado em saber o que as pessoas vão achar de “No line on the horizon”. E só o fato de uma banda que existe há mais de trinta anos despertar esse tipo de curiosidade já é mais uma prova de que, pelo menos no pop, ninguém é tão poderoso quanto eles…
(Tudo bem talvez o Radiohead seja… mas isso eu devo conferir neste fim-de-semana - não na noite de domingo, durante o show de São Paulo, quando eu vou estar “de serviço”… Mas sexta, no Rio - se eu não tiver de trabalhar até tarde… Será? Conto na segunda.)
Este post foi publicado em Todas, quinta-feira, (19/03/2009), às 09h44. Deixe seu comentário ou envie o trackback do seu site no formulário abaixo. Você pode acompanhar as atualizações deste post através do feed RSS do blog.
Confira detalhes da discografia do Radiohead
Banda inglesa se apresenta pela primeira vez no Brasil no Just a Fest.
Shows estão marcados para sexta (20) no Rio e domingo (22) em SP.
Do G1, em São Paulo
Tamanho da letra
* A-
* A+
O grupo inglês Radiohead é atração principal do Just a Fest, evento que acontece no Rio de Janeiro nesta sexta (20), na Praça da Apoteose, e em São Paulo no domingo (22), na Chácara do Jockey. O festival terá ainda shows da banda alemã Kraftwerk e do grupo carioca Los Hermanos, que volta a se reunir depois de quase dois anos em hiato.
Esta será a primeira passagem do Radiohead pelo Brasil. Composto por Thom Yorke (vocais, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra), Ed O'Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão), o grupo está junto desde os anos 80. Naquela época, os integrantes se apresentavam como On a Friday.
Ouça especial GloboRadio com músicas do Radiohead
O primeiro álbum do quinteto, "Pablo Honey", saiu em 1993. A partir de então, o Radiohead lançou uma série de trabalhos cuja importância é essencial na música pop. Confira a seguir detalhes dos sete discos de estúdio da banda de Oxfordshire.
Shows estão marcados para sexta (20) no Rio e domingo (22) em SP.
Do G1, em São Paulo
Tamanho da letra
* A-
* A+
O grupo inglês Radiohead é atração principal do Just a Fest, evento que acontece no Rio de Janeiro nesta sexta (20), na Praça da Apoteose, e em São Paulo no domingo (22), na Chácara do Jockey. O festival terá ainda shows da banda alemã Kraftwerk e do grupo carioca Los Hermanos, que volta a se reunir depois de quase dois anos em hiato.
Esta será a primeira passagem do Radiohead pelo Brasil. Composto por Thom Yorke (vocais, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra), Ed O'Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão), o grupo está junto desde os anos 80. Naquela época, os integrantes se apresentavam como On a Friday.
Ouça especial GloboRadio com músicas do Radiohead
O primeiro álbum do quinteto, "Pablo Honey", saiu em 1993. A partir de então, o Radiohead lançou uma série de trabalhos cuja importância é essencial na música pop. Confira a seguir detalhes dos sete discos de estúdio da banda de Oxfordshire.
quarta-feira, 18 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
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